Frank Iero

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Olá amores, como estão? Tudo bem? Comendo muito nesse final de ano?

Primeiramente, gostaria de desejar a todos vocês um Próspero Ano Novo, com muita alegria, paz, etc, etc e etc <3

Segundamente, gostaria de avisar que YANA entrará num pequeno hiatus. Sim. As autoras precisam de férias \o\

Nós iremos voltar com YANA em fevereiro \o, dia primeiro ou dia segundo <3

É apenas um mês e vamos lá, nós merecemos <3

Agora sim, fiquem com esse capítulo <3

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- Acorda idiota! - a voz era aguda e irritante. Me virei para o lado me aconchegado ao travesseiro que tinha aquele cheiro agradável. - Mas é imbecil. Acorda agora, Frank Iero. – senti que me afogava, quando uma quantidade de água foi jogada em minha cara.

- Que porra... - Marta me olhava séria, uma mão na cintura e a jarra de água na outra.

- Falei pra você acordar.

- Eu estava tendo um sonho ótimo! - retruquei indignado, olhando ao redor e percebendo imediatamente que não fora sonho... O cheiro de Gee estava ali... - Sai!

- O quê? - Marta me respondeu confusa.

- Sai! Seu cheiro é muito forte! Já acordei, agora sai! - falei enfurecido enquanto ela revirava os olhos e saía de meu território.

- Trarei os meus empregados para dar um jeito nesse lugar. Pelos céus moleque, me senti entrando num lixão aqui... - resmungou antes de fechar a porta.

Não fora um sonho e meu quarto tinha o mesmo cheiro de antes... Queria preservar o máximo possível... O cheiro de Gerard.

Respirei fundo, nossa... Como senti falta desse perfume. Fui até o banheiro, pegando uma toalha e secando meu rosto enquanto assimilava o que ocorrera no dia anterior, depois saí do quarto, fechando a porta atrás de mim.

- Por que você está aqui? - falei coçando o olho enquanto era recebido por uma Teffy animada...

- Seu pai achou que você estava morto e tive a esperança de ver um corpo em decomposição.

- Muito engraçadinha... - resmunguei enquanto ia para a cozinha - O velho tá bem?

- Você saberia se atendesse o celular... - ela me fitou.

- Tô sem paciência para falar com as pessoas. - abri a geladeira e peguei uma cerveja.

- Vai beber de manhã? - Marta cruzou os braços e ergueu uma sobrancelha.

- Não sabia que havia horário para isso. - abri minha latinha e bebi, fazendo um 'ahhh' depois e sorrindo pra ela.

- A falta que esse rapaz te faz é assustadora. - baixei meu olhar para a cerveja.

Marta me conhecia bem demais e sabia que eu estava um caco. Aquele sorriso escondia uma dor que eu não sabia lidar estando sóbrio cem por cento do tempo.

Bebi mais ao terminar de assimilar a noite anterior. Ótimo. A única pessoa que não queria que me visse naquele estado, me viu... E pior... O fiz sentir pena de mim.

- O que você quer aqui velha? - terminei a latinha a jogando no lixo e abrindo novamente a geladeira, onde peguei pão, maionese e mais uma latinha. Café da manhã.

You Are Not AloneOnde as histórias ganham vida. Descobre agora