Gerard Way

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Oie!!!1

Como vocês estão??

Primeiro... meninas do grupo do waths, não matem a toa Juh... Ela ama vocês e foi só uma brincadeirinha...

Para quem quiser entrar no grupo chama aqui no pv que colocamos...



Nem mais enrolas, esperamos que vocês gostem...<3

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Quanto tempo fiquei apagado? Não fazia ideia, na verdade, tinha convicção de que havia morrido, porém, estava plenamente errado.

Minhas costas doíam como o inferno, talvez tenha quebrado alguma costela... Meu rosto também ardia, como se tivesse um corte, quando levei a mão até o ponto, senti um curativo cobrindo o local. E bem, o importante de fato, é que não estava morto.

Tateei uma superfície macia abaixo de mim, e o cheiro que antes me enjoava foi substituído por um bom, que me acalmava e me fazia sentir em casa.

Abri os olhos lentamente, a luz era forte, por isso, demorei um pouco para me adaptar. A primeira coisa que visualizei com clareza, foi o que pensei se tratar do meu quadro, contudo na realidade, era o verdadeiro olhar âmbar, me encarando – Frank...? – murmurei meio engasgado.

O vi soltar o ar dos pulmões com intensidade e vir em minha direção, enquanto observava meus olhos, segurou uma de minhas mãos e a apertou – Estou aqui.

Uma felicidade tomou conta de mim, entretanto, ela não partia de meu interior, ela vinha de fora, de Frank... Frank estava feliz... Na verdade estava muito feliz, tão feliz que eu conseguia sentir...

Sabia que o vínculo devia estar passando aquela sensação, mas eu também sabia que tinha algo de errado no vínculo. Algo que passava tudo de forma amena, quase inexistente... Como se existisse uma barreira, e desconfiava que quem a colocara ali, fora eu. Essa sensação vinha desde que me recusei a aceitar que o que Frank sentia por mim era diferente do que eu sentia por ele.

Claro, não foi como se eu tivesse chegado no vínculo e feito isso de propósito... Não criei essa 'barreira' de forma consciente, apesar de senti-la. Foi como se para me proteger do que Frank me passava, fiz aquilo acontecer...

Na realidade... Não tinha nem ideia de como aconteceu.

E ainda menos ideia de como desfazer.

De qualquer forma, não me incomodava. Quanto menos eu sentisse, melhor.

Tentei me levantar e sentar sobre a superfície macia, mas a dor em minhas costas aumentou e senti uma fisgada em minha lateral direita... Sem falar que meu pulso estava enfaixado e imobilizado... Ótimo... Devia ter quebrado todos os ossos do corpo.

- Merda... – resmunguei baixinho. Não gostava daquela situação.

- Não se mexa... - Frank se aproximou, me ajudando a voltar à posição que estava antes e que me mantinha sem dor.

- Onde estou? – questionei um pouco confuso, olhando ao redor e reparando as paredes brancas sem manchas. Não estava em casa, isso era certo.

- No hospital. – ele respondeu tranquilo, com um sorriso gentil.

- Hospital? – me apavorei. Minhas economias não dariam conta daquilo. Droga. Se não tivesse gasto uma boa quantia para... Coloquei a mão sobre o rosto – Não podia ter vindo para um hospital, Frank. – falei irritado.

You Are Not AloneOnde as histórias ganham vida. Descobre agora