Brianna Costanza

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Oie!!!!! como vocês estão??

Ansiosos para o capitulo dessa linda, fofa... e apertavel??


Esperamos que gostem desse capitulo tanto quanto nós gostamos... E bem... Acho que muitas teorias estavam certas !!!


Enfim...Boa leitura a todos.

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Minha vontade era de matá-lo! Nunca senti tanto ódio na vida! Como pôde fazer isso comigo? Eu pensei que estava louca, que tudo o que sentia era fruto da minha imaginação, mas não! Era a realidade! Só de pensar em tudo que senti vindo daquele monstro, me deixava atordoada... Tentei com todas as forças me desvencilhar dos braços que me seguravam, contudo, não adiantava...

Quando Andy caiu no chão, todo o meu âmago desejava que aquele homem o matasse! Se ele soubesse...! Se ele sentisse o que já senti vindo dele, não hesitaria! Ele era um monstro!

Entretanto, quanto mais me exaltava, mais dor sentia, minha barriga começou a latejar de tal forma que parecia em chamas e apesar do meu ódio, meu instinto materno gritou mais alto.

- Meu filho! – gemi de dor, enquanto me apoiava nos braços que tentavam me manter segura.

- Calma! A ambulância já deve chegar... – aquela voz... Eu a conhecia e me acalmava, mas minha angústia por estar passando por tudo aquilo ainda era maior...

Ouvi pessoas falando ao redor...

"Aquela é a esposa?"

"Você escutou? Ele a chamou de 'galinha dos ovos de ouro'."

"Espera, o marido lutou por outro ômega? Na frente da esposa?".

Comecei a chorar. Me sentia humilhada e arrasada, sem contar a dor alucinante que me consumia...

Tudo por causa daquele homem que permanecia no chão. Eu o havia apoiado! Achava que toda a loucura que me acometeu desde que formamos o vínculo era minha culpa! Até mesmo o amei! Minha nossa... Eu amara um monstro, déspota sem coração.

A dor era tanta que em algum momento, senti que não conseguia mais ver claramente. Fui deitada em alguma maca e ouvia aquela voz repetindo ao meu lado "Ficará tudo bem...". Apesar daquilo me dar certa estabilidade, não conseguia acreditar por inteiro... Eu ainda possuía a marca daquele homem em meu pescoço... Assim que ele acordasse, eu o sentiria...

Ah... Se não fosse pelo meu filho... Preferiria a morte. E quando o escuro enfim chegou aos meus olhos, agradeci pela paz que o silêncio da inconsciência me fornecia.

Perdi toda noção de lugar e momento... Às vezes abria os olhos e via lampejos de luz, assim como ouvia vozes ao meu redor, mas a dor voltava e mais uma vez eu perdia a consciência.

Queria ficar acordada, queria saber como estava meu bebê... Mas não queria sentir aquele homem... Ele estava ali, na minha mente... Estava ferido... E com ódio...

O escuro me levou mais uma vez para o aconchego de seu silêncio e não sei quanto tempo levei para ver a luz novamente.

Dessa vez o quarto estava silencioso, tentei me mexer, mas era como se estivesse colada na cama, meus membros estavam pesados e até o mínimo movimento para abrir as pálpebras parecia impossível... Mas ele ainda estava ali... O vínculo ainda estava ali e além de ódio fui acometida por tristeza e desespero... Nesse momento, ouvi vozes ao meu redor e bipes...

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