Jamia Nestor Iero

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Oiii, como vocês tão?

Gente, tô tão nervosa... Não acredito que vou ver o Frank... Gzuis, socorro...

Enfim...

Capítulo Especial - por ser o 50 <3

Obrigada a todos que nos acompanham, votam, deixam comentários, leem escondido kkkkkkkkk, enfim...

Muito obrigada <3

Yana não teria crescido tanto sem vocês e nós somos muito gratas por isso <3

Sabem como é... Ela é a nossa neném <3

Apesar de que, sinceramente, nenhuma de nós esperava uma repercussão dessas,  foi uma grande surpresa...

Então... Muito, muito obrigada por todo o carinho <3 Somos gratas a cada leitor que temos <3 Vocês moram no nosso coração <3 Seus lindos <3

Agora, ao que interessa, que é pra isso que vocês vieram kkkkkkkkkk

Esperamos que gostem <3

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Havia uma nova mancha no teto branco. O que era peculiar, já que estávamos em um hospital... Eu deveria me preocupar com a infiltração daquele antigo prédio, entretanto, não me importava o suficiente para isso...

Olhei pela janela, dia bonito de sol... E meu braço dormente de tanto tempo parado na mesma posição. Nada que não estivesse acostumada... Era só... Irritante. Por assim dizer.

Suspirei audivelmente, o que fez a enfermeira rir.

- Já está quase terminando Jamia... – ela comentou, olhando minha medicação pendurada e caindo em gotinhas lentas para meu braço.

- Você disse isso há meia hora... – reclamei.

- Querida... Você não vai se atrasar, sim?

Voltei a suspirar, olhando novamente para a rua...

Tinha uma exposição acontecendo naquele exato instante. E eu queria muito ir...

Passei a semana inteira vomitando e era o último dia... Finalmente acordei bem e Frank – como sempre, um enorme estraga prazer – me arrastou para vir tomar minha medicação intravenosa... Por que não esperar até eu ver a exposição?

Nãoooo...

Tinha que ser assim que eu levantasse...

"Sua saúde tem prioridade!".

Disse ele...

O caralho! Prioridade o cu! Eu quero ver a exposição...! Os quadros! As cores misturadas na tela branca formando algo único e expondo a alma do artista!

Eu quero ver!

Não ficar sentada aqui...

Olhando o fungo...

No teto...

- Certo, certo, acabamos. - Suzane, a enfermeira que sempre fazia aquele procedimento retirou a agulha de meu braço e colocou um pedaço de algodão sobre o pequeno buraco para estancar o sangue - Não disse que estava terminando?

- Não acredito mais nas suas falsas promessas Suzane. - falei um tanto chateada enquanto a moça de uns vinte e poucos anos sorria...

- Tudo terminado? - meu marido apareceu na porta, olhando para nós... Estava com uma vasilha de biscoitos de canela na mão e copo de café com leite - Sua recompensa.

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