Steve White

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Oie!!!!!!!!!!!!

Como estão vocês?

Esperamos que bem.

Bem, capitulo do Steve...


Bem, não tem avisos, até porque o capitulo não tem nada de muito pesado omo teve o capitulo do Andy.


Esse capitulo é dedicado 40% para a Kelly <3


Bem, quem não for ler devido ao fato de não gostar do Andy ou do Steve é completamente compreensivo, só pedimos para que não comentem conosco. Nós duas damos muito duro para escrever os capitulo e nunca faltar atualização, e é meio chato ter que ler pessoas falando que não vão ler por n motivos ou por que não acham que o capitulo ou o personagem não é relevante...

Você tem total direito de não ler...Só pedimos pra que guardem essa informação para você é para seus amigos...Nós autoras não precisamos ficar sabendo..


Enfim...disto isso... Vamos ao capitulo...

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Mesmo sabendo que foram sons de tiros, ainda segui pelo corredor...

"O que aconteceu?" – era o único pensamento que ficava circulando minha mente.

Ao me aproximar do quarto, ouço um choro, algo profundo, agourento, sofrido...

Olhei pela porta aberta e ela estava ali, segurando a espingarda do meu pai.

- Eu não queria... – disse com aquela voz chorosa, entre soluços, sem me olhar, parecendo falar consigo – Não queria... Nunca quis... Nunca quis... – repetia, tremula, com a arma no peito – Mesmo assim... Eu... Eu não queria tirar... Não queria... – me fitou, seus olhos brilhantes devido as lágrimas. Ficou chocada ao me ver e pareceu despertar de seu transe rapidamente, virando seu rosto para a cama.

Observei o local que ela olhava, meus pais estavam ali... Jogados... Com sangue ao redor... Nenhum dos dois se movia. Prendi minha respiração. Um novo soluço. Voltei a fitar a empregada.

- Ah... Ah... – ela chorava – Eu... Eu... – lágrimas caíam pelo seu rosto, que parecia deformado pelo sofrimento – Ah... Me desculpe... – e sem hesitar, colocou o cano na boca e atirou.

Abri meus olhos, coração acelerado. Mas não gritei como antigamente. Aquela lembrança sempre voltava como um sonho, de tempos em tempos...

E sempre era um mau sinal.

Levantei, tomei um banho e comecei a me vestir. Como era o nome dela? Pauline? Penélope? Não... Acho que era Peônia. Isso.

Peônia era empregada em nossa casa e a assassina de meus pais. Entretanto, nunca a culpei... Se eu tivesse sofrido o que ela sofreu nas mãos deles, também os teria matado.

Ela era inocente, gentil, doce, o 'tipo' do meu pai. Minha mãe a contratou depois de ter certeza que ela não teria para onde correr, sem família, sem amigos, sem ninguém que pudesse ajudá-la.

Foi em um estupro dela, que sem querer vi quando ainda pré-adolescente, que me excitei pela primeira vez. Na hora, fiquei muito assustado – eu era uma criança na puberdade que não entendia, exatamente, o que estava acontecendo. Entretanto, ao explicar a situação a minha mãe, ela sorriu e disse que era uma 'resposta normal' do meu corpo diante da cena.

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