Gerard Way

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Oi gente \o\, como estão? Eu tô exausta, sério mesmo x.x... Sinto como se tivesse sido atropelada kkkkkkk

Enfim, espero que curtam esse capítulo <3 Boa leitura <3

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O braço de Frank estava sobre mim e meu rosto escondido em seu peito... Havia tido um sonho engraçado, no qual Frank vestia uma roupa de pão do Brasil e fazia malabarismo com potes de nutella.

Com certo cuidado, me desvencilhei dele e me sentei na beirada da cama, me esticando e ouvindo algumas juntas estralarem.

- Humm estou crocante. - falei baixinho rindo de minha própria piada... Frank continuava adormecido e minha única companhia era Teffy, que abanava o rabinho em minha direção e ganhou um afago na cabeça.

- Dormiu bem, bolinha de pelos? - ela deu um latido e fiz sinal de silêncio - Vai acordar seu pai.

Me inclinei um pouco sobre a cama dando um beijo na bochecha de Franks ao que Teffy novamente latiu - Como você é ciumenta criaturinha. - a peguei no colo e fui para fora do quarto.

Olhei ao redor, aquele chalé era tão... Perfeito.

Não que eu não gostasse do apartamento, mas o ar levemente rústico das paredes de madeira, a decoração sóbria e o perfume de flores, tornava perfeito para mim.

Fechei a porta do quarto e coloquei Teffy no chão, ela logo saiu para cheirar um pouco o ambiente – ainda estava se acostumando.

Fui para as janelas e as abri, deixando o sol e o perfume floral entrarem com maior intensidade. Depois fui para cozinha, onde lavei as mãos e comecei a preparar o café. Não tinha cafeteira, então preparei ao modo antigo, fiz panquecas e uma cobertura de chocolate.

- Perfeito. – murmurei para mim enquanto separava a pequena pilha de panquecas de Frank.

- Você acordou cedo. - Frank apareceu, ainda de pijamas coçando um dos olhos.

- Dormi cedo...

- Bom dia bolinha de pelos. - ele pegou Teffy no colo e veio em minha direção, encostando os lábios nos meus.

Retribui o selinho e sorri.

- Você nunca acorda cedo, mesmo quando dorme cedo, aconteceu algo? - se sentou na cadeira e coloquei a pilha de panquecas e a calda em frente a ele.

- Você era um pão do Brasil e jogava nutella pra cima... Foi engraçado.

Ele ficou por um momento me olhando sério, até começar a rir – Como é que é?

- Você fazia malabarismos, foi incrível.

- Eu era um pão malabarista, é isso?

- Não qualquer pão, um pão do Brasil e não fazia malabarismo com qualquer coisa, eram nutellas, potes de nutellas gigantes... – ele riu mais enquanto começava a comer.

- Só você pra sonhar com algo assim... - foi quando eu senti e o fitei seriamente – Hm... Me diz que tem na casa...

- Desculpe... Mas não acho que a gente comprou coco ralado...

- Você quer comer coco ralado...?

- Com leite condensado e presunto. – falei seriamente e ele fez aquela cara de 'por favor, não', mas não me repreendeu, apenas levantou.

- Certo... Acho que vi um mercado na estrada... Volto logo. – se aproximou e me deu um beijo no rosto, indo pegar as chaves.

- Você vai ir de pijama? – questionei erguendo a sobrancelha.

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