Gerard Way

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Bom dia amores da tia Juh e da tia Mika.

Como vocês estão??
Esperamos que todos bem.


Esse capítulo está absurdamente fofo, ao menos nós achamos.

E bem, tem muitaaaaaaa explicação, não uma explicação concreta mas tem, então prestem atenção que algumas peças começam a se encaixar a partir daqui.


No mais...

Queremos agradecer a cada comentário, cada voto que vocês são no capítulo, isso super nos anima e nos alegra... 

Obrigada a todos<3



Perfil pessoal da Mika: https://www.wattpad.com/user/MikaKamya
Link Para Destinados: https://www.wattpad.com/541222401-destinados-sem-controle


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Frank tinha um daqueles sorrisinhos irritantes nos lábios. Quando o informei que iria até meu apartamento - já que não estava confortável em usar apenas um roupão- ele prontamente se pôs de pé falando que iria comigo.

- Você não precisava vir junto, sabia? Posso resolver isso sozinho - encostei o cotovelo na porta olhando pela janela enquanto Frank dirigia aquele carro absurdamente grande demais para o tamanho do dono.

- Nem sempre temos o que queremos, eu, por exemplo, queria que você estivesse descansando, mas... – ele olhou em minha direção não finalizando a frase - E não vou te deixar sair por aí sozinho, a última vez que isso aconteceu você acabou em uma suíte de hotel com uma maluca... - me virei para ele encontrando o mesmo me olhando de canto de olho -... Lembra?

Preferia não me lembrar daquele detalhe - Ok. - murmurei derrotado.

- Sem contar que combinamos de vir juntos, até trouxe as moedas! - ele mostrou um pacote relativamente grande, orgulhoso de seu feito.

Suspirei profundamente, certo, ele trouxe as moedas para as crianças que guardariam o carro, mas não duvidava que o depenassem mesmo assim... O carro mais simples dele ainda era de luxo. Bom, ele que não chorasse ou reclamasse depois, não era como se não o tivesse avisado.

Chegamos em frente ao meu prédio e Frank estacionou. Dona Maria regava as plantas e arregalara os olhos para o carro quando o viu, não a culpava, aquele veículo não destoava apenas do prédio caindo aos pedaços, mas do bairro inteiro como um todo. As casas eram antigas, maioria de construção simples, os poucos automóveis que se via eram ultrapassados, aquele ali era quase uma afronta ao ambiente.

Saímos e não uma, mas três crianças nos abordaram. Obviamente, Frank teve de combinar pagar os três... Ele parecia meio enrolado nisso, principalmente com Felipe, o ruivinho do grupo, que estava o persuadindo muito bem, enquanto Julia, que era um amor, de cabelo liso e bem preto, sorria travessa. Já Carlos, um menino magro, pequeno e de cabelos encaracolados castanhos, observava ao redor. Percebi que ele gesticulava para alguém, provavelmente um dos membros da manada que cuidava daquele bairro, se era isso, possivelmente, o carro do alpha nanico ficaria bem.

A manada que costumava cuidar do bairro seguia certos "conceitos". Um deles é que eles não incomodavam quem cumpria os "esquemas" e respeitava as pessoas dali... Por isso, eu diria que Frank estava indo muito bem, ao ser todo sorrisos para aquelas crianças. Participar e não quebrar as regras do bairro era importante para eles. Ser simpático com as crianças com certeza renderia pontos pra ele.

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