Gerard Way

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Ai minha nossa senhora do Frerard eu não estou nem acreditando que estou de volta depois de tanto tempo.


Como vocês estão?

Me contem..

Tantas coisas aconteceram nessas semanas que ficamos fora.

Quem ira no show do Frank??? Eu e a Mika estaremos lá...quem quiser chegar na voadora por toda raiva que fizemos vocês passarem podem vir!!!



Enfim, esperamos que todos tenham tido uma excelente começo de ano...

Eu e a Mika descansamos muitoooooooooo, mas as férias acabaram...


Paras meninas no grupo de waths da fic...Desculpa pela zuera...Eu só queria deixar vocês desesperadas mesmo...^^


Lembrando que quem quiser entrar no grupo só mandar nome e telefone no privado aqui no Wath!!

Certo...Vamos ao que realmente vocês querem aqui...

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Logo pela manhã recebi uma ligação de Billy, ele queria passear um pouco e perguntou se gostaria de acompanha-lo. Aceitei e em seguida já fui me preparar, não que tivesse muito o que ser feito, minha barriga começava a ficar maior, e com isso as opções de roupas começavam a diminuir. Demorou um tempo até o interfone tocar, informei que desceria e assim que o vi, o abracei, alisando sua barriga no instante em que nos afastamos sorrindo.

Nesse momento, percebi que não estávamos sozinhos, Frank se encontrava logo atrás de nós, e parecia de mau humor... Estava estampado em sua face quando o vi sair do elevador na companhia do dono da gravadora - Droga. – Billy sussurrou ao meu lado colocando a mão sobre a barriga.

- Frank... – falei baixinho e o vi ficar sem graça.

- Oi... – me respondeu sem fitar meus olhos.

Nisso Billy pegou minha mão e me puxou se escondendo um pouco atrás de mim – Oi Brendon. – ele disse ao dono da gravadora e depois me fitou com um olhar de 'por favor' – Vamos Gee? – concordei de leve com a cabeça, no que continuou me puxando para o elevador.

- Até... – sorri para Frank, tentando de alguma forma animá-lo... Será que havia acontecido alguma coisa com o CD? Por isso ele não estava bem? Fiquei um pouco preocupado... Mas segui com Billy que suava frio.

Não nos falamos muito, e me concentrei mais na reação de um Billy levemente apavorado ao meu lado e que naquele momento estava vomitando tudo que havia comido no café da manhã em meu banheiro.

- Você já não superou essa fase dos enjoos?- o questionei enquanto passava a mão em suas costas pra amenizar a força que ele fazia a cada jato de vômito que vinha - Até eu já superei...

- A culpa não foi minha droga... - ele voltou o rosto novamente para o vaso enquanto vomitava novamente - Como não tenho feromônios do pai, às vezes ele se revolta e brinca de futebol com meu estômago.

- Você disse que é pai solteiro... E já está no oitavo mês... Ele não deveria, não sei, ter rejeitado o pai a esse ponto? – conforme o médico, isso era comum em bebês que ficam afastados dos progenitores.

- Deveria. Sim. Esse era o plano original. – voltou a vomitar – Ele rejeitou? Não. Óbvio que não! Agora não posso nem passar perto do desgraçado, que ele fica agindo como se os feromônios dele fossem à coisa mais importante do mundo e eu que sou um monstro por não tê-los! – novo jato.

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