Gerard Way

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ESSE CAPITULO CONTEM CENAS DE VIOLÊNCIA.

Bom dias amores da tia Juh e da tia Mika, como vocês estão???

Não vou enrolar aqui porque sabemos o que vocês querem certo???

Bem, espero que tenham lido o aviso ali em cima e no mais... Boa leitura a todos..

Haaaaa um enorme agradecimento as meninas do grupo da fic la no waths... (Alana, Anna, Sam, Lily, Kelly Ana)

E um beijo pras meninas do Twitter<3 
(@Iero_Shutfuckup @catapillarg @actionvampire @ghostisliveuu)
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Fugi da casa de Frank no crepúsculo de uma sexta escura e fria. Não apenas eu, mas Ray também se perguntava o que se passara por minha cabeça, para sair nas ruas de Nova Iorque às cinco da madrugada, sem dinheiro, apenas com uma mochila velha e para piorar, sem destino... Bem, olhando agora, realmente foi uma pequena loucura.

Já era domingo e de certa forma, minha vida seguia normalmente. A única "novidade" era que meu corpo deixou bem claro – além dos exames de sangue que já havia feito - que eu não engravidara de Frank. O meu ciclo natural fazia eu me sentir levemente irritado. Odiava esse período. Por que qualquer um com útero tinha de passar por isso? Será que todos se sentiam especificamente enjoados ou tristes? Pelo menos, não tive cólicas. Odiava elas, eram terríveis.

Diferente do que eu esperava, Frank não apareceu, não mandou ninguém vir me ver e tampouco me ligou ou deu algum sinal de vida. Sabia que era pouco tempo, que ele podia dar as caras a qualquer momento, e uma parte de mim queria que o fizesse, enquanto outra desejava abrir um buraco pra que pudesse enterrar minha cabeça no chão.

Também tive que dar algumas explicações às quais não tinha o menor interesse... Acabei saindo – vulgo, fugido - do apartamento de madrugada, e cheguei à casa de Ray, meu melhor amigo, às seis da manhã. Claro que me rendeu algumas boas broncas e algumas horas me explicando. Até porque, uma coisa que eu não fiz, foi avisar minha família - em resumo Ray e minha avó - daquela mordida...

Por causa disso, tive que contar tudo do começo e em detalhes. Apesar de ele ter acompanhado todas as notícias com fervor pelo fandom – onde, pelo que li, me defendeu de todas as "acusações" de golpe e até postou vídeos "provando" que eu era fã do Frank desde o início da banda. Algo que considerei desnecessário, mas, ele fez questão de fazer, pois me conhecia, e não aceitava que me acusassem "injustamente". Foi chato ter de contar tudo, mas, Ray merecia uma explicação – que o deixou em um misto de surpresa e choque. Suspirei ao lembrar.

Minha vontade extra de comer chocolate e sorvete, atribuí exclusivamente ao meu estado hormonal, assim como minha vontade louca de comer batatas fritas. Contudo, não qualquer batata frita, mas sim as batatas fritas de Ray, por sorte, Christa compartilhava da mesma vontade e foi graças a isso que agora estávamos os três sentados na sala de meu amigo, cada um com uma porção de fritas especiais de Raymond Toro.

- Ele realmente te mordeu? – Ray perguntou pela décima vez... Naquela primeira hora da manhã e eu já havia perdido a conta das vezes que já havia respondido aquela mesma pergunta.

- Sim. – respondi pela vigésima, por que Christa já perguntara outras dez.

Apontei para a mordida que ele observou e era a verdadeira razão dele tá questionando tanto. Betas tinham essa curiosidade sobre a marca e Ray nunca tinha visto uma de perto. Suspirei por ser o "exemplar exótico de ômega mordido", apesar de saber que parte daquilo também se devia ao fato de que foi Frank quem mordera, e meu melhor amigo adorava o baixinho irritante.

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