Gerard Way

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Boa noite!!!!!


Como vocês estão?

Esperamos que bem já que viemos aqui acabar com vocês...^^


Esse capitulo possui muita coisa... e eu adoro ele...


E estamos postando hoje por que??? POR QUE GERARD WAY POSTOU MUSICA HOJE E PRECISÁVAMOS POSTAR O CAPITULO DO GEE NO DIA QUE O GEE LANÇOU MUSICA....


HOJE É O DIA DO GE!!!!!!!

E corram lá pra ouvir a musica que é puro Frerard...

Gerard Way - Baby You're A Haunted House

https://www.youtube.com/watch?v=TaxHIYOzMUQ


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Poderia muito bem ir de ônibus, ou qualquer coisa do tipo, mas Frank insistira para que eu andasse com motorista particular, algo que eu considerava um exagero. No final de tudo chegamos ao consenso de que eu iria de táxi, quando nem ele ou alguém da manada pudesse me levar aonde eu queria ir, já que eu não tinha carteira de motorista e andar com um guarda costas estava fora de cogitação.

A Clínica a qual eu estava fazendo meu pré-natal era ótima, maravilhosa, além das consultas eles ofereciam palestras e cursos tanto para os gestantes quanto para os pais... E bem... Estava tudo incrível... Frank não apenas participava das consultas como também ia a todos os cursos possíveis e o admirava por isso, já que nem eu possuía tamanha animação.

Frank estava nas nuvens com a expectativa de termos um bebê, e eu estava maravilhado por sentir que ele estava feliz com minha gravidez, era tudo perfeito demais. Por isso, a última pessoa que esperava encontrar nesse momento da minha vida, era Andy.

Contudo, ali estava ele, sentado ao lado da esposa, aguardando possivelmente uma consulta. Por que tinha de encontra-lo logo naquele momento? Eu já havia ido a duas consultas nessa clínica, em ambas as ocasiões, Frank estava comigo. Só porque hoje ele chegaria atrasado... Justo quando estou sozinho ele resolve aparecer...

Respirei fundo, falei com a atendente e me sentei para aguardar o chamado. A sala de espera era grande e possuía enormes janelas que permitiam ver o Central Park. Mesmo assim, comecei a me sentir sufocado ali. Apesar do atraso, seria o dia que nós ouviríamos pela primeira vez o som do coração do nosso filho. Me foquei nisso para não olhar Andy, tentando esquecer de sua presença ali. Entretanto, quanto mais tempo passava, mais sentia seu olhar sobre mim...

Logo comecei a ficar enjoado devido ao nervosismo, levantei e fui ao banheiro tentando fugir daquela sala que apesar de grande me parecia minúscula naquele momento.

Como na maior parte dos estabelecimentos, o banheiro era unissex, contudo, apenas para ômegas e betas. O local era espaçoso, com cabines separadas, um balcão largo com diversas pias diante de um espelho e um vaso com flor.

Respirei fundo diante de uma das pias, largando os exames que carregava em cima do balcão e lavando meu rosto. Nesse momento, senti uma lambida em minha nuca, em cima da marca de Frank, gelei devido ao nojo e por saber quem faria algo assim. Me afastei imediatamente, olhando para aquele monstro em formato humano.

- Você não pode entrar aqui...! – afirmei, tentando alcançar meus exames, mas, ele o fez antes.

- Mesmo? Irá gritar pedindo ajuda? Em quem você acha que irão acreditar, em um alpha que acabou se enganando, ou num ômega escandaloso que não aceita as desculpas desse mesmo alpha? – ele me sorriu sarcasticamente enquanto olhava meus exames.

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