35° Capítulo - Bad Blood

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Você achou que ficaríamos bem?
Ainda tenho as cicatrizes nas minhas costas de suas facas
Então, não acho que isso está no passado
Estes tipos de feridas, eles duram e duram agora
Você pensou sobre tudo isso?
Todas estas coisas vão voltar para você
E o tempo pode curar, mas isso não vai
Então, se você está vindo em minha direção, espere, apenas não venha

Oh, é tão triste
Pensar sobre os bons tempos
Você e eu

Porque, meu bem, agora nós temos uma rixa

Bad Blood - Taylor Swift

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— Amor, está pronta? - Megalos perguntou quando chegou na fala e viu Halya sentada no sofá com um semblante pensativo e preocupado. Ela voltou sua atenção a ele.

—Estou... - forçou um sorriso e ele foi até ela que já estava de pé.

—Não, amor. Estou perguntando se está realmente pronta para isso, se não estiver, podemos ficar em casa e fazemos oquê quiser, doces, salgados, deixo até botar elásticos no meu cabelo... - ele coloca uma mecha do cabelo da garota trás da orelha a fazendo sorri. - Podemos fazer tudo isso quando chegarmos. - ele abriu um largo sorriso e ela também.

— Estou pronta! - disse convicta. - Cadê Anthony? - perguntou para Matheo ao vê-lo entrar na sala.

— Bom dia pra você também, cordeinho. - Matheo sorriu e ela revirou os olhos. - Ele saiu na madrugada, não deixou nenhum recado.

—Vamos. - diz Matheo roubando a atenção da garota.

Eles seguiram até o endereço que Mazzaropi deu parando em frente de uma mansão a moda antiga.

— Eu conheço esse lugar... - ela diz ao observar o local pela janela.

— Já veio aqui? - Yan perguntou.

— Não, mas minha mãe tinha um álbum de fotos, ela estava em frente a essa casa com meu pai e mais alguém na foto se não me engano, mas a pessoa estava cortada da imagem... - ela suspira. - Esquece, vamos! - ela ia abrir a porta do carro mas Megalos a impede e lhe dá um copo de framppucino de morangos.

—Tome isso antes de irmos, não come desde ontem.

—Não, tô nervosa e estressada, não consigo comer, fico enjoada. - tentando devolver o copo mas ele rebate.

—Você não sai do carro até tomar pelo menos a metade. - ele cruza os braços.

—Idiota... - resmunga ao levar a bebida a boca e beber a metade de uma vez. - Pronto, vamos! - lhe entrega o copo.

—Espertinha... - resmunga ao ver a garota sair do carro e faz o mesmo. Seguiram até o grande portão que se abriu automaticamente, eles entraram e indo em direção a porta principal que foi rapidamente aberta por Mazzaropi antes mesmo da garota tocar a campainha.

—Seja bem-vinda a sua casa, minha filha. - Mazzaropi diz e puxa a garota para seus braços sem aviso prévio lhe dando um abraço, Yan que segurava a mão da menina sentiu ela ficar menos tensa.

—Já pode me soltar. - ela resmungou e ele a soltou.

—Continua esquentadinha como sua mãe... - ele sorriu e ela voltou a ficar ao lado de Yan que permanecia calado ao observar o local, sempre em alerta. - Vamos, melhor ter essa conversa no meu escritório. - eles seguiram o mais velho até o escritório que ficava no andar de cima, quando entraram Halya levou o olhar para o maior quadro que ficava atrás da mesa, era sua mãe com ela no colo. - Você tinha um ano e dois meses... - olhou para o quadro com orgulho.

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