10° Capítulo - I Don't Wanna Live Forever

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Eu estou sentada, com os olhos bem abertos
E eu estou com essa coisa na minha cabeça
Me perguntando se eu desviei de uma bala
Ou acabei de perder o amor da minha vida, ooh

Amor, amor, eu me sinto como se estivesse louca
Acordado a noite toda, a noite toda e todos os dias
Eu te dei algo
Mas você não me deu nada
O que está acontecendo comigo?

Eu não quero viver para sempre
Porque eu sei que estaria vivendo em vão
E eu não quero me encaixar (encaixar, amor) em nenhum outro lugar (outro lugar)
Eu só quero continuar chamando o seu nome
Até você voltar pra casa

I Don't Wanna Live Forever - ZAYN & Taylor Swift

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Porquê diabos ela tinha que me olhar daquele jeito, que merda. Tava tudo indo bem, como eu queria, mas ela tinha que me olhar daquele jeito.

Puta merda, entre bilhões de mulheres eu tinha que ficar assim por essa garota teimosa do caralho.
Hoje ela não veio tomar café e agora são 12:00, estou indo pra máfia e ela ao menos desceu para nada.

—Senhor, ela disse não irá descer para comer, falei que levaria mas ela diz estar sem fome. - diz Wendy. Megalos respirou fundo saindo de perto da mesma e indo em direção ao quarto de Halya, entrou vendo a mesma deitada de costas para ele.

—Halya, para de birra e desce pra comer. Tenho que ir trabalhar. - diz dando a volta na cama e ficando de frente para a mesma.

—Não estou segurando suas pernas. - fala se virando de costas para ele novamente.

—Eu não estou de brincadeira. - disse, tirando sua coberta e colocando a mão em seu braço sentindo o quão quente está.

—Sai, Megalos. - ela resmunga, o afastando.

—Você está queimando em febre. - disse preocupado sentando na cama e colocando a mão em sua testa.

—Grande coisa, fecha a porta quando sair. - ela se encolhe por completo na coberta.

—Wendy! - a chama e logo ela aparece.

—Sim, senhor?

—Avise a Kimberly, mande a ela avisar Matheo que eu não vou ao trabalho, me traga compressas de água e remédio para febre.

—Está bem, senhor... Mas alguma coisa?

—Peça a Berta para fazer uma sopa e trazer para Halya.

—Okay, com licença. - ela sai do quarto fechando a porta. Ele tira seu calçado e se deita cama ao lado de Halya.

—Halya? - a chamou de forma mança.- Ei, deixa eu te ver... - tirou o cobertor lentamente de seu rosto e a viro para si.

—Eu me viro, Megalos Vai trabalhar e me deixa em paz... - cobre o rosto novamente e ele descobreo mais uma vez. - Eu tô com frio, Megalos. - diz irritada.

—Eu vou cuidar de você hoje, docinho. - abraçou seu corpo.

—Não, Megalos. - ela se afasta e se vira de costas. - Não tô bem pra aturar sua bipolaridade hoje.

—Me desculpa por ontem... - respirou fundo. - Eu não devia ter falado com você daquele jeito... E que você me olhou daquela forma, arrependida e eu... - ela se vira pra ele e o interrompe.

—Não te olhei arrependida, estava com medo... receio, só ia falar que nunca tinha feito aquilo antes e... - ela para não notar o que estava falando e cobre seu rosto, mas antes Yan pôde ver sua pele levar o tom diferente pela vergonha.

—Você é virgem? - perguntou e sua cabeça coberta balança em confirmação. Ele ficou feliz ao pensarque iria ser seu primeiro, porém não pôde de deixar de se sentir arrependido pela forma como a tratou. —Docinho, me desculpa, eu sinto muito mesmo. Não devia ter falado com você daquele jeito.

—Você sempre fala comigo daquele jeito. - resmungou.

—Que tal fazermos um trato?

—Pra que? Você nunca cumpre.

—Vou cumprir dessa vez, prometo. - diz e ela estende a mão para fora do cobertor estendendo o mindinho. - Pra quê isso?

—Uma promessa, se não cumprir quebro seu dedo. - o asiático entrelaçou seu dedo no dela enquanto caiu na gargalha. - Qual a sua proposta?

— Vamos confiar um no outro, e você me dará uma chance... Eu não vou ser mau com você, nem tão grosso.

—E se não cumprir?

—Você escolhe.

—Me deixará ir embora!

—Halya... - respirou fundo.

—Disse para confiamos um no outro, essa é a maneira.

—Está bem... - se deu por vencido. - Acôrdo feito?

—Acôrdo feito! - ele lhe deu um selinho demorado que ela separa. - Pode ficar doente...

—Eu não ligo. - se aproximou de novo.

—Eu ligo, você já é chato, imagina com febre!

—Tá bom, tá bom - abraçou seu corpo e alguém bate na porta. - Entre.

—Senhor? - entra Berta com a sopa.

—Ah, sim... Me dê aqui. - ela o entrega a bandeja.

—Obrigada, Berta. - diz Halya se sentando na cama.

—De nada, senhora. Com licença. - ela se retira, fechando a porta.

—Megalos, não estou com fome. - diz cansada.

—Mas vai comer, é para o seu bem.

—Mas eu não quero...

—Abra a boca. - levou a colher de sopa a boca e ela se dar por vencida e come. - Está bom, não é? - ela confirma com a cabeça e se deita novamente. - Termina de comer, docinho.

—Estou ficando enjoada. - diz pensativa. - Megalos, depois que conseguir o quê quer, vai me mandar embora de qualquer jeito, não é?

—Primero, você não vai embora.- suspirou. - Segundo, o quê acha que eu quero?

—Transar. - se senta novamente.

—Caralho... Acha que eu quero te comer e te expulsar?! - disse indignado e ela confirma. - Vai pra casa do caralho. - levantou, arremessando o prato na parede fazendo ela levar um susto. - Namora comigo, vai casar comigo, carregar meu sobrenome como seu e logo terá a porra dos meus filhos! VOCÊ NUNCA VAI EMBORA! - gritou por vez.

—E por isso que não tem como conviver com você, se irrita com qualquer coisa. - seu rosto parece cansado e irritado. - VAMOS SEMPRE BRIGAR ENQUANTO VOCÊ NÃO APRENDER A SE CONTROLAR E AGIR COMO GENTE. - gritou, começando a tossir continuamente. Ele até ela, mais calmo e preocupado.

—Você tá bem? - se sentou perto dela.

—Está vendo, parece bipolar! Quer saber? Me deixa em paz pelo menos hoje. - se deita cobrindo até sua cabeça.

—Baby, desculpa... - ela não responde. Ele se levanta saindo frustrado do quarto, batendo a porta com força.

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XOXO- L💋

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