Cap 36

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I T A L I A N O

Finalmente a Helena teve alta.

A Mel tava vivendo no hospital e eu nunca podia mamar. Negação.
Falando em Mel, hoje ela não pode vir pro hospital porquê ficou com a Isa.

Luca- Vem, deixa eu te ajudar.- Fala pegando a Helena no colo.
O bixo é forte pa carai, se bem que ela tá igual uma pena, mas não vamos anular a força dele.- Tu é muito leve véi.- Fala segurando ela, a mesma ri e apoia a cabeça no ombro dele. Fofos.

Italiano- Deixa que eu pego as bolsas.- Eu sou muito prestativo pô.
Carrego todas as bolsas enquanto o Luca vai pra dentro de casa.

??- Ei tio Italiano.-Escuto uma voz infantil falar.- Eu queria falar com você.- Olho pra trás e vejo um menino com no máximo 7 anos.

Italiano- Quantos anos tu tem pivete?- Pergunto olhando pro menino todo xoxinho.

??- Eu tenho 9.- Ele diz com orgulho.- A minha vó disse que eu já sou um rapaz.- Da um sorriso.- Eu queria saber se o senhor pode me ajudar com uma coisa.

Italiano- Depende. Se eu puder ajudar.- Falo e ele assente.

??- O senhor pode me dar um biscoito? Ou alguma coisa pra eu comer? A minha irmã tá com fome e a minha avó saiu.- O olho confuso.- Eu sei que é feio pedir mas ela tá chorando, eu não gosto quando ela chora. E não tem nada pra comer em casa.- Fala um pouco envergonhado.

Italiano- Toma.- Tiro uma nota de 50 do bolso e dou pra ele.- Não gaste com besteira beleza, e essa hora era pra você tá na escola, não na rua.- Ele assente e da o maior sorriso do mundo.

??- Valeu tio. Mas eu tive que cuidar da minha irmãzinha e não deu pra eu ir hoje. Mas amanhã eu vou.- Fala e me dá um abraço rápido e sai correndo.
Fico pensativo. Parece até a história do Luca.
Será que as cestas básicas não tão dando? Eu sei que o meu morro é grande mas eu fiz o cálculo certinho.

Começo a entrar em casa e vejo a Helena segurando a Isa e rindo.
A Mel tá do lado dela e elas tão conversando.
Papo de mulher eu nem me meto.

Italiano- Amor.- Ela me olha.- Cadê o Luca?

Mel- Tá na cozinha eu acho. E nós temos que conversar sobre algo muito importante.- Ela fala e volta conversar com a Isa. Meu cu trancou, passa nem ar.
Eu não fiz nada. Se fiz, não há provas contra mim.

Saio da sala e vou em direção a cozinha. Uma coisa que eu não falei é que agora estamos morando na minha casa.
Entro na mesma e vejo o Luca bebendo água encostado na pia e mexendo no celular.

Dou um tapão na cabeça dele pra ficar esperto.

Italiano- Moscou.- Dou outro tapa e ele se engasga com a água. Começo a rir igual um doido e ele fica tossindo.

Luca- Pô pai se fuder.- Fala ainda tossindo e eu travo.
Ele me chamou de PAI?

Italiano- Repete.- Ele me olha confuso.- Repete oque você disse.- Ele me olha mais confuso.

Luca- Se fuder?- Mexo a cabeça em negação.

Italiano- Você falou outra coisa antes.- Ele faz uma cara confusa e da um sorrisinho de canto.

Luca- Pai? Você não gostou? Tudo bem eu não falo mais.- Ele deixa o copo na pia e se vira pra sair. Eu seguro o braço do mesmo e o pico pra um abraço.

Italiano- Eu gostei... Pode me chamar de pai.- Falo e ele retribui o abraço.

Luca- Tu tá chorando? Muito mole.- Fala se soltando do abraço e negando.- Brincadeira.

Italiano- Tô chorando. Idai vai fazer oque garotão?- Fiquei sentido pô. Ele levanta as mãos em rendição e da a ideia de sair da cozinha, eu seguro o seu braço de novo.- Lava o copo pra sua mãe não se levantar. Ela tá cansada.- Digo e saio da cozinha com ele resmungando.

[...]

Estamos todos na sala em família assistindo um filme péssimo. Em um sofá está eu e a Mel e no outro o Luca e a Helena. Os dois no caso estão dormindo abraçadinhos.

Me remexo inquieto. Encosto as costas no sofá mas não fico confortável.

Mel- Que fogo no cu. Se aquieta menino.- Fala baixinho me puxando pra perto dela começando a fazer carinho no meu cabelo.

Italiano- Mel eu quero mamar...- Falo manhoso abraçando sua cintura. Apoio a minha cabeça no busto dela e a mesma resmunga.- Oque foi?- Pergunto preocupado.

Mel- Eles estão muito cheios.- Fala chorosa.- Merda.- Olho pra blusa dela e vejo que começou a vazar. Chegou a hora de brilhar.

Puxo o lençol pra cima e me enfio em baixo da blusa dela.
Ponho o mamilo na boca e começo a mamar. Ela solta um suspiro provavelmente de alívio.

Seguro o seio com uma mão e com a outra faço carinho na orelha da mesma, que também começa um carinho no meu cabelo.

Mel- Sabe oque eu ia falar mais cedo?- Nego com a cabeça.- Que nós temos que ver sobre a escola deles.- A mesma fala e eu concordo.- Depois nós conversamos sobre isso.- Eu assinto.

Pra falar a verdade, a maioria das vezes a bixinha fica falando sozinha e eu finjo que escuto.
Sugo um pouco mais forte e ela me dá um tapa.

Italiano- Ai amor...- Falo um pouco embolado por conta de ainda está com o seu seio na boca.

Mel- Faz isso de novo pra ver se eu deixo tu mamar.- Fala em tom de ameaça. Nunca mais eu faço um negócio desses.

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Oi vidas

Quanto tempo né🙈

Gente eu vou avisar um coisa, essa fic é super good vibes, um negócio bem amor, família e afins
Não vai ter muito tiro, papuco, morte

Enfim é isso mesmo

Bjs quengas😭💗😍🙈

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