Capítulo 34

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Venha como você é, como você era!
Como eu quero que você seja...
Como um amigo, como um amigo!
Como um velho inimigo! (...) Não! Eu não tenho uma arma!(Come as you are - Nirvana). Vídeo na mídia.

 Vídeo na mídia

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Respiro fundo. Olho ao redor. Finalmente chego ao endereço que Dimmy falou que Irvin estaria. Erqui a sobrancelha quando vi que dava numa agência de modelos.

- Mas... Que merda! O que será que Irvin faz aqui?

Fui caminhando para lá, quando ia entrando, mãos pegaram meus braços com força me segurando, me fizeram entrar num carro ali mesmo. Já ia puxando a minha arma quando vi quem era.

- Mas que porra Irvin! Pensei que você tava em perigo!

Relaxei no banco do carona. Ele olhou para mim e sorriu.

- Você tá disfarçado, mas reconheci seu andar. Fiquei feliz em saber que Dimmy está do nosso lado. – falou com o sotaque.

- Então você sabia né? E nem me contou! Sabia que ele ia me salvar então? Por isso não foi atrás de nós?

- Sabia, deixei ele cuidar de você e Sky e fui resolver outros assuntos. – ele disse sério olhando para a entrada da agência.

Olhei também.

- Do que se trata? – perguntei. – Porque está aqui?

- Kate... – ele disse e pareceu furioso ao dizer esse nome. – ela esta ai dentro com algumas mulheres. E essas mulheres estão presas. Tudo ai é fachada. Lá dentro é uma prisão, que eles chamam de casarão. As mulheres irão ser transportadas para a Hungria hoje. E aquela amiga da tua irmã esta no meio, a Nanda. O marido dela infelizmente foi morto, por Ricardo.

- Droga! Então está aqui para resgata-las? – perguntei.

- Exato. – respondeu. – Há vários homens pela redondeza, a postos, só esperando o meu comando. Mas antes, quero ter uma conversinha com Kate. Aquela judas. – ele bateu com as mãos no volante.

- Então ficou sabendo que ela é uma traíra. – falei.

- Sim, eu soube. Ela está ai com Rafael e mais alguns homens do pilantra do Bento. Mas é hoje que pego todos eles. – ele riu maleficamente.

- Deixa que do meu pai eu cuido. – falei e ele me olhou.

- Tem certeza? – ele perguntou.

- Tenho. Ele vai se arrepender de ter matado tanta gente inocente. – cerrei meus punhos. – Me deixa a par de tudo Irvin, quero saber o que eu já perdi.

Ele mexeu nos cabelos e depois, como se tivesse entediado, tirou um charuto do porta luvas. Acendeu e ficou parecendo aqueles gangster. Eu gargalhei, ele me olhou e eu parei de ri imediatamente, ele ainda era meu capitão. Mas logo ele riu também e me ofereceu um charuto. Eu dei uma tragada. Costumávamos fazer isso quando sabíamos que a batalha seria tensa.

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