Capítulo 8

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Ela me pediu para vestir a minha melhor roupa. Pois bem, eu estava ridículo, mas a minha melhor roupa tinha gravata. Celso disse que eu estava um perfeito galã. Meu braço esquerdo ainda mostrava pontadas de dor. Mais eu sabia que ele ia ficar bom. O único que eu mexia e fazia quase tudo era o direito. Ainda bem que sou destro, pensei.

Celso empurrou a cadeira de rodas para a varanda da casa, ficamos esperando Sky. Garota pontual, ela chegou exatamente meia hora depois.

Quando desceu do carro, eu e Celso parecíamos dois idiotas olhando uma garota dos pés a cabeça. Ela estava linda. E acreditem, linda era só o apelido. Estava num belo vestido vermelho. Meus olhos hipnotizaram nos olhos dela.

- Você esta linda. – eu disse.

- Você esta um perfeito galã. - ela disse e Celso deu um sorrisinho abafado.

- Celso... Você pode ir para sua casa. Passaremos a noite fora.

- Tudo bem senhorita. – disse ele sorrindo. - Desejo a vocês uma boa noite. E saiu.

Olhei para Sky.

- Noite fora?

- Sim. – Ela disse erguendo a sobrancelha. - Você tomou seu remédio para as dores?

- Sim. Não esqueci. Porque, vamos beber? – perguntei animado.

- Não. Também da pra se divertir sem beber sabia mocinho? E você esta em estado de recuperação. Agora vamos. Vou te colocar no carro e guardar sua cadeira de rodas no bagageiro.

- Como consegue me carregar?

- Fui treinada para isto. – Ela sorriu.

Quando já estávamos seguindo caminho ela perguntou se eu estava com fome. Se eu preferia curtir primeiro ou jantar primeiro. Estar do lado daquela mulher me causava arrepios.

- Não sei... Você já jantou?

- Ainda não. – ela disse de olhos no volante.

- Então vamos jantar. Onde pretende ir?

- Para as montanhas. Tem um restaurante lá com a vista linda. Vamos fugir um pouco dessa cidade.

- Uau... Eu não sou o único aventureiro aqui não é? Mas você quer jantar ou olhar a vista? – Perguntei ironicamente.

- Ahh cala essa boca Fletcher. – ela disse sorrindo. Eu sorri também.

Então seguimos para fora da cidade.

A noite estava linda. Deslumbrante. Estava limpo, sem chuva, sem tempo ruim, como costumo falar. As estrelas estavam piscando para nós. Lembrei-me do filme a culpa é das estrelas. Isso me fez rir alto.

- Que foi? Porque o riso?

- Esse ar puro... As estrelas... Centenas delas todas para nós hoje. – Disse olhando o céu. – Lembrei-me do filme a culpa é das estrelas.

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