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PERSÉFONE SCOTT

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PERSÉFONE SCOTT

Arqueio meu quadril para que ela termine de tirar minha calça e finalmente me deixando nua por completo.

Solto suspiros excitados quando a mesma subiu seus beijos começando do meu abdômen até meus peitos cobertos pelo sutiã quase transparente.

Gemo de dor e prazer quando sinto seus dedos pequenos apertarem meus biquinhos duros e doloridos por cima do sutiã.

— Quer que eu te chupe? Em Perséfone? — pergunta baixo em meu ouvido em seguida roçando seu nariz até a minha bochecha.

— Quero que você me coma com a sua língua — digo sem vergonha nenhuma, estou a dias querendo ser comida por ela.

Vejo seus olhos arregalaram-se um pouco com a minha fala, mas logo um sorriso malicioso cresce em seus lábios.

Observo ela se sentar em cima de meu quadril quase em cima da minha boceta, olhando-me de cima, hipnotizada em meu corpo tão quanto eu estou no seu.

Vejo debaixo seus peitos gostosos com os biquinhos duros, sua boca ainda vermelha por conta do beijo de minutos atrás e seus cabelos bagunçados a deixando sexy.

— Jenny! Porra... — ofego quando sentir sua boca em meu peito o chupando faminta, a língua rodeava o meu mamilo com força sempre o chupando em seguida me fazendo ter aquele formigamento gostoso.

Já cansada de espera agarro seus cabelos a puxando para me e capturo sua boca gostosa, chupo com vontade a sua língua fazendo a mesma gemer.

— Ah porra! — solto um gemido alto quando ela aperta minha boceta com a palma da mão.

Sem conseguir esperar eu mesma rasgo minha calcinha jogando o pedaço de pano no chão do jatinho.

— Me come — murmurei sem fôlego sentindo sua mão massagear minha boceta melada, quente e agora sem calcinha nenhuma.

Necessitava. Imediatamente. Ter um orgasmo.

Desço minha mão esquerda até a sua bunda arrebitada e a esquerda desceu adentrando as coxas da mesma sentindo todo o líquido quentinho e gostoso da minha garota.

— Porra Perséfone, já está toda melada para mim? — gemo fechando meus olhos quando sinto a mais nova descer ficando no meio da minhas pernas que agora estavam completamente abertas para ela.

Ergui novamente meus quadris para ela, estava necessitada e queria que ela me aliviasse o mais rápido possível.

Ela foi deixando beijos por minhas duas coxas, indo em direção a minha buceta que já pulsava de excitação.

Soltei um gemido sofrido e puxei o lençol da cama quando ela passou sua língua pelo meu clitóris fazendo uma leve carícia nele.

— Jenny, até nisso você me enlouquece garota — sussurrei baixo e ela sorriu maliciosa.

𝐌𝐘 𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐆𝐈𝐑𝐋Onde histórias criam vida. Descubra agora