Episódio Dezessete: Sete cores

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[NOTAS]

Eu tô muito animada com esse capítulo porque eu to esperando por ele desde que comecei essa fic kkkk aí eu espero mesmo que gostem. Nesse não tem cena +18 (achei que quebraria o clima do capítulo) mas no próximo tem! Espero que isso não desanime vocês com o capítulo de hoje.

Ah, eu tinha falado no Twitter, e eu queria que, se vocês quiserem é claro, usar a tag #CoelhodaSorte pra falar da fic. Eu pensei em fazer antes, mas achei que ninguém ia usar :( mas falaram no Twitter que iam, então resolvi tentar. Eu espero que cês queiram usar, mas vou entender se não quiserem :)

Enfim, espero que gostem!

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TAEHYUNG


Estadunidenses não sabiam fazer entrevistas. Pelo menos não para cantores coreanos. Em quase uma semana desde que cheguei tive oito entrevistas exatamente iguais em que a única coisa diferente de "Você vai fazer colaborações?" e "Planeja um álbum só em inglês?", eram as perguntas sobre Jeongguk. Quando nos conhecemos, se iríamos casar - mesmo que na Coreia casamento gay não fosse válido -, e um perguntou se ele roncava. Esse foi engraçado. Eu não me incomodava tanto em falar sobre, mas era diferente quando ele não estava lá.

Era divertido quando pensávamos nas respostas juntos, ou inventávamos algo novo sobre nosso relacionamento passado que nunca aconteceu e também teve a vez em Manila durante o gap asiático que eu podia beijá-lo toda vez que eu acertava uma das respostas padrão de entrevista, já que teríamos uma juntos. Eu não tinha noção de quanta saudades sentia dele até estarmos fisicamente distantes.

— O voo para Nova York é pela manhã, senhor — Jaejoong disse, do banco da frente, ele me acompanhou na última entrevista, JiSoo-noona e Jin-hyung foram na frente pra Nova York para acompanhar de perto a produção das apresentações marcadas.

— Meu namorado ligou? — perguntei, Jaejoong passava mais tempo com meu celular do que eu mesmo. Ele me entregou o aparelho agora que estávamos chegando no hotel.

— Não, senhor. Mas o Coelho da Sorte deve ter muito com o que se ocupar.

— Jeongguk.

— O que? — ele se virou, confuso.

— O nome dele é Jeongguk, não coelho da sorte — Jaejoong deu um sorriso sem graça.

— Claro... Jeongguk, perdão — o carro parou diante do hotel, não havia paparazzi por perto, mas deviam ter alguns escondidos, Jin-hyung disse que a Dispatch estava doida por um caso de traição envolvendo Jeon e eu agora que estávamos distantes — Ah, a equipe pediu pra lembrá-lo para fazer a nota sobre Stigma, aparentemente já começaram a produção artística do álbum, querem comentários seus sobre cada faixa.

Jeongguk tinha comentado sobre o "Vendetta" ter ganhado na competição de nomes já que Yoongi-hyung não conseguiu pensar em um melhor e a produção visual do álbum seria toda uma narrativa de melancolia, amor e sofrimento, o que não combinava com meu estado de espírito atual, mas conceitos "dark" sempre eram legais de trabalhar.

— Pode ver se chegou alguma coisa? — pedi a Jaejoong quando entramos no elevador — Jeongguk disse que ia mandar algo pra mim.

— Vou ver logo em seguida. O senhor devia dormir, ao menos descansar antes do voo — ele disse e assenti, destravei o celular. Nenhuma mensagem nova ou ligação recente. Tudo bem. Ele estava ocupado e nada de estranho aconteceu ultimamente. E tínhamos feito chamada de vídeo dois dias atrás, ele tinha me desejado sorte o tempo todo. Estava tudo bem.

Lucky: e o Coelho da SorteOnde histórias criam vida. Descubra agora