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P.o.v Narrador Uni

Louis estava curioso para andar pela casa,como uma ansiedade de lugar novo e sentimento incomum de liberdade o que era totalmente contraditório devido ao seu novo estado, e assim deu três da tarde e ainda não tinha visto o Sr. Styles, apenas escutando ruídos pela residência,

Percebeu que talvez ele realmente tivesse saído de casa e o deixado sozinho, já que os sons pareciam mais como pressão do vento pelos corredores,e não passos ou similar.

Louis visitou a copa, logo depois da cozinha, viu os quartos e até o terraço fechado, demorou um poucos para conseguir abrir mas ajudou a chave estar atrás do batente da porta do local cheio de cinzas e guimba de cigarros e até charutos apagados.

Apesar de toda a sujeira espalhada, que não se comparava ao que ele encontrou na sala, ele andou por ali sentindo o vento vir de encontro ao seu corpo, como se o acariciasse de forma bruta, trazendo a sensação até as feridas em sua pele mas cravando uma estaca nas feridas que se abriram em seu interior, a tempos não andava fora de casa, mesmo sendo um terraço isso significava tanto.

Ele respirou fundo tentando não se sufocar com as dores internas e incertezas infelizes que formavam sua vida, como ele podia está nisso agora? Como podia se sentir melhor na casa de assassinos e pessoas desconhecidas que a qualquer momento para dar um recado ao seu "marido" sobre finanças o mataria sem pensar duas vezes

"Mas dois minutos apenas, dois minutos e teria acabado" - seu pensamento voltou a noite do dia anterior quando fora tirado da banheira.- Ele mordeu os lábios pois não sentia remorso pelo que quase aconteceu, ele não tinha motivos para o contrário.

Ele já se sentia morto, sentiu aquele vazio crescer e se alojar em si, se aproximou do vaso de plantas mortas talvez por se sentir como elas, sem vida e apenas esperando que alguém note isso e de um Fim piedoso.

Ele se achegou perto da beira e se sentando, para ter vista do grande território em volta da mansão uma música iniciara em sua mente,

Costumava guardar momentos nas músicas assim quando as escutasse ou em seu caso cantasse ele teria o momento novamente, aprendeu que as coisas que guardava escondida em si mesmo não lhe podia ser tirada, e foi nisso que prendeu sua sanidade.

O vento já não o incomodava mas levava seu cabelo a cair em seu rosto, e por mais que ameaçasse chover, ele estava confortável sentado no gelido mármore enquanto balançava as pernas em ordem aleatória, com os olhos fechados tentando buscar todas as suas finadas coragens para se reprimir a cada balançar de seus pés no pequeno precipício que se formava devido a altura,

Não escutando o som das escadas, ou o da porta que dava ao terraço ser aberta, sua cabeça estava longe vendo a árvore lá baixo se balançar como uma dança, associando isso a música que sussurrava.

Harry havia ficado desda madrugada passada acordado com a desculpa de que teria de arquitetar" despesas" como chamava os devedores assim como Stan que não lhe saia da cabeça sentindo o sangue ferver com o pensamento, tendo ainda Taylor que já estava a lhe encher sobre os meninos não gostarem dela, e por tal coisa até ele em si não estava gostando tanto assim dela,

Mas tinha mais coisas a se preocupar

O FBI estava lhe dando trabalho ao corta uma de suas rotas mais usadas para o porte de arma, e esse foi um motivo para não ter saído de seu escritó de manhã desde que entrará na casa, Niall e Liam haviam ligado em cam e falado com ele, percebeu Payne um tanto distante

Mas era o novo normal de Liam após a morte de Sofie. O recentes sons vindo da casa o chamou atenção sabia que todos haviam saído, a única pessoa que poderia estar ali seria Taylor mas o único motivo que ela entraria em uma cozinha seria para pegar uma faca e mata - lo, já que sempre vivia em dietas para corpo.

The never again l.sOnde histórias criam vida. Descubra agora