É nos meus termos|Capítulo 33

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Merda! Isso não podia ter acontecido. Possivelmente é questão de minutos isso estar na mídia.

Infelizmente, tivemos que chamar a polícia e ambulância para atender o segurança baleado.

O segurança foi levado para o Hospital, enquanto eu e Henrique ficamos com a parte burocrática. O local já está sendo isolado para perícia, os policiais já tomaram nossos depoimentos, amanhã teremos que ir à delegacia para formalizar, e, obviamente, abrir um inquérito com isso, uma vez que foi tentativa de homicídio.

É, acho que terei mais uma dor de cabeça...

-Dona Katrina, nossa recomendação é que a senhora não durma aqui. Temos que a levar para um lugar seguro-Lopes informa, chamando minha atenção.

Eu estava prestando atenção nas evidencias deixadas pelos bandidos, como por exemplo, as capsulas de bala, nove milímetros. Isso indica a possibilidade de uma pistola seja a responsável pelo estrago.

-Vamos para um Hotel. Cadê Henrique?

-Ele está com o delegado na sala de vídeo do prédio.

Anuo e volto a olhar para os peritos.

Será que Ricardo mandou me matar?

Vamos analisar: comigo viva, ele me tem nas mãos e, hipoteticamente, sou sua melhor opção para um julgamento em conformidade com sua vontade.

Já eu morta... O que ele tem a ganhar?

-Senhora, temos dois problemas. A impressa está aí fora, louca por detalhes. E, não estamos conseguindo falar com Sambataro.-Lopes diz visivelmente preocupado

Merda de abutres sugadores! A impressa ajuda, mas também atrapalha.

-Ficaremos no prédio então. Eles não tentarão nada por agora. Quanto a mídia, cuide de que não saia informação de mais.

-Senhora, tem certeza disto?-Lopes indaga com dúvida, confirmo.

Uma coisa é fato: apesar de ter grandes chances de ser o Ricardo o mandante dessa merda, pode ser outra pessoa. Uma vez que, no mundo judiciário, aquele nas entrelinhas de sentenças e prisões, colecionamos vários inimigos e seja lá quem for, prefere agir de surpresa. Logo, não tentará nada.

-Lopes, só mande uma equipe vistoriar o prédio e reforçar a segurança.-dou a ordem e caminho em direção a Henrique e o delegado.

-E então, o que temos nos vídeos?

-Infelizmente, nada. Eles estavam com um bloqueador de sinal e isso os ajudou a congelar as imagens durante a ação. Sinto muito, doutora.-o delegado explica.

Aninhada ao corpo de Henrique que me abraça e beija a minha cabeça, na missão de me passar tranquilidade, digo:

-Tenho a certeza que o senhor fará seu trabalho da melhor forma, agora se o senhor nos der licença.

Treinada para não Amar_ Katrina[CONCLUÍDO]Leia esta história GRATUITAMENTE!