espresso coffee

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Louis organizava o balcão naquele começo de manhã.

Estava quase acabando de deixar tudo pronto para o trabalho. Alguns copos e colheres ainda precisavam ser colocados no lugar, mas não era nenhum trabalho muito complicado. Nada que não pudesse fazer em instantes.

Nada que Louis não pudesse fazer naquele mesmo instante.

Mas havia acabado de ser impedido pelo som do pequeno sino tilintando alto, no mesmo instante em que a porta da cafeteria se abriu.

Um cliente. Logo pela manhã.

Adorável.

Louis virou-se, deixando de lado o pano que segurava e levantando a cabeça para encarar quem se aproximava do balcão.

O mesmo menino do dia anterior. O menino dos olhos verdes, cachos e pedidos confusos.

Não tão adorável assim.

Louis suspirou disfarçadamente, antes de virar-se, fingindo que estava à procura de alguma coisa, apenas para poder revirar os olhos sem que o garoto percebesse.

Retornou para o balcão de mãos vazias. Harry franziu o cenho.

— Bom dia. – o garoto sorriu, dando um pulinho enquanto agarrava as alças da mochila que mantinha nas costas.

Quem em sã consciência permanecia tão animado assim para poder ir à escola?

Pelo menos, Louis nunca sorriu daquele jeito no caminho da escola. Nem nos primeiros dias de aula. Muito menos nos últimos. Sorria apenas nos feriados, ou nas férias de verão.

Aquele garoto era totalmente maluco.

— O que você quer? – o rapaz perguntou, arqueando uma sobrancelha.

Harry fechou a cara, mas logo deu um sorriso de lado, fingindo não se importar com o modo como aquele atendente falava. Primeiras impressões sempre são difíceis de serem mudadas.

— Alguma sugestão? – perguntou o garoto dos olhos verdes, imitando Louis e cruzando os braços.

O rapaz tinha levado aquilo como um desafio.

— Sim. – Louis sorriu de forma forçada. – A minha sugestão é que você vá embora e só volte quando não estiver mais com essa cara debochada.

Harry entreabriu a boca, olhando sério para o rapaz do outro lado do balcão.

Descruzou os braços antes de bater um de seus pés contra o chão e franzir o cenho, tentando entender o motivo de tanta grosseria.

— E você por um acaso já olhou para a sua?

— Já. Linda, não é? – Louis provocou.

As bochechas de Harry queimaram.

— Não foi o que eu achei.

— Pois eu achei.

— Isso não é problema meu. Dá pra anotar logo o meu pedido? – Harry perguntou, bufando e voltando a cruzar os braços.

— Olha, eu não sei que tipo de bruxaria você bebe logo de manhã, mas eu não tenho memória boa o suficiente para conseguir guardar a quantidade de ingredientes que você usa... – Louis começou, mexendo a cabeça. – Então sugiro que vá pedir suas baboseiras em outro lugar!

Harry revirou os olhos.

— E você não é bruxo, mas virou vidente, não é?

— Do que é que você está falando?

— Para saber o que vou pedir sem eu ao menos ter dito uma palavra. – Harry deu de ombros. Louis calou-se. O mais novo sorriu.

O atendente revirou os olhos.

— E o que é que você deseja? – perguntou, cruzando os braços e começando a bater um de seus pés contra o chão. Ou ao menos era isso o que Harry imaginava que ele estava fazendo, por conta do barulho ritmado que conseguia ouvir.

— Um café. – o mais novo bufou.

— Um café? – Louis semicerrou seus olhos azuis.

— Não, amor. – Harry respondeu, no tom mais irônico possível. – Eu acabei de dizer que quero um café, mas na verdade estou esperando você me trazer uma latinha de refrigerante...

— Sem educação. – Louis respondeu, bufando alto antes de afastar-se e começar a apertar alguns botões na cafeteira.

— Só estou te imitando. – Harry sorriu.

— Blá-blá-blá. – o atendente revirou os olhos pela milésima vez.

Harry não conseguiu segurar o riso.

— Tá rindo de quê? – Louis perguntou ao virar-se para frente e encara-lo.

— Nada. – o garoto dos olhos verdes deu de ombros. – Ah, vê se coloca bastante espuma e adoça um pouco... Não muito. De uma forma que eu consiga sentir o gosto e o aroma–

— Assim está bom? – Louis interrompeu o garoto ao abrir a pequena garrava de café e despejar uma colher de açúcar dentro do recipiente. Remexia com a ajuda de uma colher enquanto sorria de forma forçada para o menino do outro lado do balcão.

Harry semicerrou os olhos.

— Tá.

— Em que copo você quer?

— No maior. Vou precisar de muito café para conseguir aguentar você por perto. – respondeu, soltando uma risada fraca.

— Como você é engraçado, não é? – Louis levantou as sobrancelhas, entregando ao garoto um grande copo de café.

Harry sorriu, agarrando seu pedido com uma das mãos, enquanto deixava em cima do balcão o dinheiro necessário para pagar o café expresso.

— Alguém aqui tem que estar de bem com a vida, não é mesmo? – Harry sorriu. Louis bufou. – Não se preocupe, eu volto amanhã. – disse, antes de começar a se afastar daquele atendente mal-humorado.


SOCORRO

ANTES D TUDO, QUERIA DIZER Q TAMO IGUAL AQUELE DITADO NE:

DEMOREMO MAI CHEGYEMO NOI SEMO CAIPIRA MEMO

NOSAS ENFIM EU VOLTO RESSURGI DAS CINZAS COM MTAS DIFICULDADES PELA VIDA MAS EH

EU JURO DE DEDINHO Q ESTOU TENTANDO ATT AOS POUCOS CADA FICZINHA MINHA ENTAO VAMOS COM CALMA VAMOS RESPIRAR TODOS JUNTOS

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EH ISSO AI ESPERO Q NOA TENHAM DESISTIDO DE MIM

AMO VCS MAIS Q TUDO NESSE MUNDO

VAO LA NO MEU PERFIL VER AS Q EU ATUALIZEI PLS

BJ BJ

BYEBYE

ALL THE LOVE AS ALWAYS .S.S.SX.X. OPA

coffee shop // larry stylinsonOnde as histórias ganham vida. Descobre agora