Calebe - Piranha, mas piranha do AMOR!

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Os dias foram passando e eu realmente recebi um comunicado de Lady Nara querendo esclarecimentos a respeito do recente uso do quarto sem entradas no caixa naquela rubrica. Numa reunião rápida, esclareci que o caixa não recebeu entradas porque não tinham entradas. A mulher parecia furiosa e eu disse que não se preocupasse, afinal os lucros dos dias anteriores eram suficientes para cobrir essa minha pequena abertura. Eu tinha dinheiro sim, mas jamais pagaria aquela conta, considerando que dos "programas" que eu fazia nem um centavo entrava no meu bolso, já que eu era voluntário.

Ela falou que não era pelo dinheiro, mas pelo nome da casa, já que um dia meu sem trabalhar havia lhe causado a ligação de 3 clientes fixos que não conseguiam contato e estavam desapontados. Ah, que se danem! Saí dali e fui curtir meu segurança no conforto do meu tapete persa.

Eram engraçadas nossas escapadas: no começo ele ficava receoso de qualquer contato comigo que não fosse sobre o serviço, até que um dia eu o fiz ceder.

Entrei no quarto, pedi a ele que me ajudasse a estalar os ossos das costas que me doíam. Estava esticado na cama, com o bumbum ao vento e ele já ia saindo quando eu pedi que esperasse e fizesse o que pedi, porque estava mesmo me incomodando. Mesmo com recusas, ele subiu na cama e começou uma deliciosa massagem. Quando ganhei sua confiança, dei-lhe o bot: impulsionei o corpo para trás, me joguei em cima dele fazendo-o ficar estendido na cama. Num rápido e calculado movimento peguei a algema no criado prendi um de seus pulsos no estrado da cama.

- me solta, por favor, isso não é profissional.- ele estava visivelmente preocupado e irritado. Adoro. Queria que descontasse sua irritação em outra coisa.

- shh... Calado! Se alguém ouvir seus berros aí sim será um problema.

- por favor, me deixa ir. - eu ria do jeito dele. Prendi sua outra mão no estrado, dei um beijo leve em sua boca, antes de enfiar um lenço de algodão lá dentro.

- desculpe, é para o nosso bem. - ele esbugalhou os olhos num claro sinal de preocupação com o que eu poderia fazer dali em diante. Coitado! Das coisas que eu queria fazer com ele nada envolvia um cadáver.

Levantei, fui até a porta, verifiquei que o corredor estava limpo, voltei para o quarto e tranquei a porta. Fechei as cortinas, apesar de estar um lindo dia lá fora, queria um ambiente mais acolhedor. Liguei o ar condicionado, o sistema integrado de som, para o caso de ele querer gritar por socorro (o que eu duvidava, modestia a parte), acendi as luzes com baixa intensidade, e me voltei pra ele prendendo também seus pés na cama.

- pronto. - disse subindo na cama e deitando em cima dele - agora somos só nos dois! - ele insistia em arregalar os olhos e fazer grunhidos com a boca.

- calma, moço! Ate parece que não me conhece! - ele revirou os olhos. Lambi sua orelha.

- está quente aqui, né... - ele sacudia a cabeça em negação - ah, mas está sim... Vamos tirar toda essa roupinha de rapaz comportado. Aliás, não. Hoje vamos brincar de segurança e e segurado... Sempre quis fazer sexo com homens de uniforme e você me parece perfeito, exceto pelo fato de que seu amiguinho ainda está escondido. Vou encontra-lo mostra-lo a luz. O que você acha? - perguntei com o rosto bem próximo ao seu, mas com a mão já dentro de sua calça. Ele gemeu. - óh! Achei.

Abri a braguilha de sua calça, coloquei o pênis dele pra fora e fiquei apertando a cabeça.

- eee parece que alguém quer brincar! - ele só gemia.- vamos começar?! Ah, eu não quero mesmo uma reposta.

Como se fossemos fazer um 69, deixei minha bunda à mostra, porque queria incentivalo, abocanhei seu pau e chupava tranquilamente. Daquela forma eu podia aproveitar a mamada sem nenhum tipo de interferencia dele. Continuei naquela por mais um tempo e decidi que queria mais. Parei de chupa-lo e comecei a elogiar seu pau, a dizer que ele era um homem muito gostoso e cheio de atributos, que aquela calça deixava suas pernas muito atraentes e enquanto isso o suor escorria por sua testa, apesar do ar condicionado ligado.

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