Thiago - O Negão que me comprou no leilão...

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- Lady Nara disse tudo o que você gosta! Hoje eu vou te mostrar que um pau de verdade nem se compara com um vibrador! - Ele colou os lábios aos meus e eu sucumbi de imediato, chupava a sua língua com sofreguidão, suas mãos começaram a passear pelo meu corpo de forma desavergonhada e ele me tomava para si como uma mercadoria pela qual havia pago, eu sabia, havia sido caro, mas ali nos braços dele nada daquilo me importava. Por mais que eu soubesse algo de sua história, ainda era pouco, eu queria saber mais e mais. Me peguei pensando se o que eu sentia era paixão, mas decidi viver aquele momento e deixar as conjecturas para quando elas fossem realmente necessárias.

Segurei em sua nuca e como num choque eu tremi inteiro, ele suspirou sem parar de sugar a minha língua, sentia a sua ereção no meu umbigo, a minha estava à toda também, o cheiro dele era algo próximo do divino, não falo aqui de seu perfume, mas sim de seu odor pessoal, era forte e másculo como ele todo. Suas mãos entraram pela lateral da regata e ele segurou as minhas carnes com gosto me soltei dele e sua feição era a de um homem degustando uma rara iguaria, lambeu os lábios, e, que lábios.

- Tu nem imagina como eu quis isso! – Ele revelou entre envergonhado e empolgado – Bati várias punhetas pensando em você! – Ele revelou e o seu jeito de menino me encantou, em seguida o seu olhar ficou turvo, ele me encarava com a mesma intensidade de desejo que eu. Ele me queria e eu nem sei precisar o quanto eu o desejava. Tirei o seu blazer e o joguei longe, abri os botões de sua camisa e para minha surpresa ele era completamente liso.

- Lisinho... – Eu disse sorrindo.

- Não tenho pelos, infelizmente. – Ele me olhou como se sentisse vergonha daquele seu traço, tirei sua camisa com paciência e apreciei a bela obra de arte à minha frente, o peitoral era trabalhado, gominhos no abdômen e eu só queria adorar aquele corpo.

- Você não precisa de pelos, é gostoso assim mesmo. – Falei sorrindo, passei a mão pelo seu tórax e quando meus dedos passaram pelos seus mamilos eu o vi arrepiar, suas mãos desceram pelo meu cóccix e eu gemi safado.

- Porra, essa noite vai valer a pena! – Ele falou empolgado, voltamos a nos beijar e ele enfiou a mão por dentro daquele micro-short que eu vestia, segurou a polpa com vontade e me puxou para si, quando percebi ele me segurava, dei a volta por seu corpo com as pernas e aí o seu dedo atingiu o meu cu e eu gemi de novo. – Geme pra mim safado! – Ele falou como se pedisse. Agarrei o seu pescoço e eu me sentia no céu tendo ele tão perto de mim, de um movimento ele me jogou no colchão, quiquei rapidamente por causa do impacto e então percebi que havia pétalas de flores ali colocadas, pois elas caíram em meu rosto. – Que visão hein? – Ele falou maroto. Eu passei os braços pelo tecido macio do lençol, sentindo o toque das pétalas e derrubando algumas, ele desabotoou a calça e eu vi que ele estava com uma cueca branca, daquele tipo sem costuras, ajoelhado na cama ele se aproximou e ficou entre as minhas pernas, foi descendo lentamente me encarando – Tu é uma delícia, Thi! – Ele sussurrou no meu ouvido.

- Você que é! – Ele estava quase nu e eu ainda todo vestido – Quer que eu tire essa roupa? – Perguntei.

- Calma, a gente tem a noite toda! – Ele falou e me beijou novamente, nossos paus roçavam um no outro, a boca dele era doce e chupava a minha com vontade. Segurei em seu peitoral e ele sorriu pra mim, engraçado que o Edu era um homem sério, mas o seu sorriso era algo angelical e talvez por isso ele não mostrasse os dentes com frequência, eles eram hipnóticos. Por fim ele deitou na cama e eu fui por cima dele. – Tira a roupa pra mim? – Ele pediu e eu levantei de pronto, lentamente tirei a camiseta, ele passava as mãos em minhas pernas enquanto isso, desamarrou os tênis e eu fiquei apenas de short.

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