Thiago - Porque nem só de vingança vive o homem!

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*Galerinha, tudo bem? Olha só estamos chegando ao final dessa história, mas ainda temos algumas surpresas, nos aguardem! Beijos!

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Quase todas as noites o Mauro aparecia no Diamonds, seja rápido ou não ele ia me ver, nas noites de folga nós sempre transávamos como dois desesperados, gemendo alto, fazendo barulho, derrubando móveis. No chão, na cozinha, no sofá, no quarto, no banheiro dele ou no meu. Não importava, a única coisa que importava era que estivéssemos juntos.

Ele me pedia todos os dias para massagear meus pés, aquela tara dele estava me fazendo ter cada vez mais cuidado com eles, massageava-os, perfumava-os, fazia esfoliações e hidratações diversas para que ele continuasse a beija-los, lambê-los e em algumas ocasiões até gozava neles para em seguida lamber.

Nosso sexo era sagrado e profano ao mesmo tempo, com o tempo ele mostrava mais e mais os dois lados dele, um que era como um ursinho, um filhote louco por atenção e ordens e em seguida um animal rugia dentro dele e me deixava saber que eu era a presa, muitas vezes indefesa, de um animal de grande porte que me queria, que me desejava, que me fazia de companheiro, de fetiche, de dominador, de fêmea e de macho dele. Éramos tudo um para o outro a sós na penumbra ou com as luzes acesas, éramos só nós.

Naquela noite de sexta ele havia bebido a noite toda me encarando, eu vestia um short curto que marcava as minhas pernas recém-depiladas, usava uma bota e uma regata, não era uma noite especial, eu é que a havia tornado especial com a sua presença. Naquela noite estavam em volta de mim Lady Nara e Mauro, meu Mauro como eu já o chamava em meus pensamentos e em nossa cama. Os dois com olhares de lince me comiam com os olhos, eu estava quase surtando de tesão, os dois me tinham, os dois me queriam e eu queria os dois de maneiras diferentes.

O Mauro eu queria como namorado, Lady Nara como amiga, eu sabia que o nosso relacionamento de Dominadora/Submisso tinha data de validade, mas sei também que ela não pretendia me liberar sem uma boa sessão de despedida.

- Thi, daqui a vinte minutos vá ao meu escritório, precisamos conversar... - Ela disse batendo no tampo de mármore do balcão. Olhei-a em expectativa e ela me sorriu.

- Tá encrencado? - Mauro sussurrou rindo de mim. Eu chamei o ajudante e dei umas coordenadas, em seguida fui até meu ursão, segurei no cós de sua calça e sob o olhar atento, orgulhoso e risonho do Bruninho eu carreguei o Mauro pelo Diamonds, eu dava as cartas ali e ele se deixava conduzir.

Entramos numa suíte térrea e o joguei contra a parede.

- Temos exatos dezoito minutos! - Falei em tom de aviso.

- Não vai dormir comigo hoje? - Ele parecia decepcionado.

- Não, mas amanhã e depois sim! - Mordi o seu queixo.

- Posso saber o porquê? - Ele segurou o meu rosto com força formando um bico em minha boca.

- Tenho que ajudar Lady Nara com algumas coisas... - Eu arfava, puxei sua mão e a coloquei na minha bunda. - Tu notou esse zíper traseiro no meu short? - Eu falei como se fosse um segredo e ganhei um grunhido como resposta. - É pra facilitar o teu trabalho, quero que tu me coma assim, ouviu?

- Tira essas botas! - Ele mandou, estávamos os dois em brasa.

Andei rebolando até a cama, sentei-me de frente a ele que estava encostado na parede me olhando, tirei vagarosamente as botas, arqueei os pés delicadamente e ele soltou o pau de dentro da calça jeans, mesmo com a parca iluminação eu via brilhar o seu pré-gozo. Minha boca umedeceu, me coloquei de quatro, abri o zíper daquele short liberando a minha entradinha.

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