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Fernanda saiu do banheiro correndo, com a toalha enrolada em seu corpo e a expressão de raiva no rosto.

-- Droga, droga, droga. -- Ela disse, revirando suas roupas limpas sem sequer se lembrar que Alane estava ali.

-- Algo de errado? -- A outra perguntou e Fernanda assentiu.

-- Minha namorada é um pouco brava quando se trata de eu perder o horário. - Fernanda informou, prendendo a toalha nos dentes antes de começar a colocar a calcinha por debaixo da toalha. Alane acompanhou o movimento, que foi rápido, porém sexy.

Seu desespero começou quando Fernanda se virou e removeu a toalha, deixando suas costas à mostra e suas nádegas, afinal usava uma minúscula calcinha branca. Alane sentiu algo começar a crescer entre suas pernas e levou uma mão até seu membro, apertando ele levemente no intuito de acalmar seus nervos. Fernanda se abaixou e vestiu um short jeans, porém a visão que deu para Alane fez seu sexo latejar e ficar duro igual pedra. Maldição!
Praguejou mentalmente.

Fernanda prendeu o sutiã ao corpo, mas Alane pôde ver de relance o bico de seu seio e novamente seu pênis pulso em sua roupa. Ela não usava roupa íntima, pois Fernanda havia emprestado um short de seda e dado a ela uma calcinha nova, tão pequena que provavelmente apertaria suas bolas a ponto de deixá-las roxas e deixaria todo seu membro para fora.

-- Você é lésbica? -- Fernanda perguntou ao ver o olhar de desejo que estava impregnado no rosto de Alane. -- Oh, céus, eu sinto muito. É que como você disse que preferia não saber se foi pareada com alguém pensei que fosse heterossexual igual minha amiga Beatriz.

-- Tudo bem. -- Alane disse, desviando o olhar para qualquer ponto no teto, já que Fernanda estava apenas de sutiã. A menina vestiu uma camisa branca com letras negras onde dizia: I love New York, mas a verdade era que ela detestava aquela cidade. Foi lá onde o idiota do cientista LA Reid causou a própria morte e a de bilhões de homens, gerando o vírus causados da desgraça dos últimos treze anos. -- Não tem medo de me deixar sozinha aqui e eu roubar algo?

-- Só tenho comida para ser roubada e, bem, você já vem fazendo isso há uma semana, então eu não perderia nada. -- Fernanda disse sorrindo. -- Eu já vou indo. -- Fernanda disse, indo em direção a Alane para dar um beijo no rosto. Tinha essa mania, porém, para a sua surpresa, a garota deu um passo atrás e começou a caminhar por trás do balcão, como se fugisse de Fernanda.

A menor deu de ombros e simplesmente mandou um beijo no ar.

-- Volto pela manhã, me espere para o café. -- Ela disse, sumindo pela porta de aço do trailer. Alane deu um suspiro aliviada e puxou o cós do short, vendo seu pênis completamente endurecido.

-- Você deveria se comportar, meninão. -- Ela disse, o encarando. -- Não podemos ser pegos.

Ela caminhou até a cama e começou a pensar em coisas aleatórias, até finalmente sentir sua excitação diminuir e enfim pôde descansar tranquilamente.

O último pênis ( Fernanda e Alane )Where stories live. Discover now