Harry Potter Dark

By PunkRed

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Quando Harry matou Quirell no seu primeiro ano algo despertou nele, um frio... Uma fome... Talvez fosse isso... More

Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
II - Capítulo 1
II - Capítulo 2
II - Capítulo 3
II - Capítulos 4
II - Capítulo 5
II - Capítulo 6
II - Capítulo 7
II - Capítulo 8
II - Capítulo 9
II - Capítulo 10
II - Capítulo 11
II - Capítulo 12
II - Capítulo 13
II - Capítulo 14
II - Capítulo 15
III - Capítulo 1
III - Capítulo 2
III: Capítulo 3
III: Capítulo 4
III - Capítulo 5
III - Capítulo 6
III - Capítulo 7
III - Capítulo 8
III - Capítulo 9
III - Capítulo 10
III - Capítulo 11
III - Capítulo 12
III - Capítulo 13
III - Capítulo 14
III - Capítulo 15
III - Capítulo 16
III - Capítulo 17
III - Capítulo 18
III - Capítulo 19
III - Capítulo 20
III - Capítulo 21
III - Capítulo 22
III - Capítulo 23
IV - Capítulo 1
IV - Capítulo 2
IV - Capítulo 3
IV - Capítulo 4
IV - Capítulo 5
IV - Capítulo 6
IV - Capítulo 7
IV - Capítulo 8
IV - Capítulo 9
IV - Capítulo 10
V - Capítulo 1
V - Capítulo 2
V - Capítulo 3
V - Capítulo 4
V - Capítulo 5
V - Capítulo 6
V - Capítulo 7
V - Capítulo 8
V - Capítulo 9
VI - Capítulo 2
VI - Capítulo 3
VI - Capítulo 4
VI - Capítulo 5

VI - Capítulo 1

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By PunkRed

Dark Harry Potter; Livro 6

Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore, Ordem de Merlin, primeira Classe, Grande Feiticeiro, Cacique Supremo... O maior homem de sua geração, aquele que lutou contra bruxos das Trevas e venceu todas as lutas. Dumbledore, aquele que um dia realmente governaria o ministério da magia.
Dumbledore, um homem de muitos feitos não se orgulhava de todos mas também não se arrependia. Tudo que fez foi para o bem maior, para que o mundo mágico não sofresse mais com guerras e conflitos. Mas mesmo com tudo isso, sua mente ainda era um caminho tortuoso e lhe cobrava sobre tais atos.... O mais recente sendo a morte de seu querido aluno Harry Potter, que sempre foi um jovem tão forte e capaz, teria um futuro incrível se não tivesse caido para o lado negro. Lhe dois pensar em como Harry e Tom lutaram juntos, pensar que até mesmo Tom Riddler e Harry Potter fizeram o que ele não teve coragem de fazer.

Mas ja mão era mais hora para isso, nesse momento ele tinha que focar naquela missão. Cinco Horcrux ja se foram, o diário, o diadema, o anel, a cobra e Harry... Ele havia tido uma grande perda mas valeu a pena ja que muitos ganhos vieram. Os olhos azuis elétricos cairam para seu braço direito, com magia foi possível o colocar de volta mas nem isso conseguiu impedir que a maldição do Necromante morto, felizmente Severus o estava ajudando com poções para retardar o processor, nesse momento ele tinha apenas aquela chance para dar um fim no que restou do Lorde das Trevas Voldemort, e não perderia ela.

A sua frente as ondas batiam fortemente nas rochas lisas, a gramde caberna tinha uma aura fria morta que seria impossível de se passar sem ser magico. Sem mais demora Dumbledore pulou no mar, nadando contra as ondas em direção da entrada. La ele pode lançar um feitiço de secagem usando sua antiga varinha de Penas de fênix e em fim passar pelo sacrifício de sangue... Algo naquela caverna o dava calafrios e ele so pode saber no momento que lançou um feitiço de luz para o alto da carverna. Nas paredes, como morcegos haviam milhares de Dementadores, empilhados e parados, eram grandes, fortes e incrivelmente assustadores como se todo o tempo que estiveram ali tivesse os deixado muito mais crueis do que ja estiveram um dia.

Dumbledore vacilou un passo... Não havia o que fazer, ele tinha que passar por eles para pegar o colar. De forma lenta o homem puxou o barco tentando evitar fazer muitos movimentos, mas no alto os Dementadores ja havia o visto, desde o início na verdade. Eles sabiam a quem pertencia a caverna e o que era escondido ali então deixaram o homem passar de boa vontade.

Quando Dumbledore em fim chegou a culpula que mantinha o colar escondido pela poção ele sentiu o peito apertar levemente... Não havia muito o que fazer ali afinal. - Grup! - Chamou de maneira triste, o som de um elfo chegando ecoou pela caverna e o homem so pode afastar a culpa antes de levar a mão para a concha e a encher do líquido maldito. - Beba. - Ordenou, o elfo olhou assustado para o mestre antes de beber o líquido. Uma vez, duas vezes, três vezes... Ele gritava e ginchava, implorava para par mas Dumbledore comtinuou forçando o líquido no pequeno ser inocentre, lhe molhando as vestes tanto de lágrimas quanto da poção. Quando o homem finalmente viu o colar ele parou, pegando o pingente de maneira feliz. - Você fez bem, é hora de beber água. - Falou acenando para o lago em volta deles. O elfo trêmulo e chorão se arrastou pela ilha até chegar no lado tocando a superfície com cuidado e em fim levando o liquido aos lábios, ou tentando pois antes de chegar a tocar a boca um mão morta saiu da água plle apertando o pulso e o puxando para a água gelada, afogando o pobre ser.

Dumbledore observou aquilo de maniera triste, mas haviam sacrifícios que precisavam serem feitos. Da mesma forma que ele chegou, se foi, levando com si o colar Slytherin que tanto procurou.
Estava mais um passo a frente, logo poderia livrar o mundo de mais um lorde das trevas.

*

Caos.

Foi isso que se início no momento que os jornais anunciaram a grande notícia.

"Harry Potter está morto"

Jornais de todo mundo contavam como o ex diretor Dumbledore invadiu a escola e matou o garoto que sobreviveu, contavam a todos que seu professor a qual era um amigo íntimo também foi atacado e morreu ao lado do menino que sobreviveu. Todos sabiam que Dumbledore não so entrou na escola com a ajuda de Minerva Mcgonagall a ex diretora como também tentou mata-la...

Foi ai, nesse mesmo momento que o caos começou.

- Então vamos, alguém tem alguma dúvida? - Neville perguntou alto. Ele vestia longas roupa negras, colete de couro e botas longas, em sua mão a varinha mágica repousava como um aviso que caso alguém errasse, receberia o feitiço que ja brilhava em sua ponta.

Ninguém falou nada.

- Não queremos nenhuma parede em pé. - Ronald avisou. Seus olhos azuis passaram pelos comensais da morte enfileirados com máscaras e capuz.

Todos estavam em um grande terredo que se estendia até a beira do mar, apartir dali haviam um forte feitiço que repelia qualquer pessoa, ser ou criatura. Ou deveria ja que Ronald havia acabado de derrubar as enfermarias que mantinha a grande e temida Azkaban escondida do mundo.

Em volta dos Comensais da morte grandes dementadores voavam, irados com as notícias recentes, se não fosse por Hermione, Neville e Fred eles nunca poderiam saber sobre seu "pai". - Caso algum auror apareça vocês não devem lutar, apenas peguem os pressos e vão para mansão, cuidaremos dos aurores. - Hermione garantiu.

Todos concordaram e em um aceno de Narcisa Malfoy todos aparataram juntos para o lugar a qual foi casa de seus companheiros. Os Dementadores voaram em volta sugando a alma de detentos alheio a qual podiam matar, como Dolores Umbridge que foi jogada no mar gelado logo após ter sua alma devorada.

Quando Narcisa tirou sua irmã dos grilhões onde era mantida um som alto de sirene soou, barulhento como o inferno fazendo todos se assustarem. - Pegem os Comensais e saia. - Neville gritou, sua voz se tornando mais e mais bruta conforme ele crescia de tamanho, força, e crueldades. Ainda haviam pessoas alheias na muralha quando sua grande mão acertou as paredes a fazendo desmoronar como bloquinhos de brinquedo, chamas sairam das varinhas dos Comensais quimando tudo. Quando os aurores finalmente chegaram foram surpreendidos por feitiços poderosos que faziam seus escudos falharem. Raízes cortavam o solo afundando pelo corpo deles e rasgando o coração, feitiços letais faziam seus corpos cairem sem eles nem mesmo conseguirem distinguir o que estava acontecendo.

Ronald e Hermione riram cruelmente quando viram o banho de sangue. Atrás deles Azkaban queimava com o mar coberto de cadáveres, no ceu os Dementadores voavam fazendo sombras devido a luz pálida da lua.

- Acabamos então. - Hermione falou parando ao lado de um corpo, olhando com raiva para ele por reconhecer ser um dos seguidores de Dumbledore.

- Apenas mais uma coisa. - Ronald falou antes de subir sua varinha ao céus e iluminar a noite com o grande crânio verde que era serpenteado por uma cobra, mas a diferença dessa vez era que cortando o grande crânio havia uma rachadura em formato de raio... - Vamos embora. - O ruivo chamou, segurando na mão de Hermione e aparatando dali.

O mundo mal conseguiu se espantar com a destruição de Azkaban quando mais ataques ocorreram, inicialmente foram anunciados como ataques de ódio a qualquer um, mas todos sabiam a quem eram os ataques, e quem os fazia deixava claro o que estava acontecendo.

Os primeiro acair foram Emalya e Dedalo Doggy, apoiadores fiéis que estavam envolvidos com a queima da mansão Peverell, consecutivamente seguiu a queda de cada um que estava naquela noite. Embora todos estivessem temendo a guerra que os Comensais estavam fazendo a maioria sentia que isso não os atingiria, não por ignorância e sim por saberem a quem era direcionados os ataque.

- Vocês devem parar, tudo isso... Não pode ser assim. - Molly chorava aos filhos que estavam do lado de fora da barreira. Ronald balançou a cabeça em quanto Jorge negrava.

- Isso vai continuar até que todos paguem mamãe. - Falou firme.

- Mas vocês correm perigo! Se forem pegos o que acontecerá se não a morto de vocês?! - Rebateu, chorona com a idéia de seus filhos. A mulher e sua família estava presa na grande própriedade a quatro dias e não podiam fazer muito além de esperar tudo acabar.

- Se for para morrer com honra o faremos, lutamos pela verdade e isso vamos carregar para a próxima vida. - Fred brandou, era um pensamento duro que seus longos estudos de alto controle e hora lhes davam.

Molly se pôs a chorar mais em quanto assisita eles sairem, ela não ligava para a guerra, para Dumbledore nem para nada... Queria apenas suas crianças bem, queria poder tocar seus filhos, abraçar Harry, Hermione e Neville... A mulher chorou, assim como o céu naquela noite.

Os jornais noticiavam a morte de integrante da ordem das Fênix quase diarimente, e em todas as notícias tinha a foto da grande marca negra e de uma carta escrita pelos próprios mortos dizendo o motivo da morte.
Naquele momento todos ja sabiam que os Comensais queriam a morte de Dumbledore, do ministro Fudger e do auror Kingsley... Dezembro nem havia acabado e todas as comemorações pareciam ter ocorrido a anos...

- Vocês deveriam parar com isso! Eu já disse! - Fudger brigou, batendo a mão na mesa, mas os jornalistas a sua frente apenas suspiraram. O homem era deplorável, tanto poe dentro quanto por fora. Ele tremia e suava, seus olhos fundo indicava que naoe dormia a dias e se as roupas amassadas mostrava algo era que ele estava dormindo no sofá do escritório a dias.

- Nosso dever é mostrar ao mundo a verdade ministro. - um deles zombou. Fudger iria falar algo quando o som de um livro caindo o fez pular e tremer como bambu verde.

- S-saíam, agora! - Os jornalistas sairam revirando os olhos, ele era deprimente.

Mas a ilusão de que o ministério era o lugar mais seguro para si logo acabaria. Nesse exato momento um rapaz alto e bonito andava pelo salão do ministério, ele era jovem de olhos ônix e um sorriso encantador.

- Senhor Zabine, senhorita Lovegood, obrigado por esperar. - A mulher que atendia a eles falou sorrindo para os dois.

- Não tem problema, podemos ir? - A loira perguntou gentiu, recebendo um aceno de concordância.

Blasio guiu Luna até a área onde seria a sala de Lucius Malfoy, que por sua vez era bem em frente a sala do então ministro da magia. A porta estava bem fechada com feitiços de proteção mais inúteis do que o próprio homem.

Toc toc

Luna bateu na porta, sua voz doce ecoando alto.

- Senhor Malfoy? Sou Luna Lovegood do O'pesquim. - Na sala trancada o deprimente ministro pulou da sua mesa assustado. O'pesquim era o único meio de comunicação que não era a favor dos Comensais e sua vingança, na verdade haviam até mesmo pedido publicamente para o povo proteger o ministro! Oh sim, eles poderiam o ajudar, não?! Eram os únicos que estavam com ele afinal.

Saindo trêmulo o homem abriu a porta com facilidade, olhando pela brecha as duas pessoas na porta a frente. - S-senhorita Lovegood! - Falou choram, saindo em fim da porta, seu chapéu sendo apertado nas mãos trêmulas. - Você pode me ajudar, não? Alguém tão bom quanto você e seu pai. - A loira arregalou os olhos de forma surpresa antes de sorrir gentil, acalmando o coração do homem a frente.

- Senhor Ministro, que bom que o senhor esta bem... Ficamos tão procupados. - Disse doce.

- É claro que podemos ajuda-lo, senhor ministro. - Blasio garantiu. - Isso é um grande problema, e temos que expor ao mundo a barbaridade que fazem. - Falou firme.

- oh, sim, meu rapaz, temos que o fazer. - Fudger respirou aliviado. - Venham, venham, entrem. - Falou abrindo a porta para eles passarem.

Luna sorriu antes de entrar, seguida por Blasio e em fim, Fudger. A loira sorriu doce ao ministro em quanto se apoiava na mesa. - O senhor esteve todo esse tempo aqui? Que bom que esteve seguro, sua casa acabou virando um caos com todos nós atrás de você. - Ela falou pegando uma pena na mesa.

- Sim, sim, tudo deve esta revido. - Fudger suava. Atrás dele Blasio abria um livro ou outro de maneira entediada. - Agora, eu preciso de ajuda, um lugar seguro para ficar até tudo se acalmar. - Falava.

- Sim, e nós temos o lugar mais seguro para o senhor. - Blasio foi até ele colocando a mão em seu ombro, o sorriso afiado não sendo perdido por Fudger.

- O-o que? - Tentou se afastar mas o rapaz era incrivelmente forte o mantendo ali.

- Matando a todos... Chegando cada vez mais perto... - Luna falou doce. - Deve ser difícil ver os homens cairem um por um, cada vez mais perto de você. - A loira se aproximou com um papel e uma pena longa. Seus olhos brilharam em quanto prendia os de Fudger, hipnotizado o homem. - Por que não nos conta tudo que fez para isso acontecer? - Sorriu feliz quando as mais trêmulas pegaram a pena e o papel e, de forma frenética contava tudo o que fez sob os olhos afiados e brilhantes daqueles dois enviados das trevas.

Todas as manchetes diziam a mesma coisa, Fudger se matou após escrever tudo que fez de ruim no ministério, deixar arquivos, cartas tudo que provava sia corrupção, mandados de assassinato, bloqueio de ensino... Tudo, e tudo estava exposto na primeira página do jornal.

As mãos velhas de Dumbledore tremiam em quanto ele jogava o jornal nas chamas da lareira. Estava errado, tudo estava errado! Hogwarts estava na mão de Severus que haviam o deixado de lado, Minerva não falava com ele, assim como a Toca que estava trancada a qualquer um... Todos seus seguidores estavam fugindo dele com medo de serem mortos e agora so lhe restava aquela velha e deplorável casa onde um dia vivel a infância... memórias ruim vieram a mente, momentos em que seu pai o batia, quando o irmão brigava jogando em sua cara tudo que ele deixou de fazer... Sua mãe chorando pela prisão do pai, sua irmã triste e completamente quebrada... Aquele frio em seu corpo so aumentava junto com as lembranças ruim.

Seu braço negro se deteriorando mais e mais, em quanto ele apertava a falsa Horcrux em mãos.

Ele estava arruinado. Alvo Dumbledore estava arruinado tendo como último combustível a raiva. Não podia mais esperar, faltava tão pouco, ele tinha que destruir as outras Horcrux!

***

PRIMEIRO CAPÍTULO! EEEH

...Mas pessoinhas do meu coração, eu to bem desanimada com a fic... Desculpa por isso, mas mesmo assim eu não vou abandonar ela então diferente de antes vai haver um intervalo entre as postagens, okey?

Sinto muito por isso, desde ja.

O próximo sai na quinta-feira.

Se cuidem, saúde a todes!

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