The New Love Story, Part 1

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Parei de contar depois do décimo...

[7] Olá, meu nome é Lee Anne Karter. Trabalho na Biblioteca Central de Seattle. Bem... essa, é a minha história... ou, uma parte dela. Eu não sou popular, nem sociável, sou uma morena de óculos, cabelo castanho-escuro, e olhos quase pretos. Não sou muito alta, tenho um metro e sessenta de altura, e sou bibliotecária... passo o dia lendo, história de todos os tipos que você possa imaginar. O que as vezes se torna estressante, principalmente a parte que tenho que fazer relatórios diários sobre o desenvolvimento da cidade de Seattle de dentro da biblioteca. É que mantemos relações com os órgãos públicos... e diante de minhas competências, tenho algumas responsabilidades extras. Sou formada em literatura e ciências da computação... e cá para nós... já invadi alguns servidores bem bacanas.


** Foi um dia cheio... então sai para beber um pouco e afundar as mágoas nos copos de Whisky**

Foi mais um ótimo dia. Como sempre, os negócios iam bem. Despedi-me da recepcionista e fui para um bar ali perto comemorar mais um dia de sucesso.

** Depois do quinto copo... um homem sentou ao meu lado**

- Pelo visto... o dia não está tão ruim para todo mundo.

Olhei para a mulher ao meu lado. Parecia ter se embebedado até não aguentar. Sorri simpaticamente.

- Coração partido?

- Corações destruídos não podem mais ser partidos... só estou relembrando a dor...-Bebo mais um copo.

- Te entendo. - Tomei um gole de minha bebida.

- E você? ... por que está tão radiante?

- O dia foi bem. Os negócios foram bem. Tudo foi bem na verdade.

- Eu costumo dizer que quando está tudo bem... é sinal que algo vai dar muito errado...

- Talvez eu me apaixone por você. - Rebateu o homem, agora, um pouco bêbado.

**Engasgo com a vodca **

- Tá maluco?!. Não brinca com isso guri.

Ele riu

- Seria algo ruim. Não seria?

- Não é bem isso, você é um gato.... É que... diante das minhas decepções... eu só estaria esperando você me decepcionar também.

- Se espera pela decepção, é só isso que vai ter.

- Como saber se você é o certo? - Rio sarcasticamente

- Arriscando.

**Poio o copo em cima do balcão e o beijo intensamente **

Me surpreendi com aquele beijo inesperado, mas então retribui o mesmo com intensidade. Minha língua invadia sua boca lentamente

- Estou bêbada... será que isso é o certo a se fazer?

- Foi você quem me beijou.

- Eu sei... e sinceramente... quero muito mais que um beijo.

- Não dá pra fazer muito mais que isso nesse bar.

- Meu apartamento é aqui perto.

- Você quer ir até lá?

- Sim.

- Então vamos. - Coloquei um bolo de dinheiro sobre a mesa do bar e me levantei

- Vamos...

**Depois de cinco minutos de caminhada, subimos ao segundo andar e entramos no quarto 7. Ligo as luzes... **

- Chegamos... - O empurro na parede e o beijo.

- Se vamos fazer o que vamos fazer, é melhor eu comandar. - Inverti os lugares a colocando contra a parede. Puxei sua cintura para perto de mim para que pudesse sentir o contato de meu membro com o seu quadril. - Eu é que mando. - A beijei intensamente. Não sabia se era pela embriaguez ou por mim mesmo, mas eu a desejava e deixei passar isso através do beijo. Minha língua invadiu sua boca lentamente.

**Correspondo ao beijo intenso **

- Meu quarto é na porta à esquerda. - Digo entre o beijo.

- Quem disse que vamos transar no quarto? - A levantei do chão e a coloquei contra a parede a alguns centímetros do chão. Beijei seu pescoço e dei alguns chupões que deixaram marcas que não sumiriam tão cedo.

- Com isso... meu chef pode me demitir.

- Agora é tarde. - Continuei com os beijos em seu pescoço e então a levantei um pouco mais. Beijei entre seus seios. - Mostre-me seus seios. – Ordenei.

**Obedeço**

Beijei seus seios e os chupei. Dei algumas mordidas no biquinho de seus seios. A deixei tocar o chão e então disse. - Fique nua e se ajoelhe.

- O que? - Me assusto com pedido do cara que ainda nem sei o nome.

- Fique nua e ajoelhe-se. - A beijei intensamente e chupei sua língua.

**Me sentindo esquisita... o obedeci. **

- Acha que estou indo rápido demais? - Perguntou ele tirando o cinto e abrindo o zíper da calça.

- Não... imagina. - O olho sem desviar o olhar....

- Se quiser que eu pare é só dizer. - Disse ele terminando de abrir o zíper e tirando a calça

- Já viemos até aqui...

** Nos divertimos um pouco... e resolvemos ir para o banheiro... **

- O que vamos fazer no banheiro? – Disse ele.

- Não é você quem manda?

- Gosto de como pensa. Venha, vamos.

**Sigo-o. **

- Gosto do modo como você se sente tão à vontade nos lugares... e eu tô meio bêbada ainda... por você tá andando direitinho? E eu torto?

- A bebida não me afeta tanto, além do mais, eu não bebi tanto quanto você. Quando te beijei percebi que poderia ter bebido de 6 a 8 copos de bebida, eu, apenas um.

- Parei de contar depois do décimo...

- Viu, você bebeu muito mais que eu.

- Isso te impede de me foder?

- Não posso te foder bêbada, você não está sã, não sabe se é isso mesmo o que quer.

- Eu acho que vou vomitar... - Corro até o vaso sanitário e vomito...

- Amanhã quando estiver melhor eu fodo você em todos os cantos do apartamento.

- Me ajuda a tomar um banho?

- Ah... sim, te ajudo. Venha aqui. - A esperei se aproximar e então a peguei nos braços - Não quero que desmaie no meio do caminho, então é melhor te carregar. - Disse ele indo em direção ao banheiro.

- Nossa que gentil...

A levo até o banheiro e ligo o chuveiro.

**Ele me dá banho... é atencioso... depois saímos do banheiro...**

-Eu tô com frio... E você... não vá embora...

- Bem... Vista-se... - Ela pedira para mim ficar, era isso? - Se você quiser, posso dormir com você hoje.

- Tá... - Nos sentamos na cama. - Deito em seu ombro... nossa... que ombro... - A propósito... meu nome é Lee Anne. - Dizendo isso, caio no sono.

-Lee Anne é mesmo um belo nome... - Percebo que ela havia dormido. Sorrio, a deito na cama e vou para sala. Durmo no sofá...


Continua...


§ E.S/K.R

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