The New Love Story, Part 2

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Quem ele pensa que é? Eu hein...

Olá sou Seth Crinson. Sou Co-Diretor da multinacional Crinson. Irei revelar um pouco da minha história. Sou muito popular e sociável, afinal de contas isso é essencial no trabalho que faço. Tenho cabelos castanhos e olhos azuis. Tenho um metro e setenta e três de altura. Passo o dia atendendo telefonemas, saindo para almoçar, jantar, tomar café e outras coisas com possíveis sócios. Graças a mim a multinacional tem ganhado fama, prestígio e mais sócios. Sair com essas pessoas é irritante. Sou formado em Letras, Artes Cênicas, Artes e em Publicidade.


Era oque? 7:00 am, 10:00 am, não sei, mas eu já havia acordado a um tempinho. Infelizmente a bebida ontem fora suficiente para me deixar de ressaca. Lee Anne, ela é muito bonita, é uma pena que só tive chance com ela porque estava bêbada. Provavelmente ela ainda estava dormindo, procuro por minhas roupas e as visto. Vou até o quarto de Lee e bato na porta duas vezes, pedindo permissão para entrar.

** Acordo com uma dor de cabeça terrível, estou vestindo meu pijama azul de ursinho, e uma camiseta branca... alguém bate à porta... quem é? Não lembro se a Carmen veio hoje (Carmen é minha empregada), mas ela já tem as chaves, e ela não tem os bons modos de bater à porta... resolvo levantar para abrir, antes olho-me no espelho rapidamente, estou horrível e despenteada, mas vamos lá**

- Quem é você? E o que faz aqui? - Quando abro a porta vejo um homem lá... como assim? ... me afasto da porta, vai que é algum assassino em série que arrombou meu apartamento?

- Você pediu para que eu não fosse embora... ontem à noite, depois do que fizemos. - Disse ele analisando-a. Ela realmente não lembra de mim? - Nos conhecemos no bar ontem, você me beijou e viemos para o seu quarto... depois aconteceu todo o resto. - Sua expressão me perturbava, parecia que ela realmente não lembrava de mim.

- Eu fiz o que?! - Juro que sei, lá.... O que tava acontecendo? ... eu convidei um estranho pra minha casa, e fizemos sei lá o que e agora eu não lembro dele? - Calma aí gurí, me explica isso direito.

- Você me beijou lá no bar e me pediu por mais, então viemos para cá e eu te dei o mais que você queria, no fim me pediu para ficar, eu concordei te coloquei na cama e dormi no sofá. - Disse ele constrangido. Ela realmente não se lembrava. - Não se lembra de nada do que fizemos ontem?

- Ehhh... não. Mas... se te pedi pra ficar, e você ficou, você não e um cafajeste. E se você dormiu no sofá não é um possível estuprador maluco. Então eu acho que mereço saber seu nome e eu lhe devo um café... desculpa por ta falando demais e sem pausa, é que tô nervosa.

- Tudo bem. Sempre deixo mulheres nervosas, estou acostumado. - Ele a olhou nos olhos e sorriu. - Bem, façamos as apresentações durante o café. - Ele riu da jovem. - Obrigado por dizer que não sou um cafajeste ou um estuprador.

- Pode não ser nenhum dos dois, mas com certeza e um riquinho que se acha.

- Não julgue um livro pela capa. - Ele passou a olhar para as roupas dela. - Aonde vamos tomar café? Starbucks, talvez? - Perguntei e então soltei um breve riso. - Troque de roupa. Vamos sair.

- Primeiro, você é para as pessoas, o que você mostra para elas. Segundo, eu vou tomar um banho e terceiro, você não manda em mim. - Entro no banheiro para tomar um banho.

- Ontem à noite, você me deixou tomar o controle, fez tudo que mandei. - Ele riu baixinho e saiu da frente da porta. - Vá tomar banho, só não demore muito. Se não entro lá e te tiro a força, não posso me atrasar. – Disse em um tom, um pouco mais elevado.

** Quem ele pensa que é pra falar comigo daquele jeito? Idiota. Vou para o banho, saio depois de vinte minutos. Visto uma calça jeans, uma blusinha básica, prendo meu cabelo em um simples rabo de cavalo, ponho meu perfume, e vou para sala, onde o homem esquisito me aguarda**

- Bem na hora, vamos? - Perguntou ele olhando o relógio. - Provavelmente já trouxeram meu carro.

- Trouxeram seu carro? - Pego minha jaqueta.

- Pedi para meu motorista trazê-lo até aqui. - Batem à porta do quarto e eu a abro. Um homem entrega uma chave a mim e então vai embora. - Viu, trouxeram meu carro.

** Permanecemos a viajem calados. Então, chegamos no café e nos sentamos em uma mesa**

Peço o de sempre e pisco para a atendente, ela sorri atrapalhada e vai pegar meu pedido. – O que vai querer?

- Um cappuccino. - Percebo os olhares e me sinto um tanto desconfortável.

- Okay. - Peço o Cappuccino da garota e vou até a mesa. Dou uma última olhada para a atendente e sorri para ela. - Vem sempre aqui?

- Essa pergunta foi para mim, ou para a sua amiguinha de uniforme? - Digo bebendo um gole de minha bebida.

- Foi para você. - Disse agora olhando para ela.

- Sempre passo aqui antes do trabalho.

- Aonde você trabalha mesmo? - Perguntou ele tomando um gole de seu café - Bem.... Pela sua aparência diria que é uma modelo ou uma recepcionista muito gata.

- Engraçadinho. - Sorrio - Sou bibliotecária.

- Você está brincando né? - Disse surpreso - Você não pode ser uma bibliotecária, é total desperdício de... total desperdício de você. - Tomei mais um gole do café e acrescentei açúcar então digo. - Açúcar?

- Não. Gosto de cappuccino assim... Beleza não e tudo... inteligência conta muito.

- Claro que sim, mas você poderia ser o que quisesse e escolheu ser uma bibliotecária. - Ele a olhou. - A é, devo me apresentar. Meu nome é Seth.

- Suponho que já saiba o meu...

- Lee Anne, certo?

- Lee Anne. Certo. Que horas são?

Olho o relógio. 12:00.... Que droga! Eu me esqueci das horas, estava super atrasado. Me levantei bruscamente da mesa e olhei para a bibliotecária. Aproximei-me dela dando um breve beijo. - São 12:00, já estou atrasado. Desculpa por não poder ficar.

- Tudo bem. Vai lá... preciso trabalhar. – Espera aí, ele me deu um beijo na boca? Como assim? Cara invasivo, eu hein...

Entrei no carro e pisei fundo no acelerador para chegar o mais rápido possível na empresa.

** Fui calmamente para o trabalho. Chegando lá... meu chef havia dito que devíamos mais tarde, daquele mesmo dia, fechar contrato com uma empresa, que haveríamos de nos associar**

Entro na empresa apressado e cumprimento a recepcionista com um sorriso, ela sorri de volta e fala com alguém no telefone. Pego o elevador e apertei várias vezes o botão para que ele fosse para o último andar.

** Organizo toda a papelada e os relatórios que seriam demonstrados na reunião**

Pego minhas coisas, troco de terno e saio para meu "encontro".

** Minha "parceira de crime", Elayne, chega. Então nos locomovemos até a sede da empresa que iríamos fechar contrato. **

Cheguei aos portões da sede. Os guardas reconheceram meu carro instantaneamente e liberaram minha passagem. Estacionei o carro e fui para a sala de recepção esperar meus convidados.


Continua...


§ E.S/K.R

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