Penumbra - l.s

By viscvusc

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Vampire!Louis. Louis Tomlinson já estava acostumado a viver na solidão, afinal, ser um vampiro é a sentença... More

Avisos
Prólogo
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Agradecimentos
Outro universo

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By viscvusc


[Harry POV]

Desde que recebemos a ligação de Martha na qual a vampira sugeriu uma troca entre Mark e eu, o dia que estava maravilhoso logo se transformou em uma loucura desesperadora. Num rompante de raiva Louis joga uma garrafa de uísque contra a parede enquanto xinga de nomes inimagináveis o clã de Peter. Luke anda de um lado para o outro praguejando e chutando os móveis, enquanto eu em minha vulnerabilidade só consigo chorar e me sentir culpado por toda essa merda, afinal se Mark foi sequestrado e corre risco de morte é exclusivamente por minha culpa, é a mim que eles querem e, por mais que eu tenha um medo insano de morrer, prefiro que seja eu do que qualquer outra pessoa no meu lugar, pois seria simplesmente insuportável conviver com esse remorso.

Entretanto, é óbvio que meu namorado e meus amigos sequer me deram ouvidos, pelo contrário, até mesmo John que geralmente é calmo e contido, se alterou com minha proposta e mandou que me calasse e jamais voltasse a repetir tamanho absurdo. O que eles não entendem é que eu tenho um estranho pressentimento em relação a esse encontro, claro que todos sabem que é uma armadilha, porém não é só isso, eu sinto que algo diferente está sendo tramado e a incerteza do que irá acontecer está me deixando neurótico.

Dessa vez nem meu biquinho manhoso, nem minhas chantagens emocionais fizeram Louis mudar de ideia e me deixar acompanhá-los, e não é que eu não entenda os motivos dele porque na realidade eu sei que seria uma distração indesejável para si nesse momento, mas mesmo com essa certeza, algo me diz que de alguma forma eu seria útil, ou talvez seja apenas o meu desejo profundo de ajudar falando por mim.

— Por favor volta pra mim. – Sussurro em seu ouvido em meio às lágrimas enquanto o vampiro me puxa para um abraço apertado.

— Não se preocupe babe, eles não podem me machucar. Você sabe disso – ele beija a minha testa e fixa seus olhos azuis nos meus. — Vamos acabar logo com essa bagunça e tudo voltará ao normal. Você finalmente será livre.

Apesar de suas palavras serem  reconfortantes, não consigo acalmar o meu coração ansioso. Dou um sorriso que mal alcança meus olhos e selo seus lábios brevemente.

— Apenas obedeça John e não saia de perto dele, ok? – Louis manda e, mesmo contrariado, eu concordo com a cabeça. — É melhor irmos, não podemos perder mais tempo.

Louis encara Luke e ambos respiram fundo antes de pegarem algumas estacas de madeira.

Beijo o meu namorado mais uma vez, com uma devoção que chega a doer dentro de mim. Inalo com força o seu perfume repetindo sem parar o quanto o amo e como ele é a pessoa mais importante de todas para mim antes de vê-lo partir.

Sei que meu namorado é imortal, no entanto o meu amor por Louis é grande o suficiente para me fazer temer que algo ruim lhe aconteça, mesmo sabendo que é praticamente impossível.

De Luke me despeço com um abraço demorado e posso sentir através do aperto dos seus braços ao redor do meu corpo, todo o carinho que ele sente por mim. O que é recíproco já que nesses poucos meses de convivência, Malak virou um verdadeiro irmão, e todas as implicâncias e brincadeiras entre nós se tornaram parte especial do meu dia a dia, então quando faço um coraçãozinho com as mãos e ele retribui mostrando o dedo do meio, eu só consigo abrir um largo sorriso entre os soluços.

Não houve planos ou ideias mirabolantes para surpreender o clã vingador igual acontece nos filmes. Louis e Luke apenas se despedem de John e de mim e partem  para a guerra. Simples assim.

Assim que o carro some de nossas vistas, me lanço contra o corpo do meu amigo bruxo e choro como uma criancinha, sempre sendo acalmado pelas mãos carinhosas que sobem e descem por minhas costas enquanto ouço a voz tranquilizadora de John afirmar que tudo acabará bem. Só que sinceramente quanto mais os minutos passam, maior é a angústia que se instala em meu peito.

A ansiedade vai crescendo pouco a pouco. Minha respiração que já estava entrecortada, subitamente engata ao ponto do oxigênio inalado não ser o suficiente para me manter acordado e, em um piscar de olhos, acabo sofrendo um breve desmaio no meio da cozinha.

Acordo com as massagens do meu amigo em meu pulso e, assim que meus olhos abrem e a consciência volta, percebo que ele havia me deitado no sofá. Seu olhar está carregado de preocupação, mesmo assim não me abstenho de sentar rapidamente e dar um grito involuntário, pois algo dentro de mim avisa que o perigo está próximo e alguma coisa muito ruim está prestes a acontecer.

A princípio John tenta me convencer que é apenas meu medo falando, porém quando não me dou por vencido e aos prantos imploro para o bruxo conectar-se com Louis através de telepatia ele acaba concordando e, depois da terceira tentativa falha, o mais velho enfim cede e entende que algo está bloqueando a magia do meu namorado, e isso não é nada bom.

— Precisamos ir até eles, John. Louis deve estar em perigo, temos que fazer alguma coisa. – Insisto, andando de um lado para o outro e passando as mãos pelos cabelos em um gesto nervoso.

— Ele pediu para ficarmos aqui Harry, não podemos nos precipitar. – Argumenta.

— Precipitar? John, você sequer consegue sentir a magia dele – rebato um pouco afobado. — Acha isso normal?

O bruxo fica em silêncio. É lógico que algo está acontecendo, não é preciso de muito esforço para entender que Louis está em uma enrascada.

— Harry, é isso que eles querem. Não percebe que isso é um plano para te atrair até lá? – ele se levanta do sofá e se aproxima de mim. — Eles sabem que Louis nunca iria te levar junto. Isso é só um truque para te enganar. Provavelmente usaram um feitiço para esconder a magia dele pois sabem que uma hora ou outra eu iria tentar me comunicar.

— E quem garante que Louis não está realmente em apuros? – arqueo as sobrancelhas. — E se bloquearam a magia dele de verdade para enfraquecê-lo? Ele não pode ser morto, mas podem tirá-lo do caminho para virem atrás de mim.

— Isso não faz sentido, não tem como inibir a magia de um bruxo – John bufa frustrado, porém arregala os olhos um tanto amedrontado. — A não ser que...

— O quê? – questiono. — Fala, John!

— A não ser que estejam usando magia negra.

O bruxo engole em seco e meu corpo retesa.

— Eleanor Calder – digo entre dentes e John concorda. — Ainda acha que devemos ficar aqui parados? – Pressiono o mais velho e ele finalmente concorda.

John pega as chaves de seu carro e eu o sigo em passos largos.

— Mas você vai ficar dentro do carro. – Ele manda.

— Até parece. – Rebato.

Sem sequer dar tempo para John contestar, eu entro no carro e juntos partimos ao encontro de Louis. Os poucos minutos que levam entre a mansão e o celeiro me parecem uma eternidade, os meus nervos estão a flor da pele e as únicas palavras que profiro durante o trajeto são para concordar com os conselhos e instruções do bruxo.

Agora que estamos aqui eu mal espero o carro estacionar para saltar de dentro dele, e com uma corridinha afobada adentro o local empoeirado. O cenário em minha frente é desolador, vários corpos ensanguentados estão espalhados pelo chão, o cheiro de sangue e sujeira se espalham pelo ambiente, no entanto não tenho tempo para observar os detalhes visto que na minha lateral está uma vampira, que suponho ser Martha, prensando Luke contra o próprio corpo e segurando uma estaca de madeira contra o peito do meu amigo que me encara assustado quando eu grito apavorado:

— SOLTA ELE, PORRA!

Sei que posso ter me precipitado ao correr na frente de John e principalmente por ter gritado, mas meu instinto de proteção falou mais alto e sequer pensei nas consequências dos meus atos.

Em questão de segundos tudo se transforma em uma bagunça ainda maior. Uns dez vampiros surgem não sei de onde e bloqueam o caminho de Louis até mim. Meu namorado apenas me lança um olhar reprovador e, sem perder tempo, passa a lutar contra eles com agilidade, ao mesmo tempo que uma garota desce as escadas correndo e lançando bolas de fogo contra John que se defende e contra-ataca. A vampira que segurava Luke o joga rapidamente no chão e, sem que eu possa ao menos piscar, ela me segura contra si e avança em meu pescoço, cravando com força suas presas pontiagudas em minha artéria, sugando meu sangue em goles generosos.

A dor e fraqueza em meu corpo é imediata e lágrimas grossas deslizam por minhas bochechas. E é através da visão embaçada que vejo a luta entre os bruxos continuar, da mesma forma acontece com os vampiros e Louis.

Seria o momento ideal para eu morrer, e ninguém iria perceber já que estão muito ocupados com suas próprias batalhas, entretanto tenho uma carta na manga.
Antes de descer do carro e entrar no celeiro, eu mastiguei e engoli quantidades absurdas de verbena. Ignorando o gosto ruim e a falta de água para ajudar na deglutição, continuei comendo mais e mais da planta deixando o meu sangue completamente envenenado para vampiros.

Sem saber disso, Martha permanece se alimentando de meu sangue, convicta de que finalmente irá realizar a sua vingança de me matar. Ouço os gritos de Louis tentando se esquivar do bando de vampiros que o cercam, mas tento me manter quieto.
Continuo parado e rapidamente a verbena presente no meu organismo começa a fazer efeito. Martha se afasta bruscamente do meu pescoço e arregala os olhos em minha direção. Já enfraquecida, ela cai no chão, urrando de dor pela queimação em seu interior.

Ao entender o que está acontecendo, Louis sorri ladino e recupera as forças para voltar a lutar. Ele tem algemas ao redor de seu pulso e receio que seja esse o objeto que inibe sua magia. Porém, nada o impede de arrancar os corações dos vampiros que ousam se aproximar dele ou de mim.

Mesmo fraco e um pouco tonto, cambaleio até Luke. Ele está agonizando no chão, praticamente lutando pela vida. Depressa, eu me sento e coloco sua cabeça em meu colo chamando por ele. O vampiro mal consegue manter os olhos abertos. Não sei o porquê dele não estar se curando rapidamente, visto que a estaca já não está mais em seu peito.

— Luke, fala comigo – peço chorando. — O que está acontecendo com você?

Com uma lufada de ar e um tanto trêmulo, ele consegue dizer arrastado:

— Uma lasca de madeira ficou dentro de mim – mais uma lufada de ar. — Está no meu coração, linguinha afiada. Eu não vou conseguir, eu..

— NÃO! Não idiotão... Não fala assim – imploro entre lágrimas acariciando seus cabelos. — Por favor aguenta firme, Louis vai te salvar, eu prometo. – digo essas palavras e corro meu olhar pelo seu corpo entrando em pânico quando vejo que da cintura para baixo o vampiro já se encontra ressecado, e é questão de minutos para que a vida se esvaia definitivamente. — LOUIS! – chamo apavorado e meu namorado que ainda luta com três vampiros restantes nos olha de soslaio. — Socorro, rápido! – Choramingo e o vejo voltar a lutar com mais afinco.

Ao nosso redor bolas de fogo e pequenos raios são lançados por John e Eleanor um contra o outro, atingindo as paredes e os pilares de madeira velha o que causa pequenos incêndios.

Eleanor está vencendo já que está fazendo uso de magia negra. Com as mãos ela faz uma bola de raio e a joga contra o rosto de John. Ele é jogado contra a parede e sua pele é queimada em vários lugares.
Solto um grito desesperado ao ver o bruxo tremendo enquanto permanece grudado na parede. Eleanor se aproxima com um sorriso vitorioso e, em menos de um segundo, é jogada para o outro lado do celeiro.

John consegue recuperar suas forças e cai de bunda no chão, ele se levanta rapidamente e atinge Eleanor com vários feitiços de choques, além de quebrar alguns ossos de suas pernas.

O pai de Louis está deitado de mal jeito nas escadas, seu olhar está opaco. Mas creio que ainda está vivo, tendo em vista que é possível ouvir alguns gemidos saindo de sua boca pálida.

Ambos os bruxos voltam a jogar feitiços um contra o outro, até a magia dos dois se interligarem ao ponto de formar um duelo fatal. A linha preta de Eleanor e a linha azul de John se cruzam e, pelo que dá para entender, a magia que prevalecer e acertar o adversário, irá sentenciar à morte definitiva.

Com um grito alto, John joga as suas duas mão para frente do próprio corpo e usa cada grama de sua magia canalizada contra a bruxa adversária, atingindo a garota bem no centro do seu peito, a fulminando imediatamente e fazendo seu corpo em chamas cambalear até cair morta.

A fumaça azul se infesta pelo celeiro e o cheiro desagradável de carne humana queimada é insuportável, mas no momento esqueço a náusea que isso me causa, pois ao virar brevemente o pescoço noto que Martha de alguma forma conseguiu forças para se levantar e vem furiosa em minha direção com a clara intenção de enfim concluir sua vingança.

Num rompante de coragem e movido por uma alta descarga de adrenalina, dou um salto e me coloco em pé, não sem antes pegar uma estaca de madeira que está esquecida no chão ao lado de Luke. Com uma fúria irracional eu me lanço contra a vampira cravando com a máxima força que tenho o objeto em seu peito a deixando estática por uns segundos, porém logo ela se recupera do choque e tenta avançar em mim, entretanto quanto mais ela se debate mais fundo a estaca vai cravando em si e conforme seus membros inferiores vão ressecando, Martha vai caindo de joelhos aos meus pés.

— Seu.. seu desgr-graçado. – Ela gagueja e, em um golpe surpresa, a vampira me agarra pelo tornozelo me derrubando de costas no chão.

Solto um grito alto pela dor do impacto e mesmo sem intenção acabo por retirar a estaca do peito dela, o que a faz recuperar um pouquinho das forças e novamente arreganhar as presas e se jogar contra meu corpo enfraquecido.

Desolado e sem esperanças, respiro fundo e aguardo pelo golpe que nunca vem, pois  antes que suas mãos cheguem perto o suficiente do meu pescoço, Louis a impede, chegando correndo por trás de Martha. Com um golpe rápido e certeiro, ele arranca sua cabeça.

— Mande lembranças ao Peter no inferno, sua vadia. – Meu namorado proclama, limpando o sangue que jorrou em seu rosto.

Meu estômago embrulha como nunca antes diante desse acontecimento, jamais pensei que um dia presenciaria alguém tendo a cabeça arrancada do pescoço, mas mesmo em meio a cena mais macabra da minha vida, me sinto aliviado ao constatar que todo o clã que queria minha morte foi eliminado. No entanto, o alívio não dura, porque ao desviar os olhos para Luke vejo que o ressacamento já alcança acima do seu estômago, então em desespero rastejo até ele tocando com carinho seu rosto enquanto suplico para  Louis, que já está agachado ao nosso lado, faça alguma coisa.

— Luke... – meu namorado fala com uma voz angustiada enquanto enfia os dedos no peitoral do amigo na ânsia de encontrar a lasca de madeira e retirá-la. — Aguenta firme meu amigo. – Pede rasgando a carne do próprio pulso onde a algema ainda está presa, o sangue escorre e ele encosta contra os lábios arroxeados de Malak que dá um sorrinho carinhoso e nega com a cabeça como se dissesse que é tarde demais.

— Bebe Luke, por favor – imploro enquanto sinto os braços de John rodearem meus ombros para me confortar. — Você não pode morrer idiotão, não faz isso comigo... – Os soluços me engasgam ainda mais, principalmente quando ouço Louis começar a chorar do meu lado.

— S-sinto muito, linguinha afiada. – Luke diz com voz falha. O vampiro geme, fecha os olhos com força e os abre novamente. — Se cuida ok? E cuida bem da Gertrudes, vocês fazem uma bela dupla.

Um riso fraco escapa do bruxo ao meu lado, o que chama a atenção de Malak. Ele dá um sorriso desajeitado, expondo sua gengiva ensanguentada.

— Fica bem John, te espero do outro lado, mas não tenha pressa em me encontrar – ele brinca tentando não se engasgar com a saliva, antes de virar a cabeça e encarar Louis com os olhos transbordando de lágrimas. — Se aproxime por favor, Tomlinson – pede e meu namorado se inclina sobre seu amigo que já está ressecado até o início do queixo. — Eu te amo Louis, você sempre foi o amor da minha vida, sempre. – Confessa num fio de voz, o que só aumenta o meu pranto ao saber que Malak nunca teve seu amor correspondido e mesmo sabendo disso,  preferiu enterrar os próprios sentimentos e se tornar o melhor amigo que alguém poderia ter, só para ficar por perto daquele que seu coração escolheu para amar.

Luke pisca algumas vezes e lágrimas grossas escorrem de seus olhos. Eu tapo minha boca com a palma da mão, impedindo que os soluços escapem. Louis apenas nega com a cabeça, inconformado. Ele quer fazer alguma coisa, mas não pode. Ninguém pode. E isso está nos matando por dentro.

— Sejam felizes. Eu ficarei bem.. e-eu estou b-bem.. – Luke profere e olha para nós dois. Ele sela de leve seus lábios aos de Louis antes da morte o levar para sempre.

— Nós te amamos. – Louis confessa, na esperança do vampiro ouvir e se sentir amado em seus últimos suspiros.

Seguramos sua mão com força e meu choro se intensifica quando seu rosto resseca por inteiro.
Seus olhos ficam sem brilho e seu peito que antes subia e descia em ritmo lento, agora está parado, imobilizado. Assim como as batidas de seu coração, que está em completo silêncio.

E imediatamente a dor consome o meu ser ao constatar que não tem volta, Luke está morto. Morreu para salvar a minha vida e isso é algo que eu nunca poderei agradecer ou de alguma forma retribuir, então sem mais nenhum resquício de força o meu corpo cede a tontura e a escuridão me envolve totalmente, deixando para trás o corpo gelado de Luke e um Louis desolado.

๖ۣۜ

RIP Luke Malak, você foi um ótimo amigo, vampiro e companheiro. Que sorte a minha poder construir um personagem tão cativante como você!

E para quem tinha dúvidas sobre o caráter dele... Ele não era mau, nem um traidor e muito menos pretendia separar o Harry e o Louis. No começo talvez teve a intenção de conquistar o Louis, por isso decidiu passar um tempo na mansão, já que o vampirão estava sumido.
Ele sempre foi apaixonado pelo Louis, mas sabia que não era recíproco e quando conheceu o Harry se sentiu ameaçado, é claro, porém quando percebeu que Louis estava realmente apaixonado e que Harry era uma boa pessoa, ele optou por recuar e ser o bom amigo que sempre foi.

Imagina que triste ter que ver a pessoa que você ama com outro... Porém Luke realmente amou o Harry. Ele foi se apegando no linguinha afiada e no fim apenas almejava a felicidade dos dois.

Mas me contem.. alguém aí está querendo me matar por matar o Luke? Em algum momento suspeitaram que isso iria acontecer? Eu dei algumas diquinhas nos capítulos anteriores, não sei se pegaram.

Chorei horrores escrevendo a morte dele, não vou mentir :(

Harry finalmente está livre do clã, Mark está vivo, e agora entramos oficialmente na reta final de penumbra. Aproveitem!

Votem e comentem besties, visc quer saber de tudo!!

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