Wings

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OiOiOi! Tudo bem?
Então, passei aqui só para avisar que nesta fanfic nada é real e não condiz com a real personalidade dos membros citados nesta história.

✽inspirado em uma música.
               
                   ⊰᯽⊱┈──╌❊╌──┈⊰᯽⊱

— Por favor, por favor, alguém me ajude!!!!! — Eun-Na berrava  segurando a cabeça de sua amiga ensanguentada no chão daquela rua. — DEUS??? ME AJUDE SÓ DESTA VEZ!!!  — Gritou mais uma, olhando para sua amiga inconsciente no chão.

Um clarão se fez presente naquele local fazendo Eun-Na se assustar e passar a observar a luz branca a sua frente, com certa dificuldade e fascinação.
Sua cabeça tentava assimilar tudo aquilo. Ela conseguia enxergar um homem com asas brancas. Por um momento Eun-Na pensou estar delirando, mas após o clarão rapidamente sumir, sua amiga murmura algumas palavras incompreensíveis a fazendo esquecer o que viu e passar a focar na amiga.

— LIGA PARA A EMERGÊNCIA!!!!! — Gritou para o namorado da amiga que não moveu sequer um músculo. — PORQUÊ NÃO TINHA LIGADO ANTES? — Eun-Na nunca gostou deste homem, mas aprendeu a satura-lo apenas em favor a sua amiga que lhe pedia muito para gostar dele.

— E-Eu estou nervoso, N-não conseguirei falar..... — Proferiu o homem fazendo Eun-Na arregalar os olhos e pegar brutalmente o celular de suas mãos.
Eun-Na estava trêmula mas tinha de salvar a amiga, ao contrário de seu namorado que lhe parecia estar muito bem.

— Me.... Ajuda....Eun.....Na. — Sua amiga sussurrou sem forças fazendo Eun-Na se assustar por perceber que a minutos atrás sua amiga estava inconsciente e agora sussurrava em socorro.

— Alô? É a emergência? — Questionou nervosa. — Minha amiga foi atropelada, venham rápido! — Após dar todas as informações necessárias, desligou o celular jogando em cima do homem que resmungou estressando.

Depois de mais alguns minutos torcendo para que não demorasse a chegada dos paramédico, finalmente eles haviam chegado e levado So-Yeon para o hospital de imediato alertando estar em estado gravíssimo.
Eun-Na foi impedida de acompanhar então teve de sair correndo deixando para trás o namorado da amiga.

Após pegar um ônibus tendo a atenção de todos os passageiros por estar com a blusa, mãos e o pescoço sujos de sangue, ela havia chegado na localidade correndo logo para perguntar de sua amiga.

— So-Yeon acabou de entrar na sala de exames, caso queria esperar pode ficar a vontade em um daqueles bancos. Mas aviso que demorará! — Disse a balconista fazendo Eun-Na suspirar sentindo-se cansada. A mulher vai até um dos bancos onde se senta e fecha os olhos, mas acaba cochilando por estar muito cansada.

Alguns minutos depois Eun-Na acorda sentindo leves cutucadas em seu ombro, assim observando a pessoa em sua frente.

— O que aconteceu Eun-Na? — Perguntou sua amiga.

— So-Yeon foi atropelada por um carro branco que fugiu logo depois. — Proferiu se relembrando. — Foi, foi inesperado...surreal. — Eun-Na falava em choque relembrando de cada detalhe daquela hora, inclusive o clarão branco com o homem de asas, mas preferiu manter esta parte em sua mente com medo de realmente estar delirando e sua amiga a internar.

— M-Mas porque ela foi atropelada? Você não ia levar ela para casa? — Indagou Hee-Ju assustada.

— Logo após sua saída, eu mandei Yeon esperar enquanto eu procurava as chaves do meu carro, mas ela saiu correndo e desceu as escadas do prédio sem mim, e eu tive de ir atrás dela. Mas eu cheguei tarde demais e só tive o tempo de gritá-la, o que foi em vão já que ela estava bêbada e corria atrás do namorado enquanto gritava. — Disse entristecida se recompondo no banco onde estava sentada.

— E o Gon-Namshi, o que ele fez? Cadê ele? Está por aqui? - Questionou Hee-Ju curiosa.

— Ele não fez absolutamente nada, demorou de ligar para a emergência, e ainda quando conseguiu ligar me disse que não iria conseguir falar. Este homem só atrapalha tudo! — Disse Eun-Na extremamente nervosa enquanto Hee-Ju se controlava para não procurar o homem e resolver as coisas.

— Eu sempre avisei a So-Yeon que este homem não era confiável, e muito menos agradável. Mas infelizmente ela ficou cega de vez por ele. — Disse Hee-Ju mordendo os lábios pelo nervosismo que sentia.

Hee-Ju se sentou ao lado de Eun-Na segurando as mãos da amiga enquanto esperavam uma resposta ou apenas uma mínima atualização do estado da outra.

Se passaram horas e nenhum médico veio ao encontro delas. Até que uma enfermeira as chamou, assim levantando as duas daquela cadeira indo em direção a mulher vestida de branco com uma prancheta em mãos.

— Bom, a amiga de vocês, por muita sorte não está ferida em nenhum lugar. Apenas com alguns cortes e arranhões, mas pela batida, diríamos que é um milagre a paciente estar assim, sem sequelas, ou até mesmo viva. — Proferiu a enfermeira cujo o nome era Tzyu. — A amiga de vocês teve muita sorte! É assustador para nós este estado em que ela se encontra, por isso iremos usá-la para alguns experimentos. — Disse a enfermeira ainda pasma com a situação, enquanto as duas garotas se sentiram aliviadas o suficiente para respirarem e se abraçarem felizes.

— Muito obrigada.... — Eun-Na procurava pelo nome dela até observar por escrito em sua farda. — Obrigada enfermeira Tzyu. — Se curvou recebendo um sorriso da mais velha.

— Quando poderemos vê-la? — Perguntou Hee-Ju.

— Daqui a alguns minutinhos quando ela acordar. Os médicos a deram um calmante e como consequência ela está adormecida, mas os efeitos Jajá passarão e ela acordará. — As meninas assentiram e voltaram para o mesmo lugar que estavam sentadas antes.

"Um milagre?" — Eun-Na se perguntava o porque de ser um milagre. Milagres não era para existir segundo ela. Desde que seu pai faleceu ao lado de sua mãe, Eun-Na deixou de acreditar em muitas coisas, e inclusive 'milagre" era uma dessas coisas.

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⏰ Last updated: Sep 08, 2020 ⏰

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