Regina é dona de uma rede de petshop e fez seu nome confeccionando moda pet. Calorosa, impulsiva e ansiosa. Esses são os adjetivos que melhor definem Regina Mills.
O tom alto da sua voz ao lado de sua personalidade que foge do convencional fazem a...
here we go again! Oi, gente! Pois é, surgi. rs Antes de qualquer coisa preciso que leiam 2 fatos importantes sobre essa história: 1- Perdida em mim está sendo escrita há muito tempo, como algumas já sabem. No entanto, não levo mais a vida que levava. Isso quer dizer o que? Bem, nada além de que não consigo atualizar frequentemente. Aí me perguntam: pra que postar então? Pensei muito e decidi ser sincera comigo mesma. Escrever me traz paz, me relaxa e me refugia sempre que preciso. Com o dia a dia não consigo ter uma rotina sobre isso, mesmo precisando (por mim), então eu sei que com essa história aqui eu vou me sentir mais responsável. Por vocês e pela minha própria necessidade de produzir. Vocês já sabem que não deixo histórias sem final, então peço paciência e apoio ♥2- PEM não é nada parecido com o que já escrevi. Teremos drama (estejam avisadas) e decidi brincar com as personalidades delas. Participo de um grupo de cinema há alguns anos e a Bruna postava atrizes com estórias, tipo ideias de enredo. Falei com ela porque me apaixonei perdidamente por duas amigas que ela postou um dia e ela me permitiu brincar com a ponta do iceberg. As profissões e começo do humor vieram da ideia da Bruna e todo o resto é meu. Se houver referências, vocês sabem que eu aviso. É isso. Espero que embarquem nessa comigo!
Pra quem já sabe, sim, estou repostando essa história (inclusive com as notas), porque notei recentemente que a anterior estava com um capítulo incompleto. Agora que voltei a escrevê-la, achei melhor começar tudo de novo. Pra quem ainda não conhece, seja bem-vinda (o) à minha filha favorita!
Boa leitura! ♥
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Cabelo bem escovado? Ok! Camisa de oncinha passada perfeitamente? Ok! Salto alto? Ok! Calça... hum... Jeans ou alfaiataria? Oh meu Deus!
- Tinkeeeeeer! – Gritei em plenos pulmões tentando entender o porquê daquela mulher não estar no meu quarto ainda. Se ela não ouviu, meu vizinho de cima provavelmente irritaria o síndico – que depois viria me irritar. Chatos. Não se pode nem gritar em paz na sua própria casa.
- Oi! Oi!
- Você demorou muito, o que foi? – Meus braços cruzados e sobrancelha arqueada mostravam minha impaciência. Tinker nunca estava quando eu precisava. – É uma situação de urgência e eu preciso esperar?
- Desculpe, Regina. Eu estava ajudando a Mary na cozinha.
- Por que? – Era confuso, porque eu tentava nunca sobrecarregar minhas ajudantes, mas elas continuavam se misturando – Quer saber? Deixa pra lá. Você precisa me ajudar a escolher a calça que vou vestir hoje.
- Regina... – Tinker suspirou e eu quase abri a boca indignada. Em resposta, ergui ainda mais minha sobrancelha – Você me assustou com seu grito, eu achei que alguém tinha se machucado! É tudo por uma calça? – Ela perguntou se movimentando pelo meu closet – Suponho que você vai usar a blusa nova de onça, né?