Prólogo

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Que loucura foi essa?? eu não tava esperando a repercussão dessa história. muita gente no twitter pediu e isso me deixou imensamente feliz.

perguntem para minha esposa (kccandrade ) eu estava a dias com essa fanfic na cabeça e ontem até falei pra ela que não conseguia parar de pensar nela. e agora tomou forma!!

eu espero que vocês gostem da minha filha mais nova e do meu segundo projeto aq!

espero receber o mesmo apoio que recebi no twitter, com votos e comentários!!! e me falem ou aqui ou no twitter o que estão achando e o que da pra melhorar. quero aprender com vcs

sem mais delongas, vamos para nossa aventura! e pra quem tá aqui desde revenge: obrigada, meus 10 fiéis leitores! ganhamos amigos novos!!

tem música no cap e é muito importante ouvir quando solicitado!

divirtam-se

_•_

Mais uma sexta-feira chuvosa na terra da garoa. Lauren estava devidamente agasalhada com um sobretudo preto, mas não era o suficiente para abrigá-la da chuva forte que caia na capital paulista. Em frente ao Hospital Israelita Albert Einstein, Lauren observava os carros parados no longo engarrafamento da Av. Albert Einstein suspirando pesado. Estava exausta depois de um plantão cansativo de 20 horas.

- Que droga! - a morena soltou quando viu que já esperava um carro de aplicativo a mais de 15 minutos embaixo da chuva.

Cansada de esperar, a médica cancelou a busca e entrou no aplicativo de mensagens do seu smartphone, vendo o rosto da mulher negra no canto da tela.

Lauren
Me salva! Péssimo dia para vir sem carro.

Normani
Vou sair em 10 minutos. Me espera no estacionamento B2 que te levo, gata 😉

Lauren agradeceu aos céus e se movimentou rapidamente para dentro do prédio, buscando o elevador de serviço para ir até o subsolo. Entrou na caixa metálica e se colocou ao lado de Kenan, o pediatra de plantão que estava ali.

- Hi, Kenan. Good see you, man. - o homem havia recém se mudado para o Brasil e ainda não estava 100% familiarizado com o idioma.

- What's up, Lauren? - Ia iniciar uma conversa, mas o bipe do elevador indicou que seu andar havia chegado. - See you later? - Abriu um sorriso galanteador para a morena antes de sair. Lauren se limitou a concordar com a cabeça vendo a porta se fechar novamente.

Apesar de ter sido criada no Brasil, Lauren nasceu no Canadá e se mudou com os pais para São Paulo aos 7 anos de idade. Dominava os dois idiomas com maestria, além do francês, alemão e um pouco de russo.

Desde sempre foi uma criança prodígio e, aos 15 anos, decidiu fazer medicina. Foi aprovada na Universidade de São Paulo (USP) aos 16 anos, mas seus pais deixaram claro que somente faria faculdade depois de terminar o Ensino Médio. Não que não acreditassem no potencial da filha, mas não queriam acelerar seu desenvolvimento ou pressiona-lá sem motivos.

Aos 17, ingressou na faculdade com as melhores notas em todos os semestres. Foi visada por todos os professores durante sua vida acadêmica e, após sua formatura, disputada por dezenas de hospitais no Brasil e fora dele. Lauren decidiu seguir no país. Acreditava que podia fazer mais pela nação que acolheu ela e sua família.

As portas se abriram novamente e Lauren saiu do elevador indo em direção a vaga cativa de Normani. Se apoiou na pilastra ao lado do Nivus prata blindado, retirando o celular que havia vibrado em seu bolso.

Normani
Estou descendo!

A morena agradeceu internamente. Já estava sentindo um frio incômodo por conta das vestes molhadas.

ALLIEDWhere stories live. Discover now