MENINAS NADA RECATADAS

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— Ju, agora é sua vez de ir fazer o trabalho na minha casa! Não é justo a gente fazer todos os trabalhos só na sua casa!

— Ah não, Marina!

— Por que não, Juliana?

— É melhor na minha mesmo!

— Você não sabe! Nunca fizemos na minha casa! Por favor, Ju!

— Tá certo, Mah! Vamos fazer esse na sua casa... — Juliana falou revirando os olhos.

Marina e Juliana eram amigas há 5 anos, ou seja, desde a infância. No início, quando chegou à escola, Juliana não gostou de Marina. No entanto, quando se conheceram melhor, elas se tornaram melhores amigas.

Juliana era uma garota descolada de 15 anos, morena de cabelos cacheados, olhos castanhos escuros, tinha um corpo benfeito devido à prática de esportes e fazia muito sucesso entre os rapazes da escola. Já tinha namorado um garoto, durante dois meses e perdido a virgindade com ele. Por sua vez, Marina era uma garota tímida de 14 anos, magra, alta e de cabelos loiros e lisos com lindos e grandes olhos azuis. Tinha beijado apenas um garoto e uma única vez!

Apesar de personalidades bem diferentes, Ju e Mah, como elas se chamavam, se davam muito bem e tinham alguns gostos em comum. Na escola, elas sempre sentavam juntas e faziam trabalhos em dupla. Eram amigas inseparáveis.

Dois dias depois de combinarem a realização do trabalho, elas saíram da escola diretamente para a casa de Marina. Juliana havia levado, na mochila, uma roupa mais confortável para trocar quando chegasse na casa da amiga. Ao chegarem lá, Juliana logo tratou de perguntar:

— Cadê seus pais, Mah?

— Viajaram... Vão ficar dois dias fora.

— Eles deixam você ficar sozinha?!

— Sim, por que não deixariam? Eles sabem que eu sou responsável!

— Lá em casa meus pais não deixariam, porque eles pensam que eu faria uma festa e destruiria a casa! — Juliana riu.

— E é bem provável que você fizesse isso mesmo, Ju! — Marina disse rindo.

— Pior que faria mesmo! — Juliana concordou rindo junto com a amiga.

— Ju, vai tomar banho, que vou esquentar nosso almoço.

— Tá! — Juliana falou se dirigindo ao quarto de Marina, que foi à cozinha para preparar a comida que estava congelada em dois depósitos de plástico.

Ela pôs a comida em apenas um prato — para não sujar dois, porque ela odiava lavar a louça. — e levou para seu quarto. Assim que ela entrou em seu quarto, Juliana ainda estava no banho. Colocou o prato na escrivaninha e ligou a tv. Nesse momento, a amiga gritou de dentro do banheiro:

— Mah! Você tá aí?

— Tô! O que foi?

— Esqueci a toalha. Você traz aqui pra mim, por favor?

Marina pegou a toalha, que estava em cima da cama, entrou no banheiro e, antes de entregá-la para Juliana, sem querer, olhou para o corpo da amiga. Envergonhada, desviou o olhar rapidamente e saiu. Em seguida, deitou na cama, encostada na cabeceira e ficou vendo tv. Notou que seu coração pulsava descontrolado.

Instantes depois, Juliana saiu do banheiro enrolada na toalha e foi pegar sua roupa na mochila. Tirou de dentro dela um shortinho, uma camiseta e uma calcinha. Ainda enrolada na toalha, pegou a calcinha e a vestiu. Antes de pô-la por completo, a toalha escorregou pelo seu corpo e caiu no chão.

CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS - Livro IIIOnde as histórias ganham vida. Descobre agora