UM SONHO DE COMISSÁRIAS

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Ao entrar pela porta da aeronave que me levaria para mais um evento de moda em Los Angeles como uma das fotógrafas oficiais do evento, me deparei com duas lindas comissárias de bordo, que lançavam sorrisos divinos aos passageiros. Eu as cumprimentei me lembrando de quando o fascínio pelas trabalhadoras aéreas começou. Foi na minha primeira viagem de avião, aos 13 anos. A sexualidade aflorando e a atração por mulheres já sendo percebida por qualquer um que me observasse mais atentamente, porque durante toda a viagem não desgrudei os olhos de Sabrina, a comissária daquele voo. A fascinação por ela ainda durou dias após a viagem, chegando ao ponto de sonhar com ela.

Enquanto caminhava até minha poltrona — uma das que ficavam nas últimas fileiras —, e colocava minha mochila no compartimento superior, minha mente foi inundada por pensamentos bem impuros tendo como atrizes principais aquelas aeromoças. Sentei-me na poltrona do corredor e as procurei com o olhar, encontrando apenas uma delas, a loira, que sorriu para mim e, claro, devolvi-lhe meu sorriso mais sedutor. Sempre gostei de sentar na janela, mas naquela viagem, por falta de vaga, somente estava disponível as poltronas do corredor. Teria a possibilidade de contemplar melhor ainda as mais deliciosas beldades da aviação brasileira! E durante várias horas!

Para minha surpresa, uma terceira comissária, uma morena de olhos verdes, foi quem fez a verificação da posição das poltronas. Senti meu corpo vibrar ao pôr os olhos nela. Instantaneamente, meus pensamentos libidinosos incluíram-na na cena sensual que se desenrolava na minha cabeça. Notei que o tesão já queria dominar todo o meu ser!

Instantes depois, o avião iniciou a decolagem. Percebi que uma das comissárias, a ruiva, sentou três filas à minha frente, mas do outro lado, ficando na minha diagonal, fazendo com que meu olhar fosse todo voltado para ela. E, dessa vez, não tive discrição nenhuma; encarei-a imprimindo todo o meu desejo no olhar! Ela abriu um sorriso no canto da boca, mas não sustentou meu olhar descarado. Assim que o avião estabilizou, ela se levantou e foi para o fundo o avião.

Depois de passados alguns minutos, a aeronave ficou na penumbra e todos se acomodavam da melhor maneira possível para perseguir um cobiçado sono. Até tentei dormir, mas não consegui, visto que a historinha erótica que minha mente inventou com as aeromoças me deixou completamente desperta. Como não tinha nada para fazer, resolvi pedir água. Quem veio me entregar foi a loira e vi a oportunidade de tocar em seus dedos macios.

Dirigi-me ao banheiro do fundo do avião após alguns momentos me revirando na poltrona. Quando abri a porta estreita para sair, dei de cara com a comissária ruiva sorrindo sedutoramente para mim. Pisquei os olhos algumas vezes, porque não acreditei que ela estava ali na minha frente. Sem conseguir proferir uma palavra sequer, fui empurrada para o interior do banheiro. Ela fechou a porta, colou seu corpo ao meu e sussurrou com a boca bem próxima a minha, fazendo com que eu sentisse seu hálito quente:

— Notei que você não para de nos olhar... Tem tesão por comissárias, é?

— Demais! Desde criança! — Sorri de um jeito cafajeste.

— Hum... E que tal realizar sua fantasia agora?

Olhei-a com desejo e respondi:

— É tudo que eu mais quero!

Sem tirar os olhos dos meus, ela se afastou, encostou as costas na pequena parede do apertado banheiro, levantou a saia, afastou a calcinha e ordenou me oferecendo aquele sexo delicioso:

— Então me chupa!

Prontamente, eu a obedeci, agachando-me e me encaixando entre suas pernas. Minha língua a presenteou com ávidas e generosas lambidas. A comissária ruiva se contorcia de prazer e tentava conter os gemidos, tampando a boca com as costas da mão. Só parei quando senti seu corpo tremular e ela gemer baixinho:

CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS - Livro IIIOnde as histórias ganham vida. Descobre agora