Prólogo

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O carro seguia lentamente pelas ruas tranquilas de Mystic Falls enquanto Caty McMiller permanecia encostada contra a porta, com o rosto apoiado na mão e os olhos ambas acompanhando a paisagem do lado de fora

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O carro seguia lentamente pelas ruas tranquilas de Mystic Falls enquanto Caty McMiller permanecia encostada contra a porta, com o rosto apoiado na mão e os olhos ambas acompanhando a paisagem do lado de fora. As casas antigas apareciam entre árvores enormes, algumas cercadas por jardins cuidadosamente cuidados, enquanto pequenas lojas e construções baixas passavam pela janela. Para Caty, acostumada a lugares mais movimentados e a uma rotina cercada de conforto e luxo, a cidade parecia silenciosa demais. Ela observava tudo com uma expressão curiosa, embora ainda tentasse manter aquele ar de quem não estava particularmente impressionada.

Caty:

- Isso aqui é muito pequeno - Caty reclamou, olhando para o pai pelo retrovisor com as sobrancelhas levemente franzidas

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- Isso aqui é muito pequeno - Caty reclamou, olhando para o pai pelo retrovisor com as sobrancelhas levemente franzidas. - Eu estou começando a achar que vocês realmente me trouxeram para o meio do nada.

O pai soltou uma risada baixa enquanto continuava dirigindo, e a mãe, sentada no banco da frente, virou o rosto para olhar para a filha. Caty percebeu a troca de olhares entre os dois e estreitou os olhos, como se já soubesse exatamente o que estavam pensando. Ela cruzou os braços sobre o peito e voltou a olhar pela janela, deixando claro que não pretendia retirar a reclamação tão cedo.

- Você está dizendo isso desde que entramos na cidade - a mãe comentou, tentando esconder um sorriso.

- Porque continua sendo verdade - Caty respondeu, ajeitando uma mecha do cabelo pra atrás da orelha. - Até agora eu não vi nada que faça eu mudar de ideia.

O pai olhou rapidamente para ela pelo retrovisor e perguntou se ela pretendia passar o resto da viagem reclamando ou se poderia esperar pelo menos até conhecer a casa. Caty ficou alguns minutos em silêncio, observando uma fileira de árvores passar pela janela antes de responder que poderia esperar, mas que não prometia parar de reclamar. A mãe riu baixo e balançou a cabeça, já acostumada com a maneira como a filha transformava qualquer mudança em uma discussão.

- Eu só quero saber se a casa é realmente bonita - Caty explicou, ajeitando o casaco sobre as pernas. - Porque, se vocês me fizeram sair de tudo o que eu conheço para morar em uma casa horrível, eu vou ficar muito irritada.

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