Rumores podiam ser ouvidos em cada beco de Nova York. O poder estava sendo novamente disputado e novas ameaças estavam prestes a surgir. Seriam as tartarugas capazes de impedir? Ou iriam cair perante a esses novos inimigos?
O pôr-do-sol havia terminado enfim, o que significava que era nossa hora de sair do esconderijo. As patrulhas noturnas eram uma das minhas partes favoritas do dia, na verdade, acho que é a hora favorita de todos os meus irmãos. Correr pelos telhados dos prédios, sentir o vento frio em nossa pele, colocar o que nosso mestre nos ensinou em prática e, o principal, proteger os cidadães de Nova York.
Não é uma tarefa tão fácil, há mutantes, alienígenas e ninjas espalhados por toda a cidade, sem contar que como sou o líder do nosso grupo, todas as grandes decisões caem sob os meus ombros. Porém, isto não é um grande problema, já que me voluntariei para o "cargo" — mesmo com os protestos de Raphael.
Em geral, conseguimos fazer um bom trabalho, mas recentemente as ruas andam muito calmas e silenciosas, não que isso seja ruim, na verdade, é o que nos esforçamos para acontecer, mas algo parece realmente estranho. Donatello concorda comigo, já Raph acredita que estamos sendo muito paranoicos, porém, ele voltou atrás quando o Mestre Splinter disse que deveríamos investigar a fundo.
"Crianças sempre ficam mais quietas quando estão aprontando algo" e convivendo com o Mikey nós sabemos o quanto essa frase pode ser verdadeira.
Decidimos que iriamos nos dividir por enquanto, é a forma mais eficaz de se observar uma grande área e podemos nos comunicar através dos T-phones. É, em tese não tem muito o que dar errado.
— Estão na escuta? — levei o aparelho a boca, como se fosse um pequeno rádio de câmbio.
— Sim, capitão neurose! — A voz irônica e ácida de Raphael soou pelo aparelho.
— Estamos aqui, câmbio — Mikey respondeu em seguida.
— Viu alguma coisa, Leo? — Donnie me questionou.
— Ainda não e vocês? — disse enquanto dava uma última checagem na esquina.
— Tudo tranquilo por aqui. A única "desordem" que houve foram só dois garotos que quase atropelaram um cara com suas bicicletas, mas foi um acidente. — Escutei a informação que Donnie havia dito, mas realmente não tínhamos muito o que fazer sobre isso, então sentei-me na berrada do prédio em que observava a rua.
— Sinceramente, acho que essa operação está sendo uma grande perda de tempo. Estamos parados em pontos específicos há horas, se alguém anda fazendo alguma coisa não é por onde estamos observando. — Era difícil de admitir, mas Raphael tinha razão nesse ponto.
— É, você tem razão, deveríamos mudar nossas posições por um momento.
— Já que vamos sair daqui, deveríamos ir ao Sr. Murakami, toda essa espera me deixou com fome — Mikey comeu antes de sairmos de casa, mas decidi não falar nada, porque honestamente, eu também estava.
— Os Dragões Roxos geralmente atacam aquela área, não faria mal dar uma olhada — Raph comentou e desligou a ligação, já podia até o imaginar dando de ombros enquanto fazia isso.
— Então vamos juntar o útil ao agradável, podemos pedir algumas porções e comemos enquanto vigiamos.
— Boa Leo! E eu achava que o Donnie que era o irmão inteligente — Mikey disse em tom brincalhão.
— Ei! De graça isso?! — Donnie protestou do outro lado da linha.
Sorri olhando para a tela do T-phone a risada de Michelangelo estava bem alta no alto-falante, então decidi desligar a ligação.
¡Ay! Esta imagen no sigue nuestras pautas de contenido. Para continuar la publicación, intente quitarla o subir otra.