Park Jimin é um investigador que está à procura do seu melhor amigo, que desapareceu à 1 anos e meio.
Mesmo depois de muita investigação, não encontrou nenhuma pista, então ele tenta revista pela décima vez o apartamento da vítima, mas dessa vez e...
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(15/02/22)
Muita das vezes perdermos pessoas importante na nossa vida, mas por se muito descuidado nem percebemos.
Já fazem 1 ano e meio em que a razão da minha vida desapareceu, esse tempo que a pessoa mais gentil, doce, alegre, engraçada e bela desapareceu sem rastros, sem ao menos ter um motivo para o seu sumiço.
Em 3 anos sendo investigador, nada havia mexido tanto comigo que nem esse caso. E claro que razões óbvias pra isso.
Jeon JungKook, um jovem de 22 (bom pelo menos essa era sua idade antes de tal acontecimento mas hoje ele tem 24) cursava psicologia na faculdade e também era meu melhor amigo.
Desde o desaparecimento, não dormir bem uma noite se quer, apenas leitura de casos parecidos, ida a locais que ele frequentava, e muito, mas muito choro mesmo.
As lágrimas talvez sejam em vão, até porque chorar não vai fazer ele surgir magicamente na minha frente, então o meu foco é investigar, e procurar mais e mais.
Hoje vou até seu apartamento novamente, meus colegas dizem que é inútil, e que já deveria ter fechado essa caso como morto, MAS NÃO!!! Ele está desaparecido, é diferente, enquanto não ver o seu corpo morto, não vou me dar por vencido, vou encontrá-lo, custe o que custa
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E mais um vez, lá estava eu... Odeio entra nesse apartamento porque sempre me faz lembra de como ele era importante pra mim, e que não posso ter o prazer de te-lo novamente em meus braços.
Sempre me perguntei se existia alguma possibilidade de eu ter um sentimento a mais do que uma simples amizade ou relação de irmãos.
Minha resposta sempre foi negativa, apesar de por dentro, eu sabia que essa não era a resposta correta. Ver aqueles olhos de jabuticaba que eram mais escuro que a noite, que se chegasse mais perto, aposto que dava pra ver a galáxia lá dentro. Sua estrutura corporal, durante um período, eu foi mais alto que ele, mas parece que em um piscar de olhos ele cresceu igual um pescoço de girafa. Amava quando observava ele malhar, que no início foi uma surpresa porque ele sempre dizia que não queria virar um "rato de academia".
No final, cheguei a conclusão que tinha muito mais que sentimentos por ele, porém, já era tarde demais...
O seu apartamento continuava da mesma forma, não deixei que ninguém movesse uma folha de qualquer lugar se quer.
Já não havia mais lugar para procurar, então foi apenas para seu quarto, com um pequena esperança de encontrar ele lá, me esperando, como sempre fez.
Abrir a porta, e para surpresa de ninguém, não tinha nada além de amado quarto com apenas seus pertences.
Entrei, sentei na ponta da sua cama empoeirada, e uma lágrima solitária teimosa começou a descer do meu olho.