🌱Olhos verdes🌱

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Então eu não canso de fazer novelinhas meus caros.
Mas...vamos a leitura.

Aviso:

Para quem foi da Era de ( Cível: Yizhan) que era rodeada com a teoria da conspiração kkkk, essa aqui e muito mais cheia de teias de aranhas e linhas.

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Não há ser humano lúcido que não reaja com estupidez e nem outro tranquilo que não tenha seus momentos de desespero. Devemos ter consciência de que somos uma massa de seres humanos imperfeitos vivendo em uma sociedade de pessoas imperfeitas.

Augusto Cury

Fanfic criada em dezembro de 2022

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O ônibus parou de frente a um restaurante, quase no seu último ponto quando as portas se abriram e duas garotas desceram correndo, ansiosas para ver seus familiares que estavam do outro lado, quando as portas estavam prestes a se fecharem alguém c...

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O ônibus parou de frente a um restaurante, quase no seu último ponto quando as portas se abriram e duas garotas desceram correndo, ansiosas para ver seus familiares que estavam do outro lado, quando as portas estavam prestes a se fecharem alguém colocou a ponta da sua bota militar no meio para impedir, o alfa jogando a mochila de militar sobre os ombros desceu naquele ponto, tirou o boné que tinha o símbolo de duas armas cruzadas, sorrindo ele respirou fundo, sentindo em seus ossos a familiaridade do local.

O alfa varreu o ambiente com o olhar, procurando por rostos familiares.

— Tio Yibo! — uma vozinha aguda ecoou, e um garotinho de cinco anos correu em direção ao militar, os braços abertos. O alfa sorriu e apanhou o garoto, colocando o boné na cabeça do pequeno. Os olhinhos dourados da criança brilharam com alegria, e o alfa sentiu seu coração derreter. — Tio que saudade! — gritou o garotinho novamente, abraçando-o apertado.

— JingYi, você está mais alto! — Yibo exclamou, apertando a bochecha do sobrinho, que havia crescido muito desde a última vez que o viu, quando tinha apenas dois anos. — Onde está seu papa? — perguntou, olhando em volta em busca do pai do garoto.

Logo um ômega com roupas de tom azul e branco surgiu, ele tinha um sorriso gentil e olhos dourados que eram mais claros que do seu irmão alfa, aquele era XiChen.

— Estou aqui, JingYi já disse que não é para correr por aí — disse ele, pegando o filho no colo e olhando para o irmão com carinho. Fazia quase seis anos que não via o irmão, e a comunicação entre eles se limitavam a cartas e telefonemas rápidos. — Sentimos sua falta, irmão — acrescentou, com um sorriso saudoso.

— Eu também.

O alfa sorriu e bagunçou o cabelo de XiChen, que estava muito bem penteado e na altura do queixo. Seu irmão era vaidoso com sua aparência, e isso sempre o fazia sorrir.

Criminal  (Yizhan)Stories to obsess over. Discover now