Meu Indomável Devasso

By LaurihDias

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Série Felizes para Sempre - 3 essa será a história tão esperada da Mel e do Felipe. Ele um homem rude, cretin... More

Apresentação
Prólogo
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo EXTRA
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo Extra
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo Extra
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo extra
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo extra
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo extra (1)
Capítulo extra (2)
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo extra
Capítulo 37
Felipe
Epílogo

Capítulo 28

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By LaurihDias

Desperto no dia seguinte e Felipe já se foi, não fosse a bagunça que se encontra em minha cama poderia dizer que tudo não passou de um sonho. Pego meu celular para verificar a hora, em quinze minutos terei que levantar, então, como estou sem sono começo a preparar-me para o dia.

Desço até a cozinha e apenas Filó se encontra ali. Nem sinal de Felipe ou sua mãe. Tomo meu café na expectativa de vê-lo, no entanto ele não aparece.

— O Felipe já saiu? ­— pergunto sem poder segurar minha curiosidade.

Filó sorri para mim.

— Sim, estava chegando quando o vi entrar em sua caminhonete, nem café tomou — comenta —, você queria falar com ele?

Faço um gesto negando com a cabeça.

— Não, é que ontem depois do ocorrido com sua mãe, ele parecia aborrecido — digo levantando-me da cadeira. Pego minha bolsa e minha pasta. — Vou andando, tenho muito o que fazer na escola. — esclareço e saio com pressa antes que possa me perguntar alguma coisa.

A manhã passa voando e depois de me despedir das crianças levo o material das atividades para a sala de professores. Ali encontro duas professoras e trocamos algumas ideias.

A porta se abre e Abigail aparece.

— Ah, estava a sua procura — diz olhando para mim, depois acena para as outras duas e volta a me olhar. — Podemos falar agora? — indaga com um sorriso sem graça.

— Sim, podemos — afirmo e a sigo até sua sala após me despedi das minhas colegas.

Abigail, assim que fecha a porta de sua sala vai até sua mesa e se joga em sua cadeira.

— Estou sabendo que você conheceu o tsunami Solange — fala com desanimo.

Sento-me a sua frente.

— Sim, a conheci ontem. Não sabia que ela estava por vir — comento.

— Também não sabíamos, a última vez que falou comigo comentou que iria aparecer, mas pensei tratar-se somente de uma ameaça — esclarece passando a mão no cabelo num claro gesto de nervosismo. — Não consigo falar com Felipe, você estava lá quando ele a viu?

— Sim — respondo com insegurança.

— Como ele reagiu? Perguntei a Filó por telefone, mas na hora de me contar a megera chegou.

Se Abigail não estive tão aflita poderia rir da maneira em como chamou a própria mãe.

— Felipe a chamou para uma conversa particular, então não tenho muito a acrescentar. — Não estou sendo totalmente verdadeira, pois não posso contar como Felipe se embriagou na noite passada por conta da chegada de sua mãe.

— Tentei ligar para o meu irmão, ele não atendeu. — Lamenta abatida e respira fundo. — Ligarei para Renata avisando, afinal Solange é sua mãe também — anuncia pegando seu celular.

Levanto-me na mesma hora.

— Preciso adiantar o trabalho da turma de amanhã, depois conversamos — informo me retirando da sala para deixá-la falar a vontade com sua irmã.

O restante da tarde passa muito rápido. Abigail e eu voltamos a conversar sobre os projetos da escola e ela não fala mais sobre sua mãe, no entanto sou capaz de notar que se encontra preocupada, pois tem uma expressão oprimida.

A noite não vejo Felipe, quanto a sua mãe, sei que está em casa, mas ela não aparece na cozinha. Segundo Filó, ela é o tipo de fazer as refeições na sala de jantar, pois não gosta de se misturar aos empregados. Para mim é perfeito, pois não tenho nenhuma vontade de me deparar com aquela mulher. Entretanto estranho o fato de Felipe não aparecer, talvez esteja esquivando-se da mãe. Prefiro pensar nessa possibilidade do que imaginar estar fugindo de mim.

Dois dias se passam, e nada de ver o Felipe. Na escola, Abigail não diz nada se conseguiu ou não falar com ele. Meu coração se aperta, pois esta é a primeira vez que fico tanto tempo sem vê-lo desde que iniciamos nosso trato. Não quero perguntar nada a Filó para não despertar sua desconfiança, assim só me resta esperar para ver o que acontece.

No final do expediente Rafaela conta que é aniversário de Thales, ele decidiu de última hora fazer uma comemoração e pediu que me chamasse.

— Sim, eu vou. Onde será? — Thales é um bom rapaz e me tratou bem desde que nos conhecemos.

— No lugar de sempre — debocha Rafaela revirando os olhos. — No Oh Tchê! — completa aborrecida.

Eu sorrio para ela.

— Pensei que gostasse do Oh Tchê! — comento sem entender sua reação.

Ela respira forte e seu desagrado é incontestável.

— Estou um pouco de saco cheio de ir ao mesmo lugar sempre, pedi ao meu primo para fazer algo diferente, em um bar fora da cidade, mas não concordou, como pode ver — esbraveja.

— Thales adora o Oh Tchê!, nada mais justo ele querer comemorar seu aniversário lá.

— Acontece que o Jaime não vem, pois não foi bem-vindo ao Oh Tchê! — desabafa aborrecida.

Fiquei tão afastada nos últimos dias que não sabia nada sobre esse fato, Rafaela não havia comentada nada disso comigo.

— Não entendo, todos são bem recebidos no bar, ele se desentendeu com alguém? — indago tentando entender a situação.

Ela sacode a cabeça.

— Não sei ao certo, mas Dionísio não o recebeu como um bom anfitrião.

Após dizer isso seu telefone toca e ela atende. Muito estranho, Dionísio faz questão de tratar todos os clientes muito bem, eu mesma sinto-me acolhida e adoro aquele bar.

Rafaela termina a ligação e aproveito para saber mais sobre o aniversario de Thales. Assim combinamos de nos encontrar em frente ao bar, pois tanto eu quanto ela não iremos de carro e poderemos ao menos beber alguma coisa para brindar o aniversário de seu primo.

Em casa, antes de subir para o meu quarto procuro por Filó e aviso para não se preocupar com meu jantar, gosto de avisá-la quando mudo os planos, pois sei que ela sempre me aguarda e se preocupa comigo.

Do lado de fora observo a minha volta, a caminhonete de Felipe não se encontra em lugar nenhum. Ele realmente desapareceu de cena. Fico entristecida, mas não há o que fazer, ele não me deve satisfações. Melhor eu me arrumar, e vou procurar me divertir essa noite, não ficarei me lamentado por causa desse idiota.

A comemoração de Thales está muito animada, até Bruna, a garota que ele gosta está presente e me parece simpática, a conhecia somente de vista, pois Rafaela não gosta dela. Vejo ser apenas uma implicância sem fundamento, pois Bruna além de animada é muito agradável. A única coisa a me incomodar é Roberto estar presente na comemoração. Ele não perde tempo e sempre dá um jeito de me tocar. É irritante.

— Vou ao banheiro e já volto — digo para Rafaela que se encontra contrariada.

Ela apenas acena a cabeça e olha para o palco.

— Vou com você — Bruna diz se levantando.

Chegamos ao banheiro e vou direto para o espelho, queria apenas sair da mesa, distanciar-me de Roberto.

— Só vou passar um batom — comento e abro minha bolsa.

Bruna encosta-se à pia e cruza os braços me encarando.

— Desculpa me meter, mas é notável o quanto Roberto não lhe agrada — afirma e olho para ela.

Eu sorrio na tentativa de esquivar-me, sei que todos ali se conhecem.

— Deve ser impressão sua.

Ela nega com um gesto.

— Não é, e você sabe que digo a verdade. Eu mesma não gosto muito do Roberto, na minha opinião, ele é muito confiado — declara e sorri amigavelmente. — Não tivemos a oportunidade de nos conhecermos bem, mas o Thales fala muito bem de você — diz e solta um sonoro suspiro. — Tentarei ajudar você a manter o Roberto longe, pode contar comigo.

Olhamos-nos por algum tempo e rimos.

— Obrigada — agradeço.

— E outra coisa — começa e se vira para o espelho para ajeitar o cabelo. — Dizem muitas coisas sobre mim por aí, eu sei. Mas não acredite em tudo, as pessoas tendem a exagerar, já cometi alguns erros no passado não negarei, porém nem chega perto do que as pessoas contam — desabafa e sei que carrega alguma mágoa.

Aproximo-me dela e dou um leve aperto em seu ombro.

— Todos comentem erros, ninguém tem o direito de julgar ninguém.

Bruna fica um tempo calada e volta a me olhar com um sorriso fraco.

— Você está certa — diz —, agora melhor voltarmos, afinal temos um abusado para espantar — caçoa e pisca um olho para mim.

Rimos juntas e saímos do banheiro, pode ser impressão, mas acredito que uma amizade pode estar nascendo.

Depois da nossa conversa Roberto não tem sossego ao meu lado, pois a toda hora Bruna surge entre nós, por pouco não caio na risada, pois ela se mostra bastante inconveniente, não para mim, mas Roberto não gosta nada de sua intromissão.

Rafaela a cada hora que passa mostra-se mais impaciente, até Thales torna-se alvo de sua ira, no entanto como ele está muito feliz não leva em conta o mal humor da prima. Nunca poderia imaginar que Rafaela pudesse agir de maneira tão ríspida.

— Não sei por que Thales insiste em se relacionar com a Bruna — expõe Roberto quando Bruna se afasta para dançar com Thales e outros amigos.

Olho para ele indignada com seu comentário.

— Não entendo seu comentário — declaro e o observo com desgosto.

Ele bebe o restante de cerveja em seu copo e me olha autoconfiante.

— Todos na cidade sabe como ela é, uma mulher vulgar, para se dizer o mínimo — completa tomando o cuidado de olhar para os lados para que ninguém o ouça. — Se fosse você manteria a distância dela.

— Roberto, estou a conhecendo hoje e para falar a verdade gostei muito dela — informo.

Ele ri.

— Você pode ficar mal falada se insistir em ficar amiga dela. A guria já saiu com metade dos homens da cidade, e dizem por aí que nem homem casado escapou de seu artifício.

Inacreditável isso. Balanço a cabeça e tenho vontade de falar umas boas verdades, mas ele já bebeu mais do que devia e não quero estragar a festa do Thales. Roberto consegue cair ainda mais no meu conceito.

— Para mim pouco importa as fofocas. Não temos o direito de sentenciar as pessoas, não sabemos o que se passa com ela ou o que a levou a fazer algo errado, isso se realmente ela fez algo. E para mim, a Bruna parece uma pessoa muito legal — esclareço e pego meu copo da mesa. — Agora vou me divertir um pouco, não vim aqui para ficar falando das pessoas — acrescento e vou até a pista de dança e me junto aos demais na diversão.

Estou me divertindo a valer, todavia nada é perfeito. Na entrada do bar vejo Felipe ao lado de uma morena no exato momento em que chegam, não me passa despercebido que estão juntos. Fico tão decepcionada e aflita que volto para a mesa na tentativa de me recuperar. Bruna me segue e senta-se ao meu lado.

— Aconteceu alguma coisa? — pergunta. Eu apenas nego gesticulando com a cabeça. Ouço sua risada. — É por causa dele, não é mesmo?

Olho para ela que me contempla.

— Não sei do que está falando — argumento.

Bruna me puxa pela mão e me levanto, não diz nada e me puxa até o banheiro. Lá ela fecha a porta, põe a mão na cintura e me encara.

— Você mudou a fisionomia quando o Felipe chegou com aquela guria — fala e quando vou dizer algo ela me interrompe. — Eu vi Mel, sei que não somos amigas de longa data, mas sou esperta o suficiente, notei seu desconforto. O Felipe tende a despertar emoções conflitantes nas mulheres.

Viro-me de costas para ela.

— Olha, você está enganada, eu nem gosto do Felipe — minto.

— Você tem o direito de não me contar, eu entendo. Mas mesmo assim vou me meter um pouquinho — comenta com um sorriso na voz. — No fundo essa fama do Felipe, nada mais é que isso: uma fama.

Desta vez eu rio seca.

— Conta outra Bruna, o Felipe é um mulherengo de primeira. Um devasso — digo sentindo o gosto amargo de minhas palavras.

— Okay, ele até sai com algumas mulheres, mas qual o problema? Ele é solteiro e todas se jogam aos pés dele.

Suas palavras me machucam mais do que deviam. Deus! Por que fui me envolver logo pela pior espécie de homem?

— Eu sei disso, e posso garantir que ele não me afeta em nada — insisto.

— Tudo bem, não vou mais tocar nesse assunto hoje, mas não vou deixá-la sofrendo o resto da noite — informa e se aproxima ficando de frente para mim. — A mulher que chegou com ele é a Diana, ela e o Dionísio formam um casal.

Minha boca se abre.

— Mas ela parece ser tão nova — comento.

— Mel! Não me decepcione, você não é do tipo preconceituosa, sei disso.

Sinto-me envergonhada.

— Você está certa, não tenho nada contra sobre qualquer tipo de relacionamento.

Bruna solta uma gargalhada.

— Eu sei disso, agora vamos voltar para o salão, pois quando viemos para cá notei Felipe nos acompanhando com o olhar, na certa de olho em você.

— Claro que não! Ele pode estar olhando para você.

— Felipe nunca me quis e olha que já dei em cima dele descaradamente, mas o homem é osso — revela com naturalidade.

— Então você é afim dele?

— Não mais, já fui um dia. Mas qual mulher daqui nunca sonhou em ter o Felipe? Até as casadas já pensaram — justifica enquanto saímos do banheiro. — Porém acredito que com você é diferente.

Penso em argumentar, mas estamos de volta a nossa mesa e tanto Roberto quanto Rafaela nos olham, ambos descontentes com nossa proximidade.

Finjo não perceber o comportamento dos dois e sento-me. Mais bebida é distribuída e brindamos ao Thales. Outra música começa a tocar e Roberto me chama para uma dança e invento que estou indisposta, ele visivelmente não acredita em mim.

— Olá Mel! — Ouço a voz de Felipe e olho para cima.

Ele está ao meu lado e o vendo assim, eu sentada e ele de pé parece ainda mais alto e sexy.

— Oi Felipe! Quanto tempo — comento azeda.

— Não faz tanto tempo assim, apenas três dias, ou você esqueceu? — pergunta e sorrio sem jeito, era só o que faltava ele dizer na frente de todos que estivemos juntos em meu quarto. — Posso ter uma palavra com você lá fora? — indaga.

O encaro desconfiada.

— Vai lá Mel, eu tomo conta do seu lugar — diz Bruna ao meu lado cutucando meu braço.

Levanto-me, se eu negar as pessoas podem ficar ainda mais intrigadas e não sei qual será a reação de Felipe.

— Tudo bem, vamos!

Ele segura minha mão e o sigo. No estacionamento caminhamos até seu carro, então ele para e me encara parecendo chateado.

— Perguntei por você e Filó me contou que viria para cá, por que não esperou por mim?

Ponho a mão na cintura e o encaro exasperada.

— Não vejo motivo nenhum para tê-lo esperado — respondo.

— Mel, quantas vezes devo lhe lembrar de que temos um acordo?

Estou de saco cheio com esse lance de acordo.

— Pois esse acordo acaba aqui — replico e me viro para ir embora.

Ele segura meu braço e me puxa, ficamos com o nosso corpo praticamente colado.

— Esse acordo não acaba mesmo — esbraveja entre dentes. — E por que está tão brava?

— Você pensa o que Felipe? Você some sem dizer nada depois de passar a noite na minha cama, então não o vejo por três dias e acha que devo ficar a sua disposição? Pois saiba que não sou dessas, já te falei isso. Você não tem nenhum direito sobre mim — desabafo demonstrando minha mágoa.

Ele me olha arrependido.

— Não sumi de propósito, aconteceram algumas coisas na estância e precisei me ausentar. Fiquei praticamente incomunicável, mas acredite, em nenhum momento pensei em desprezá-la — declara olhando-me com intensidade.

Meu coração salta e o sinto em minha garganta. Felipe está abatido, e certamente o problema na fazenda está acabando com ele.

— Tudo bem, eu apenas pensei que você estava me evitando — confesso.

Ele sorri e passa a mão em meu cabelo.

— Evitar você? Impossível, afinal vivo pensando em você, minha professorinha. E hoje só vim aqui por sua causa, não queria sair hoje, queria apenas estar com você — murmura me acariciando.

O alívio toma conta de mim e sorrio para ele.

— Também quero estar com você — revelo num fio de voz.

— Então vamos sair daqui, pegue sua bolsa e diga que precisa sair.

— Não posso sair assim, ou poderão desconfiar de nós.

Ele respira fundo e olha para o céu. Então volta a me encarar.

— Problema de quem desconfiar, não devemos nada a ninguém. A verdade é que estou me cansando de me esconder — anuncia e fico perplexa com suas palavras.

— Eu sei que concordei com isso, mas foi ideia sua, afinal o que temos poderá acabar a qualquer momento — lembro.

— Esquece isso, você insiste em lembrar os termos desse acordo. Vamos sair daqui antes que faça alguma besteira.

Suspiro fundo.

— Okay, vou pensar em alguma coisa para dizer, me espere aqui — peço e tento me afastar dele, mas sua mão ainda segura meu braço.

Olho para ele em questionamento.

— Não demore minha guria, ou entro naquele bar e te trago a força — diz com um sorriso sexy.

— Você não faria isso — falo sorrindo.

— Experimenta demorar — ameaça e beija a ponta do meu nariz. — Agora vá, te darei dez minutos, se passar disso vou te buscar.

Balanço a cabeça e volto para o bar. Uma parte minha, a parte travessa, quer ficar mais de dez minutos, mas melhor não arriscar. Não quero chamar atenção de todos sendo carregada por Felipe.

Mas que a ideia me parece atraente, ah! Isso parece!

Que tal se o próximo capítulo for pela visão do Felipe?

O que me dizem?

Beijos!!!!

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