DEZ CONTOS

By zarrybyziegler

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Pequena grande coleção de histórias estranhamente fascinantes. • ʙᴏᴏᴋsᴍᴜᴛ ᴢᴀʀʀʏ More

INFORMATIVOS + TRAILER
Naturaly Anomaly
Nêmesis
Taciturno
Consanguíneo
One Minute Man
Circus
100 Suns
Abyss
Open 24 Hours
The Boss
I Wish
I'm Watching You
Watermelon
Zayn Malik And His Fucked Life
Parafilia
Moments
Alert
Traumatologista
Your Hair And My Hair
Pardonable Betrayal
Ride
Best Friends
The Kill
Don't Stop The Rock
Night Of The Hunter
Emperor
Free The Animal
Hurricane
You Are My Girl
Morada 47
Wanted
Irregardless
Desire
Photo Christmas
Christmas Eve
Sweet Job
Christmas Present
We Found Love
Mistletoe
Pink Reindeer
Habits
Umbrella
Janitor's Closet
Sexy Teacher
You Will Never Forget Me
Let Me Love You
Smack That
Never Let You Go
Bad Influence
It's Not The Last Time
Maps
Do You?
Teenage Dirtbag
Forever Now
Kiss You
I Like You
Chandelier
Because Of You
Confused
Magic Font

Lonely Hearts Killers

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By zarrybyziegler

ᴄᴏɴᴛᴏ ᴅᴇ ʜᴀʟʟᴏᴡᴇᴇɴ

Zayn tentava conter o riso, mas a cena era patética demais para ignorar. Harry, largado na cadeira de veludo como se estivesse em um boteco de beira de estrada, enfiava os dentes em uma coxa de frango com as mãos engorduradas, ignorando qualquer resquício de etiqueta ou os olhares críticos dos outros clientes. Estavam sentados ali havia pouco mais de uma hora, em um restaurante fino que servia pratos com nomes difíceis e porções pequenas demais. Já tinham provado metade do cardápio, bebido três garrafas de vinho caro, e em nenhum momento sequer cogitaram a possibilidade de pagar a conta. Era só mais uma noite comum para os dois — completamente fora da lei e da moral, do jeito que gostavam.

Zayn, encostado com o cotovelo na mesa e o queixo apoiado na mão, observava tudo com um brilho divertido nos olhos. Debaixo da toalha branca que cobria a mesa, ele esticou a perna e começou a massagear com o pé a parte interna da coxa de Harry, subindo lentamente até a virilha. O toque foi sutil, mas firme o bastante para que Harry erguesse o olhar por um segundo, arqueando a sobrancelha antes de voltar a mastigar um pedaço de bife mal passado como se nada estivesse acontecendo.

— Você olhou o banheiro? — Zayn perguntou em tom calmo, quase entediado, embora estivesse prestando atenção em cada movimento ao redor deles.

Harry assentiu com a cabeça e engoliu sem pressa.

— Uhum. Tem uma janela bem grande.

Ele deu um meio sorriso ao terminar de falar, com os lábios ainda sujos de gordura. Ajeitou a postura quando viu um dos garçons se aproximando, limpou a boca com o guardanapo, pegou a taça e deu um gole do vinho tinto sem tirar os olhos de Zayn.

— Desejam mais alguma coisa? — perguntou o garçom, depois de pigarrear, claramente incomodado com o jeito desleixado que Harry mastigava de boca aberta.

Zayn nem hesitou.

— Pode trazer a conta?

O garçom se afastou para pegar a ficha com o consumo da noite. Nesse instante, Zayn olhou discretamente para Harry e piscou com um leve movimento de cabeça. Foi o suficiente. O outro entendeu na hora, como se já tivessem ensaiado aquela cena dezenas de vezes.

Harry, em ato preciso e dramático, derrubou a taça de vinho em cima de si mesmo. O líquido escorreu pelas pernas da calça clara, e ele se levantou em um pulo, gritando alto o suficiente para virar todas as cabeças da sala. Começou a limpar as manchas com um guardanapo, fazendo um espetáculo desastrado que prendeu a atenção de todos.

— Vou ao banheiro! — avisou, já com as duas mochilas nas costas, caminhando com pressa em direção ao corredor e ainda lançando um sorriso disfarçado quando passou por Zayn.

Zayn ficou mais alguns segundos ali, observando o caos leve que tinham provocado. Levantou com calma e colocou a mão no ombro do garçom, que ainda fazia contas em um bloco de notas pequeno e sujo.

— Vou conferir se meu acompanhante está bem — disse, com uma expressão preocupada que não enganaria ninguém. — Termine de calcular a conta, volto em um instante.

O garçom hesitou por um momento, claramente desconfiado, mas acabou concordando com um aceno de cabeça, já irritado com a confusão.

Zayn deu as costas e seguiu pelo mesmo caminho que Harry, mantendo o andar tranquilo, como se ainda tivesse tempo de sobra.

Caminhou pelo corredor estreito até alcançar a porta do banheiro. Quando entrou, encontrou Harry sentado em cima da pia de mármore, lambendo os dedos ainda melados do molho da carne que tinha devorado minutos antes. Os olhos dele se estreitaram quando viu o namorado, e um sorriso quase debochado surgiu em seus lábios. Harry desceu da pia com um salto leve e se aproximou. Sem trocar nenhuma palavra, juntou os lábios aos de Zayn, selando um beijo curto, lento, que durou tempo suficiente para passar a mensagem: conseguimos.

Foram para uma das cabines dos fundos e fecharam a porta com o pé. Subiram juntos na tampa da privada, meio desajeitados, e empurraram o corpo pela janela pivotante que dava para os fundos do restaurante. A queda na grama fofa fez os dois rirem, abafando o som com as mãos para não chamar atenção. Zayn se levantou primeiro, sacudindo a calça e olhando ao redor antes de estender a mão para Harry. Quando o puxou, segurou firme, trazendo o outro para perto do peito por alguns segundos antes de entrelaçar os dedos com os dele.

Zayn inclinou o rosto e deu mais um beijo em Harry, rápido e mais intenso do que o anterior, como se selasse o fim da missão. Depois disso, puxou o namorado pela mão e começaram a correr pelos becos atrás do restaurante, sumindo pela rua escura. Sabiam que jamais poderiam retornar àquele lugar, mas não se importavam. Era só mais um ponto fora do mapa. Mais uma lembrança divertida para rir depois.

Durante o caminho para casa, as calçadas estavam cheias de crianças correndo, berrando, fantasiadas com dentes falsos e maquiagem mal feita. O Halloween tinha transformado o bairro em um desfile caótico de pequenos monstros famintos por açúcar. Harry parou de correr quando avistou um garotinho agachado no meio-fio, ajeitando a capa da fantasia de vampiro. A sacola entre as pernas dele estava estufada de doces coloridos. Era irresistível.

Harry puxou o braço de Zayn e apontou discretamente com o queixo. A criança estava sozinha, completamente alheia ao que acontecia ao redor. Os dois se aproximaram sem pressa, observando o menino contar pirulitos, completamente concentrado.

— Que tal dividir isso conosco, ham? — Harry abaixou até ficar na altura do menino, sorrindo com falsa simpatia. — Desse jeito vai acabar com cáries nos dentes.

— São meus! — o garotinho gritou, abraçando a sacola e virando as costas em um gesto teimoso.

Harry ergueu o corpo devagar e soltou um suspiro frustrado, encarando Zayn com uma expressão birrenta. Zayn, em silêncio, apenas arqueou a sobrancelha e estendeu o braço para puxar a sacola das mãos do garoto. O menino tentou resistir, mas não teve chance. Com um empurrão leve, Zayn o fez tropeçar alguns passos para trás.

— Vá embora, pirralho — disse, seco.

A criança correu, e os dois ficaram observando até ele desaparecer na esquina. Harry soltou uma gargalhada abafada e abraçou Zayn de lado, colocando o queixo no ombro dele. Viu quando o namorado tirou um pirulito néon de dentro da sacola e colocou entre os lábios, puxando o doce lentamente como se estivesse provocando.

— Formamos uma boa dupla, não acha?

Zayn olhou de lado, passando o braço pela cintura de Harry e apertando a cintura dele com mais força.

— Somos uma ótima dupla em tudo que nos propomos a fazer — Zayn respondeu, colando os corpos e beijando o outro sem pressa, deslizando a língua de leve e mordendo o lábio inferior antes de se afastar. — Em roubar, fugir, beijar, caçar... e principalmente em transar.

Harry riu contra a boca dele e puxou o rosto de Zayn de novo, como se não estivesse nem perto de ter o suficiente.




Zayn empurrou Harry com força contra a porta assim que entraram no quarto. O som seco das costas dele batendo na madeira ecoou pelo ambiente, arrancando um gemido abafado que misturava dor e tesão. Harry reagiu na hora, entrelaçando as pernas na cintura de Zayn com firmeza, apertando, como se quisesse travar o corpo dele ali, colado. Zayn segurava o saco de doces com uma mão, mas nem isso atrapalhou. Com um movimento ágil, levou Harry até a cama e o jogou sobre o colchão desarrumado. O pacote se rasgou, espalhando balas, pirulitos e chocolates por cima do corpo do namorado.

Sem perder tempo, Zayn arrancou a própria camisa e deixou que o resto das roupas caísse pelo chão. Subiu na cama de joelhos, se posicionando entre as pernas de Harry, e começou a atacar o pescoço dele com chupadas fortes, marcando a pele sem nenhuma delicadeza. A língua quente deslizou pela pele suada, os dentes arranharam de leve a base do maxilar, e ele continuava descendo, sem pressa, saboreando cada pedaço como se fosse único.

Quando se sentou no quadril de Harry, seus olhos escurecidos examinaram o corpo estirado ali embaixo, coberto por embalagens coloridas e doces derretendo em contato com o calor da pele. Pegou um chocolate qualquer, rasgou com os dentes e percebeu o recheio escorrer entre os dedos — uma calda vermelha, espessa, com cheiro artificial de morango. Sorriu com malícia e esfregou a substância nos mamilos rosados de Harry, que arregalou os olhos ao sentir o toque grudento e úmido.

O líquido ameaçava escorrer pelas laterais do peito, mas Zayn se adiantou, inclinando o rosto e passando a língua devagar, com precisão. Lambeu tudo, traçando linhas com saliva e chocolate derretido, até alcançar o bico rígido. Mordeu com mais força, sugou sem dó, e então repetiu o processo no outro lado, agora com os dedos esmagando o mamilo entre uma chupada e outra. O chocolate escorria até suas mãos, mas ele não ligava. Pegou o doce e esfregou nos lábios de Harry como se fosse um batom improvisado, só para depois beijá-lo com força, invadindo sua boca com a língua e o sabor açucarado.

Quando teve certeza de que não havia sobrado nenhuma gota, enfiou os dedos na boca de Harry e o obrigou a chupá-los com lentidão. Os olhos deles ficaram presos um no outro, encarando-se o tempo todo enquanto a língua de Harry trabalhava nos dedos sujos, gemendo baixinho e gemendo contra o toque.

Zayn puxou o corpo dele e o guiou até ficar de joelhos sobre a cama. Harry obedeceu sem hesitar, já sabendo o que aquilo significava. Desabotoou a própria calça, abaixou tudo de uma vez, ficou de quatro e empinou — oferecido, pronto, provocador. Recebeu um tapa forte na nádega esquerda, que deixou a pele quente e vermelha.

Zayn se despiu por completo e começou a se masturbar com a mão direita, firme, ritmada, enquanto com a esquerda enfiava dois dedos na entrada de Harry, sentindo o calor e a resposta imediata do corpo dele. Decidiu ali mesmo: aquele seria o sexo mais intenso, mais sujo e mais viciante que já tinham feito. Era Halloween, e ele queria que tudo tivesse um gosto agridoce, perverso, gostoso até o fim.

Pegou outro chocolate e o partiu ao meio, deixando o recheio escorrer devagar por seus dedos. Usou o mel escarlate para lambuzar a entrada de Harry, espalhando tudo com cuidado, deixando a região completamente coberta, escorregadia. Zayn molhou os próprios lábios, afastou as nádegas com as mãos e enfiou a língua primeiro nas bolas, depois subindo devagar, provocando até alcançar a entrada.

Lambeu com vontade, sentindo o gosto do chocolate misturado ao suor quente. A língua se afundou mais, explorando, girando, fazendo Harry gemer alto e agarrar o lençol com força. Zayn sugava e esfregava a boca contra a pele, os dedos já se movendo com mais agressividade dentro dele, ao mesmo tempo em que se masturbava com mais intensidade.

Harry gemeu alto e puxou o cabelo dele com força, quase como uma ordem. Zayn ergueu o rosto suado e sorriu com o canto da boca. Esticou o braço, pegou o cinto que estava jogado no chão, e ergueu os olhos verdes de Harry, com um olhar que dizia tudo sem precisar de uma palavra sequer.

— Não quero ouvir você gemendo, entendeu? — Zayn rosnou contra a orelha de Harry, puxando seu cabelo com força até fazê-lo se ajoelhar no colchão. A cabeça inclinada para trás, a respiração já pesada. — Se não obedecer, vai apanhar.

Ele colou o peito nu nas costas de Harry, a pele quente contra a outra, e mordeu o lóbulo da orelha com vontade, deixando saliva, deixando marca. Harry tremeu, mas permaneceu em silêncio, sentindo o controle de Zayn sobre ele.

Sem dar tempo para qualquer resposta, Zayn posicionou o pênis rijo na entrada já lubrificada de Harry, empurrou a parte de cima do corpo dele para baixo e o forçou a empinar ainda mais. Uma das mãos desceu para segurar os pulsos de Harry por trás das costas, imobilizando. Com a outra, bateu com força na coxa dele, fazendo a carne vibrar com o impacto.

E então, sem aviso, penetrou. Firme. Rápido. Fundo.

Os quadris de Zayn começaram a bater com força, os movimentos secos e repetidos, fazendo os corpos tremerem contra o colchão. Ele segurava a cintura de Harry com domínio absoluto, os dedos enterrados na carne, puxando-o de encontro às estocadas.

— Gema para mim, Harry — murmurou contra sua nuca, deitando o tronco inteiro sobre as costas do namorado, sentindo o calor, o suor, a tensão do corpo tentando resistir.

— Hoje não — respondeu Harry, a voz grave e contida. Sabia que, se gemesse, apanharia. Mas também sabia que queria aquilo.

Zayn riu contra a pele dele, um riso sujo, satisfeito. Cravou os dentes nas costas expostas e acelerou as investidas, os quadris batendo com violência, fazendo a cama ranger debaixo deles como se fosse partir ao meio. O som dos corpos se chocando dominava o quarto, abafado apenas pelo som dos tapas, da respiração acelerada, dos gemidos sufocados.

Harry, com o rosto colado ao colchão, mordeu o próprio lábio até sentir o gosto metálico. A boca latejava de vontade, os olhos apertados, o corpo se contorcendo a cada estocada. Ele queria gemer. Precisava. Mas resistia.

Zayn saiu de dentro por um segundo e entrou de novo com mais força, mais fundo. Mexeu o quadril para o lado e direcionou a glande contra a parede interna, acertando o ponto exato que faria Harry perder o controle. E perdeu. Um gemido escapou contra a vontade dele.

Zayn ouviu. Sorriu satisfeito. E sem piedade, pegou o cinto caído ao lado da cama. Levantou o braço e desceu o couro com força nas costas do namorado. O estalo ecoou alto, seguido por um grito abafado. Outra cintada. Mais uma. Harry arqueava o corpo, arfando, sentindo as marcas surgirem, sentindo o ardor na pele alva virar combustível para o prazer.

As costas e as coxas começaram a ganhar tons vermelhos, manchas se abrindo com pequenas lascas de sangue. Zayn parou só quando viu o suficiente. O suficiente para ficar gravado ali até dias depois.

Harry gozou primeiro. Sem aviso. Sem controle. Sentiu o corpo estremecer por inteiro, a mente se apagar por alguns segundos, o lençol embaixo dele sendo manchado com o próprio gozo. Zayn não demorou. Segurou com força a cintura dele, afundou mais uma, duas, três vezes — e gozou dentro. Forte. Espesso. Quente.

Quando saiu, o esperma escorreu pelas pernas de Harry, deslizando pela pele marcada. Zayn caiu de lado, ofegante, deitando de bruços ao lado do namorado, o corpo ainda tremendo.

Se encararam. Um silêncio denso, preenchido pelo som das respirações.

E então sorriram. Sujos. Marcados. Completos.

Ainda deitado ao lado, Zayn passou a mão devagar pelas costas vermelhas de Harry, sentindo as marcas quentes do couro sob a pele. O toque agora era mais leve, quase carinhoso. Observava o namorado com os olhos ainda cheios de desejo, mesmo depois do orgasmo, como se a visão dele todo sujo e destruído fosse capaz de provocar outro. E era.

Sem dizer nada, deslizou a mão até a cintura de Harry e o virou de barriga para cima com cuidado, apreciando o corpo suado, o peito arfando, a barriga manchada com a própria porra. Zayn se inclinou, os olhos fixos naquela bagunça quente escorrendo lentamente em direção ao umbigo. Sem tirar os olhos de Harry, abaixou a cabeça e passou a língua por toda a extensão da barriga, lambendo o esperma com calma, como se estivesse saboreando algo raro.

Lambeu até não sobrar nada. Passou a boca pelo centro do abdômen, subindo e descendo, limpando tudo com a língua, sem pressa. O gosto amargo e salgado ficou preso em sua boca, mas ele gostava. Quando terminou, subiu o olhar para o rosto de Harry, que o observava com a boca entreaberta, o peito subindo e descendo em um ritmo irregular.

— Ainda não terminei com você — Zayn murmurou, deslizando a mão até o pênis amolecido dele, que já começava a enrijecer de novo.

Aproximou o rosto e começou a lamber a base, molhando tudo com a língua quente. Sugou uma das bolas com força, depois a outra, enquanto massageava a haste com a mão, sentindo o membro reagir rápido ao estímulo. Harry soltou um gemido curto, dessa vez sem resistência, entregando-se ao prazer de ser tocado de novo.

Zayn o engoliu de uma vez. A boca desceu quente, úmida e precisa. Movimentava a cabeça com firmeza, sugando com vontade, fazendo o pau inchar cada vez mais entre seus lábios. A língua fazia pressão por baixo, massageando enquanto ele sugava, subia e descia com um ritmo provocante, acelerando aos poucos.

Harry levou a mão até o cabelo dele e agarrou com força, mas não guiava — só segurava, tentando não perder o controle. A respiração voltou a ficar pesada. Os quadris começaram a se mover contra a boca de Zayn, sem pedir permissão, completamente tomados pelo instinto. Zayn aceitou o movimento e abriu ainda mais a boca, recebendo cada investida com a garganta.

O pênis latejava entre seus lábios, e ele sabia que estava perto. Harry tentou avisar, mas Zayn foi mais rápido. Apertou a base com a mão e o sugou com tudo, engolindo até a garganta. O gozo veio forte. Quente. Espesso. Direto na boca.

Zayn não se afastou. Engoliu tudo. Cada gota. E quando terminou, passou a língua devagar pela ponta sensível antes de subir pelo corpo do namorado, lambendo o queixo e selando a boca dele com um beijo, deixando que Harry sentisse na língua o próprio gosto.

Os dois ficaram assim por alguns segundos — marcados, ofegantes e sujos — até que Zayn se acomodou ao lado dele e passou o braço pela cintura, puxando Harry contra o peito.

— Avisei que ainda não tinha terminado — murmurou com um sorriso sujo nos lábios, beijando o pescoço dele mais uma vez, sem a menor intenção de parar tão cedo.

Harry mal conseguia respirar direito, o corpo ainda tremia dos espasmos do segundo orgasmo, mas nem assim conseguiu negar o jeito que o próprio membro começava a responder outra vez só de sentir a boca quente de Zayn se afastar. O beijo mesclado com o gosto salgado só serviu para acender ainda mais o tesão. Eles nunca conseguiam parar. Um provocava, o outro reagia — e aquilo sempre acabava com mais gemidos, mais beijos, mais fodas.

— Você ainda quer brincar, não quer? — Zayn perguntou contra a pele do pescoço dele, já com os dedos deslizando pela parte interna da coxa. — Está querendo a terceira?

Harry respondeu com um gemido rouco, virando o rosto e mordendo o queixo do namorado com força. A respiração dele ainda era pesada, mas o olhar estava faminto de novo, implorando por mais.

Zayn desceu o corpo e voltou a se posicionar entre as pernas abertas de Harry. Passou a língua pelo abdômen uma última vez antes de focar de novo no pau, agora ainda sensível, mas voltando a enrijecer. Ele começou com lambidas suaves, quase brincando, provocando a glande sem nem colocar na boca de verdade. Ficava esfregando a ponta do nariz contra a cabeça, cuspindo devagar e espalhando com a língua, vendo o corpo de Harry se contorcer a cada estímulo mais direto.

— Isso... — Harry murmurou, arfando. — Faz mais.

Zayn obedeceu, mas do jeito dele. Ao invés de engolir, começou a se masturbar lentamente com uma das mãos, enquanto a outra envolvia o pau de Harry. Com a boca livre, passou a chupar as bolas com mais força, sugando com gosto, e depois desceu até o períneo, lambendo com a língua toda a região já marcada pela transa anterior. Harry abriu mais as pernas, gemendo sem vergonha, o som grave e urgente ecoando pelo quarto.

Sem aviso, Zayn escorregou dois dedos de novo dentro dele. Estavam lubrificados com a própria saliva e o gozo misturado, entrando com facilidade. Moveu os dedos com agilidade, massageando por dentro enquanto voltava a chupar com força o pênis de Harry, agora completamente duro de novo. Os dois gemiam. Zayn com a boca cheia, Harry sem conseguir mais se segurar.

Ele arqueou o corpo quando Zayn atingiu de novo a próstata, gemeu alto e agarrou os cabelos do namorado com mais força, praticamente fodendo a boca dele com os quadris. Zayn deixava. Só deixava e aproveitava, se masturbando com a mesma força, os olhos fechados, a respiração falha.

— Porra... eu vou gozar de novo — Harry avisou, arfando, os dedos se enterrando na nuca dele.

Zayn não tirou a boca nem por um segundo. Fez questão de manter os lábios completamente colados até sentir o jato quente preencher a garganta mais uma vez. Engoliu tudo. Gemendo contra a pele de Harry, saboreando cada gota. Só depois disso se permitiu gozar também, espalhando seu sêmen no próprio abdômen, sujo, satisfeito, exausto.

Ele subiu o corpo com lentidão e deitou por cima de Harry, que ainda tremia, mas sorria.

— Três vezes — murmurou, com a voz embargada. — Você é insaciável.

— Não sou eu — Zayn respondeu com um beijo lento no pescoço. — É você que fica delicioso demais quando geme.

O quarto ainda estava abafado, o cheiro de suor, sexo e chocolate impregnado nos lençóis e nas peles deles. O silêncio entre os dois era quase confortável, mas Harry, deitado ao lado com o braço jogado sobre o peito de Zayn, não tinha a menor intenção de deixar aquilo terminar ali.

Ele deslizou a mão pelo abdômen do namorado, que ainda estava lambuzado com gozo, e sorriu quando sentiu o corpo dele reagir levemente ao toque.

— Cansou? — Harry perguntou, com a voz baixa, mas transbordando malícia.

Zayn soltou um resmungo, desviando o olhar.

— Depois do que você me fez? Claro que sim.

Harry não respondeu. Em vez disso, começou a beijar o peito dele, descendo com a língua devagar, circulando o mamilo até mordê-lo com força. Zayn estremeceu, o maxilar travado, a respiração presa, mas não reclamou. Apenas olhava para o teto como se estivesse tentando se manter no controle. Harry continuou descendo, agora com as mãos apertando as coxas dele, afastando uma da outra com calma, sentindo o corpo do namorado reagir mesmo que ele insistisse em não demonstrar.

— Você sempre quer mandar, não é? — murmurou contra a virilha dele. — Sempre precisa estar no controle.

Zayn suspirou fundo, sem responder de imediato. O olhar dele era entediado, mas o pau começava a enrijecer. Harry passou a língua bem devagar por toda a extensão, sentindo o volume crescer contra a língua, depois mordeu de leve a parte interna da coxa, o que arrancou um movimento involuntário do quadril de Zayn.

Harry subiu de novo e se deitou ao lado dele, colando os corpos. Levou uma das mãos até a bunda do namorado e apertou com força, deslizando os dedos até a entrada. Pressionou devagar, com insistência. Zayn reagiu na hora — virou de lado, segurou o pulso dele com força e travou o movimento.

— Nem comece — rosnou, direto. — Você sabe que eu não curto essa porra.

— Você sempre fala isso — Harry rebateu, sem tirar o sorriso da cara — mas rebola quando eu coloco um dedo. Vai entender.

Zayn bufou, os olhos fixos nos dele, mas continuava deitado. Não empurrou, não levantou, só estava com o corpo tenso, o maxilar travado e a respiração pesada. Harry aproveitou a hesitação. Se ajeitou melhor entre as pernas dele, passou a língua de novo na base do pênis e depois abocanhou uma das bolas, sugando com força, enquanto a mão voltava a percorrer a parte de trás.

— Relaxa. Eu vou com calma — sussurrou, sentindo o corpo de Zayn estremecer com o contato quente. — Só quero ver até onde você aguenta sem gemer.

Zayn apertou os olhos, como se estivesse se forçando a continuar ali. Os músculos das coxas estavam completamente duros, o corpo travado, mas ele não disse mais nada. Harry cuspiu nos dedos, espalhou a saliva com calma e começou a pressionar de novo, primeiro só rodeando a entrada, depois forçando um pouco mais.

— Harry... — Zayn murmurou, o tom sério, quase um aviso. — Eu não estou brincando.

— Eu também não — respondeu baixinho, deslizando a ponta do dedo com cuidado. — Um só. Só para testar.

Zayn não respondeu, mas o corpo dele não recuou. Ficou ali, respirando mais rápido. Harry continuou, circulando devagar, sentindo a entrada dele contraída. Pressionou com um pouco mais de força até o dedo ultrapassar a resistência e entrar. Zayn soltou um gemido baixo, preso, virou o rosto pro lado, os dentes trincados de novo.

— Um só — ele repetiu, irritado, a voz falha.

— Por enquanto — Harry murmurou, empurrando mais fundo. — Você fica tão apertado assim mesmo dizendo que não gosta?

Zayn não respondeu, mas a respiração dele saiu pesada, quase um suspiro de frustração. Harry sorriu e começou a movimentar o dedo bem devagar, provocando.

— Aposto que se eu colocar o segundo, você geme.

Zayn virou o rosto, olhando pra ele com raiva contida. Os olhos estavam úmidos, mas não era de dor. Era tensão. Vontade de bater nele e vontade de ceder ao mesmo tempo.

— Cale a boca.

— Você gosta disso. Gosta que eu mande, mesmo quando diz que odeia.

Harry começou a mover o dedo devagar, depois adicionou o segundo com um pouco mais de pressão. Zayn se contorceu de leve, tentando não dar o braço a torcer, mas a respiração já estava completamente instável.

Harry se inclinou, lambeu o pescoço dele e sussurrou bem perto do ouvido:

— Vai negar que isso aqui não está deixando você duro?

E estava. O pênis de Zayn estava rígido contra o próprio abdômen, pingando na ponta. Mesmo tentando esconder, não dava mais pra fingir que aquilo não estava bom.

Harry enfiou os dois dedos de uma vez, afundando até os nós. Zayn gemeu. Baixo, abafado, mas real. Um som rouco, involuntário, que escapou sem permissão.

Harry sorriu, vitorioso.

— E ainda diz que não gosta de ter nada fodendo você.

Zayn abriu os olhos na hora, irritado, o maxilar travado.

— Não estou sentindo porra nenhuma — rosnou, mesmo com a respiração falha. — Isso não é prazer. Só desconforto.

Harry riu pelo nariz, sarcástico.

— É mesmo? Então por que você tá gemendo baixo desse jeito?

Zayn apertou os punhos contra o colchão, mas não respondeu. Tentava segurar o corpo, tentava manter os quadris firmes, mas a forma como a entrada apertava os dedos de Harry dizia o contrário. Ele queria resistir. Queria negar tudo.

— Então vamos ver se você continua sentindo "nada". — Harry respondeu, e começou a estocar com mais força.

Os dois dedos entravam e saíam com mais agressividade agora, molhados, ruidosos. Harry girava o pulso com precisão, explorando cada centímetro até achar de novo o ponto que faria Zayn perder o controle. E achou. Na terceira estocada direta, o corpo dele arqueou, mesmo contra a vontade. O quadril se moveu para trás, pedindo mais. Mas a boca dele continuava negando.

— Isso não... é prazer. — Zayn insistiu, a voz falha, os olhos apertados. — Você está forçando.

Harry sorriu, provocador.

— Então geme de dor para mim, porra. Quero ouvir.

Empurrou os dedos mais fundo, com mais firmeza, estocando sem piedade agora. Zayn mordeu os próprios lábios com força, tentando engolir o som que ameaçava sair, mas o corpo dele já tinha entregado. O pênis estava duro de novo, o suor escorrendo pela nuca, as costas se contraindo em espasmos.

— Não sente nada, não é? — Harry provocou. — Seu pau está latejando e você ainda quer bancar o fodão.

Zayn fechou os olhos com força, o corpo inteiro tremendo. Os músculos da bunda se contraíam a cada estocada, a respiração dele já era só arfada e gemido abafado. Ele não dizia mais nada, mas não precisava.

Harry inclinou o corpo, mordeu o ombro suado de Zayn e sussurrou no ouvido dele:

— Admite que está gostando. Fala que quer mais.

Zayn não respondeu. Mas gemeu. Alto. Grosso. Finalmente. E foi exatamente o que Harry queria ouvir.

— Cale a boca — ele murmurou, a voz rouca, o rosto corado. — Só continua.

Harry mordeu o lábio inferior, se deliciando com a cena.

— Com o maior prazer.

Harry passou a língua pelos lábios, encarando o corpo completamente exposto do namorado, ainda com os dedos enterrados até a base dentro dele. Sentia o calor, o aperto, a maneira como o corpo de Zayn se contraía em resposta a cada movimento. A resistência já não existia mais. Só restava o tesão, o corpo rendido, e o orgulho despedaçado pela vontade de sentir mais.

Ele retirou os dedos devagar, só para ouvir o gemido baixo que escapou da garganta de Zayn com a sensação de vazio. O corpo dele tentou manter a entrada contraída, como se ainda quisesse segurar o toque, não deixar escapar. Harry ficou ajoelhado atrás, se masturbando, os olhos fixos na entrada marcada, molhada, ainda aberta, esperando.

— Agora você vai me sentir de verdade — murmurou, com a voz grossa. — E quando eu estiver dentro, você vai parar de mentir para si mesmo.

Zayn não respondeu. Estava de joelhos, com o rosto colado no colchão, arfando, as mãos presas no lençol. O corpo inteiro tremia, mas ele não recuava.

Harry se posicionou entre as pernas dele, segurou firme na cintura e direcionou o membro até encostar na entrada quente. Esfregou a glande lentamente, só provocando, só pra ver Zayn se contorcer de leve, arfando ainda mais alto. E então empurrou. Devagar no início, só a cabeça entrando, forçando a passagem apertada, que cedia aos poucos.

Zayn soltou um gemido rouco, abafado, mas não reclamou. O corpo recebia, resistindo no começo, mas se adaptando com cada centímetro a mais que Harry afundava. Quando entrou por completo, colou o peito nas costas do namorado e ficou ali por alguns segundos, sentindo o calor, a pulsação, a sensação de finalmente estar dentro dele de verdade.

— Porra, você é tão apertado... — sussurrou contra a nuca suada. — E ainda tem a cara de pau de dizer que não gosta disso?

Zayn mordeu o lábio, os olhos apertados, tentando ignorar a sensação de estar sendo fodido daquele jeito — profundo, quente, dominante. Mas não conseguiu. A respiração dele ficou falha de novo, o corpo inteiro tremendo a cada movimento sutil de Harry lá dentro.

Harry começou a se mover devagar. Estocadas lentas, arrastadas, só pra explorar cada milímetro. Queria que Zayn sentisse tudo. Queria que cada estocada marcasse. O som dos corpos se chocando voltou a preencher o quarto, agora mais ritmado, mais sujo. A cama rangia embaixo deles. O calor entre os dois era insuportável.

A cada investida, Zayn deixava escapar sons mais altos, mais desesperados. O quadril dele começava a empinar sozinho, a rebolar contra o corpo de Harry, pedindo por mais sem usar palavras.

— Isso... — Harry sussurrou, apertando com força a cintura dele. — Rebola assim mesmo. Mostra o quanto você está amando ser fodido.

Zayn gemeu alto. Alto demais. O som ecoou contra as paredes, descontrolado, sujo, suado. Harry enterrou o rosto na nuca dele, mordendo com vontade enquanto aumentava o ritmo, agora socando o quadril com força contra as nádegas quentes, fodendo com tudo.

— Vai, fala. Fala que quer mais — insistiu.

— Vai se foder! — Zayn respondeu, rouco, com dificuldade.

— Eu já estou fodendo você — Harry retrucou, com um sorriso sujo nos lábios.

As estocadas ficaram mais fortes. Mais violentas. Harry sabia que Zayn não aguentaria muito mais. O corpo dele já se contraía, o pau latejava, pingando pré-gozo no lençol. A mente dele já estava entregue, mesmo que a boca ainda insistisse em negar.

Harry se inclinou mais uma vez, sussurrou contra a orelha dele:

— Eu vou fazer você gozar sendo fodido. E quando isso acontecer, vou rir da sua cara enquanto você geme o meu nome.

Zayn gemeu de novo. Mais alto. Mais desesperado. E Harry não parou.

Harry aumentava o ritmo a cada segundo, o som úmido da penetração preenchendo o quarto a cada estocada. O barulho era explícito, molhado, constante — um estalo abafado seguido pelo deslizar pesado do corpo dele entrando fundo, cada vez mais fundo. A entrada de Zayn estava completamente alargada agora, esticada ao limite, mas ainda apertada, ainda quente, ainda implorando por mais.

O quadril de Harry se chocava com força contra a bunda do namorado, deixando marcas, espremendo a carne a cada batida. Ele segurava a cintura com força, os dedos afundando na pele suada, empurrando o corpo contra o colchão e fodendo com tanta vontade que a estrutura da cama ameaçava ceder.

— Escuta isso... — Harry rosnou entre os dentes, inclinando o tronco e estocando mais lento, só pra fazer o som do pênis entrando ser ainda mais audível. — Está ouvindo como sua bunda está me engolindo? Está ouvindo esse som molhado? Isso aqui é você gostando, Zayn. Cada centímetro, cada estalo... é você se abrindo para mim.

Zayn gemeu, desesperado. O corpo dele já não respondia por orgulho, só por puro instinto. As mãos agarravam o lençol com força, os olhos fechados, o peito arfando como se estivesse à beira de explodir. A entrada contraía a cada investida, tentando acompanhar o ritmo frenético que Harry impunha.

Harry não precisava de mais permissão. Enterrou ainda mais fundo, socando o quadril contra as nádegas marcadas, ouvindo o som da pele batendo com força. Cada estocada vinha com barulho, com respingo, com gemido. O corpo de Zayn tremia por inteiro agora, a bunda completamente aberta, o pau dele pulsando, duro, escorrendo sem nem ser tocado.

Harry se inclinou, colou o peito nas costas do namorado e passou uma das mãos até alcançar o pênis dele. Começou a masturbar com agressividade, ao mesmo tempo que o penetrava sem parar, sentindo o ponto certo dentro dele ser atingido repetidamente. Cada toque fazia Zayn gritar mais alto, a voz rasgando no ar.

— Goza para mim — Harry sussurrou no ouvido dele, o rosto colado, a respiração quente. — Goza sendo fodido. Quero ver seu pau explodindo enquanto eu estou metendo dentro de você.

Zayn gemeu. O corpo arqueou, a cabeça jogada para trás, e então o gozo veio violento, espirrando por entre os dedos de Harry, sujando o colchão, o abdômen, tudo ao redor. O corpo dele estremeceu, contraindo com força ao redor do pênis que ainda invadia sem parar. A entrada apertou com tanta intensidade que Harry não conseguiu segurar.

Com um gemido grave, ele deu mais três estocadas fundas e gozou dentro, sentindo cada pulsada da própria porra sendo sugada para dentro daquele corpo quente, ainda contraído, ainda pulsando embaixo dele.

Ficaram assim por um tempo. O silêncio preenchido por respirações ofegantes, gemidos abafados e suor escorrendo pelas peles coladas. Harry continuava dentro, agora parado, só sentindo o calor, o aperto, o corpo de Zayn completamente submisso sob o dele.

Ele se inclinou e beijou a nuca do namorado. Beijo lento, demorado, cheio de intensidade.

— Eu amo você — Harry sussurrou, ainda com a voz rouca. — Porra... eu amo muito você.

Zayn virou o rosto, os olhos pesados, a boca entreaberta, ainda respirando com dificuldade. Mas sorriu, com um cansaço satisfeito no rosto, com a pele vermelha e os músculos relaxados.

— Também amo você, idiota — respondeu, a voz baixa, arranhada, mas verdadeira. — E odeio o quanto você me conhece.

Harry riu contra a pele dele e selou a boca do namorado em um beijo profundo, ainda com os corpos colados, ainda dentro, como se não quisessem sair dali nunca mais.


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