prólogo

38 10 15
                                        


O cavalo corria pelas as florestas densas do Reino. Seu montador estava com a vista embaçada e os olhos ardendo pelo choro por conta da chacina que vira. O equino negro cortava o vento frio e marcava a neve com seus cascos pesado enquanto o homem tentava buscar resistência em cima do animal. Mas assim que ouviu um rosnar ao longe, se desesperou.

Eles vão me pegar

Gritou com o animal enquanto batia as pernas na barriga, tentando aumentar a distância dele para com a besta rara. chegou em um campo cercado por uma grama dourada, que cobria as pernas de seu cavalo preto. Olhou para trás tentando ver se vinha algo. Aquele poderia ser uma cena bonita de si, andando em seu equino nos campos de ouro se não estivesse correndo para salvar sua vida.

Outro rosnar cortou os ventos e o homem mais jovem da montaria suspirou em alívio ao perceber estar longe. Grande engano.

Apesar de achar que o animal está longe, não diminuiu a velocidade, querendo chegar logo no castelo. E entregar a carta de seu superior que lhe foi dada em seu último suspiro. Quando viu a capital no alto de um morro comemorou, fazendo o cavalo relinchar no lugar, levantando as patas da frente

Vou chegar vivo a minha casa.

(Possível gatilho, vou deixar em 'itálico)

Assim que voltou a cavalgar, seu corpo foi jogado para fora de seu cavalo junto com um rosnar animalesco. O equino negro se assustou com  os movimentos bruscos e começou a correr em direção ao castelo, que era treinado para isso.

O homem assustado, sem entender o que aconteceu, olhou para aquilo que lhe derrubou... a besta que tanto fugia. O homem misterioso que rosnava para si como se não tivesse controle de suas ações assassinas, um homem de cabelos cinzas que estava faminto por matar, seus olhos era num raro vermelho vinho. seus caninos quase maior que a boca. As mãos com garras afiadas nas unhas apertavam os braços do simples mensageiro

–p-por favor t-tenha piedade de m-mim– tirou forças para suplicar, em um fio de  esperança.

sou fiel a minha rainha.– falou o animal, roboticamente, parecia hipnotizado com algum alucinógeno... Ou feitiço. O acinzentado abriu a boca e em um segundo seus ossos mudaram junto com sua epiderme, o transformando num lobo da mesma pelagem que seus cabelos. Com um rosnar grutal, arrancou a cabeça do homem com apenas uma mordida, jogou a cabeça fora com um balançar de cabeça e passou a despedaçar pedaço por pedaço o antigo soldado

______________________

Na cidade, havia o comércio que estava bem barulhento naquela manhã, homens e mulheres vendendo frutas, legumes, peixes, doces, entre muitos outros produtos consumíveis e não consumíveis. Estava tudo tranquilo até os moradores escutaram um rosnar alto vindo de um morro, longe dali. Alguns gelaram surpresos, mesmo não tendo conhecimento do que seja, Outros caíram no chão, tamanho o susto. Mas todos tiveram o mesmo sentimento: medo

A feira, pela a primeira vez, estava em um silêncio absoluto, talvez tentando descobrir o que foi aquilo. Até um novo som foi ouvido pelos os moradores. O barulho de cascos calvagando desesperado. Olharam para verem quem seria o soldado que voltou, talvez da missão de expansão. Mas assim que viram que o animal não transportava ninguém se desesperam, pois aquilo significava uma coisa

Estavam sobre ataque de alguém, ou algo.

Assim que o alazão chegou nos portões do forte foi segurado pelas as rédeas, ainda assustado pelo o que atacou seu cavaleiro. Assim que ele se recuperou do susto, os homens foram ver se o animal tinha algum ferimento, mas apenas acharam a carta do comandante daquela missão. Era uma carta para seu rei. Os soldados se entreolharam e logo foram terminar a sua entrega para sua majestade

_________________________

Batidas no escritório do rei chamaram atenção dos presentes da sala. Um dos empregados abriu a pesada porta, vendo um soldado apreensivo. Esse se virou em respeito e olhou com os olhos medrosos

–majestade... acaba de chegar uma carta do comandante da missão de resgate... Mas antes que eu entregue para o senhor... tenho que avisar como foi que a recebemos...

–não enrrole e prossiga com o monólogo, sou um homem ocupado, e não quero que me atrase– disse jeon jinsug. Viu o homem engolir em seco e ajeitou sua postura

–o cavalo chegou sem seu condutor, e os moradores escutaram um rosnar alto vindo da colina norte. Alguns curiosos foram lá e viram... –o estômago do soldado se revirou– o restos do mensageiro, mutilado em várias partes, jogada em todos os cantos. Junto com patas gigantescas– o olhos dos presentes arregalaram-se com o relato. O rei tentou não mostrar feições assustadas e estendeu a mão para pegar o pergaminho. Lhe foi entrego e o soldado se retirou depois de uma reverência em respeito. Na carta só tinha escrito uma coisa, com o sangue de seu soldado

"Ele está aqui"

◇◇◇◇◇◇◇◇◇◇◇

Oieee. Pesadinho né? Mas nem tudo são rosas na vida. Eu fiz essa história num surto por querer fazer medieval

Tá pequeno mas é prólogo

Você leu todos os capítulos publicados.

⏰ Última atualização: May 28 ⏰

Adicione esta história à sua Biblioteca e seja notificado quando novos capítulos chegarem!

salvem a besta cinza {jikook}Histórias para pegar e não largar. Descubra agora