Prólogo - Rotina Matinal

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P.O.V Eleven

Provocações.

E mais provocações.

Sempre não correspondidas.

Isso é frustante! Muito.

Aqui estou eu, Eleven J. Hopper, acordada mais uma vez antes do despertador, culpa de mais um puta sonho erótico com aquele nerd lezado. Como ele não percebe que eu estou totalmente rendida? Saco. Até cego vê que eu estou tão na dele.

E lá vou eu mais uma vez, por mais uma manhã, descendo minhas mãos por meu torso, revivendo meu sonho e adicionando mais coisas a fantasia, buscar alguma liberação de prazer para este fogo e tesão que me prende.

Meus sonhos sempre começam com minhas provocações constantes no colégio, e terminando com Michael Wheeler me fodendo lentamente na sala do zelador, devolvendo as provocações em forme de tortura sexual, me privando de uma foda forte e rápida, como eu prefiro, mas se fosse com ele de qualquer jeito estaria ótimo, desde que seja com ele.

Sinto meus dedos tocarem levemente a renda encharcada de minha calcinha, em frente a minha abertura. Esfrego levemente, com a minha imagem pressionando Mike na parede, sentindo sua grande e rígida ereção contra meu ventre.

Com o indicador adentro a minha calcinha, a afastando pro lado, espalhando minha umidade por toda minha abertura, e com meu polegar pressiono o clitóris, já com minha fantasia um pouco avançada: Michael e eu, na sala do zelador, aos beijos lentos e quentes, comigo com as pernas entrelaçadas em sua cintura, sentindo ele se esfregar em mim lenta e duramente.

Solto um gemido languido e abafado por meu antebraço, franzindo o cenho em prazer.

Adentro-me com um dedo enquanto pressiono mais o meu polegar, começando a dar movimentos lentos e circulares em torno de meu clitóris, e Michael e eu da minha imaginação já estamos... nus? Onde estão nossas roupas mesmo? Bom, não importa só sei que ele está esfregando a ponta de seu pau em minha abertura, enquanto chupa e lambe meu pescoço.

Por favor..., sussurro em tempo real e em minha fantasia.

Ouço um sorriso rouco em minha orelha, não, apenas em minha imaginação.

Argh. Essa merda não deixa de ser frustante.

Logo adiciono mais um dedo dentro de mim, começando a mover mais fundo e rápido, enquanto em minha fantasia o completo oposto acontece: Michael Wheeler começa a me penetrar lentamente, centímetro por centímetro, sussurrando em meu ouvido que é para que eu aprenda a nunca mais provocá-lo ao extremo, que estava muito zangado com meu comportamento ultimamente, e que ia meter cada vez mais lento quando eu implorava por mais, até eu gozar gritando seu nome.

De repente, em minha fantasia, se ouve o sinal do intervalo tocando. E quando penso que ele, como o nerd que é, irá se desesperar e parar a nossa foda, ele agarra meus pulsos das duas mãos que se encontravam perdidas em seus cabelos negros, e os prende as minhas costas, me privando de o tocar, fazendo minha frustração se elevar. E ele não para por aí, usa sua outra mão, que se encontrava em minha cintura para manter o equilíbrio e eu não escorregar pela parede e cair, para tampar minha boca, e para eu não cair já que ele não está mais me segurando na cintura, ele cola mais nossos corpos, me prendendo mais ainda na parede e fazendo a fricção de seu pau dentro de mim se aprofunda mais, fazendo eu soltar um gemido mais alto - tanto em tempo real, quanto na fantasia -, mas por sorte sua mão está tampando minha boca, e ele um grunhido abafado pelo nosso beijo começado recentemente.

Xiii, El, faça silêncio, sim? Não queremos uma interrupção, sussurra ele, provocativo, com os sons abafados das vozes dos estudantes no corredor de fundo.

E, com os nossos corpos se movendo lentamente, ele profundamente dentro de mim, seu peitoral se esfregando meus mamilos sensíveis, sua boca grudada a minha, e, na frustante e cruel vida real, três dedos dentro de mim se movendo rapidamente, o meu polegar se movendo freneticamente em meu clitóris, o tecido fino da camisola sendo perfurado por meus picos endurecidos e implorando por atenção, um travesseiro em meu rosto abafando meu grito, eu chego, finalmente, a terra dos orgasmos solitários.

E, não, eu não me sinto melhor. E, sim, mais frustada por eu ter feito esses trabalho novamente sozinha, quando se Michael Wheeler deveria estar aqui, me saciando.

Aquele...

E, bam, o celular alarma seis e vinte da manhã.

-- Bom dia, para mim, Eleven Puta-Da-Vida Hopper. - murmuro sozinha, retirando meus dedos de minha roupa íntima e virando de lado, ofegando, tampando meus ouvidos do som irritante do alarme de meu celular com o travesseiro.

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AVISO AUTORAL:

!!!LEMBRANDO QUE EU SOU TOTALMENTE CONTRA A SEXUALIZAÇÃO DE MENORES, E QUE NESSA FANFIC, MIKE E ELEVEN, AMBOS, SÃO >>MAIORES<< DE IDADE!!!

Provocations - MilevenOù les histoires vivent. Découvrez maintenant