Atualizamos nossas Diretrizes de Conteúdo.
Consulte as diretrizes mais recentes para continuar compartilhando histórias com segurança.

Prólogo

41 2 9
                                        

Notas iniciais

Bom dia pessoal!

Tudo bem com vocês? Espero que sim!
Bom a principal razão pela qual estou escrevendo e postando essa fanfic é ninguém menos que a minha irmã, @ElvishSong. Estávamos conversando sobe shipps no geral e acabamos surgindo com IronWidow, e ela acabou me pedindo para escrever algo, e bom resultou em uma fanfic hahaha.
A capa foi criação da minha florzinha, o ser mais fofo desse mundo LadyAristana, Love u 3000!

Bom ela vai se passar de 2010 (Iron Man 2) para os dias atuais ok? Espero que curtam!



1984 Rússia

           O homem encontrava-se com um bebê nos braços, na verdade uma bebê, ele tinha de sair dali o mais rápido possível ou poderia ser o próximo a ter uma baixa. O russo levou o pequeno embrulho para sua casa, cuidou e de certa forma se apegou àquela pequena criaturinha – que a medida que crescia, descobria ser uma menininha ruiva – não era e nunca seria o pai que aquela garotinha precisava, contudo mesmo com todo o treinamento que recebera, com todo o preparo que tinha, se apaixonou pela pequena ruivinha, sabia agora o que seus superiores falavam sobre filhos, era um perigo, um perigo enorme. Sabia o que tinha de fazer, era o seu dever, seu ato de patriotismo com seu país, quando a menina chegasse a sua juventude a levaria para o centro de treinamentos, era o certo, era seu dever. O espião deu o nome a garotinha – este nome dado, também fora escolhido por seus superiores, afinal já estavam cientes da existência da menina – seu nome seria Natália Alianovna Romanova, que mais tarde – muitos e muitos anos depois –  seria conhecida como Natasha Romanoff.

            Anos se passaram, dividindo sua vida entre criar a sua filha – adotiva, no entanto a menina não sabia do fato – e suas missões de espionagem a serviço de seu país. Sem dúvidas a garotinha crescia com graça e beleza, era notável, ao atingir seus dez anos fora levada por Ivan ao centro de treinamentos. Mais precisamente para o Departamento X, onde seria treinada com mais 28 crianças órfãs, lá dentro Natália seria levada a seu extremo, modelada e remodelada aos moldes que eles bem entendessem ou quisessem. Recebia treinamento físico, um treinamento intenso onde se mostrava cada vez mais talentosa aos olhos dos supervisores. Ela e as outras meninas recebiam também aprimoramento psico e biológico, lições com um soldado de braço metalizado com uma estrela vermelha desenhada, conforme crescia seu treinamento ficava cada vez mais intenso e mais lições eram impostas para aprender, sempre realizava tudo com extrema maestria, era um destaque para todos os supervisores e chefes do lugar. Natália com toda certeza era o protótipo da espiã que vinham tentando formar, a jovem era tão bela quanto letal e iriam usar isso. Nunca esperavam menos do que a quase perfeição quando um novo treinamento, um novo obstáculo era colocado em sua frente, ela era a peça de marfim da agencia, a assassina geneticamente modificada mais bem sucedida que já haviam treinado.

            Ao completar toda a sua adolescência, já entrando na vida adulta, pode realizar sua cerimônia – esta que a colocaria como uma agente efetiva e em pleno funcionamento – seria esterilizada, afinal filhos só serviam para ser um empecilho entre a espiã (ou qualquer outra espiã) e suas missões, Natália não mudaria, recebera aprimoramento através de um soro, este que lhe dava incríveis habilidades, habilidades estas que a possuía, o que alterava é que elas eram levadas ao nível máximo, junto a um fator de envelhecimento atrasado e uma extensa capacidade de vida, ela nunca passaria de uma aparência de 30 anos ou menos. E foi a partir desta cerimônia que sua vida como a melhor agente treinada pelos russos ganhava seu “espaço” no mundo. Contudo não sabia nada sobre tudo o que estava para vir a acontecer em sua vida.

2019 EUA

             “ – Aqui será sua nova casa, aprenderá tudo o que lhe for mandado, fará tudo o que lhe for dito para fazer... E então conseguirá ver que este sempre é o melhor caminho.” – Lembra-se das palavras que proferiam a ela a muito tempo, agora essas palavras causavam um certo tipo de dor em si – afinal já não estava mais lá – causavam-lhe dor, por saber que elas a transformaram nisso. Podia sentir a dor de cada treino, lembrava do lugar, da intensidade dos golpes que realizava, das práticas com tiros, das técnicas ensinadas, lembrava de tudo, talvez nunca fosse capaz de esquecer e talvez nem pudesse, aquilo era ela, não tinha como mudar. Perdera as contas de quantas vezes os cenários vinham em sua mente. Deitada na cama, já com roupas para dormir em seu quarto no QG dos Vingadores, a espiã entrava em um mar de memórias.

            “- Faça. Outra vez.”

            Natasha – como era conhecida agora – nunca transparecia ou deixava seu passado a afetar em qualquer circunstância, mas algumas isoladas vezes, ele vinha à tona e com ele trazia todos os pensamentos que ela negava. Nutria alguns costumes de sua antiga vida, de seu treinamento, dormia sempre com um braço erguido – uma consequência das noites em que tinha uma das mãos algemadas a cabeceira da cama – a russa ainda carregava uma algema de noites em noites repetia o que faziam naquela época, não sabia ao certo qual sensação lhe trazia, apenas fazia.

            Agora no presente fazia parte da equipe dos Vingadores, uma família – como ela mesma chamava – uma família que ela ganhara ao longo dos anos, a qual ela protegeria a todo custo, como também era protegida. Eram pessoas que ela morreria para proteger, é desperta de seus pensamentos assim que escuta um movimento na fechadura de sua porta e prontamente se levanta pegando o revólver que mantinha embaixo do travesseiro junto a uma adaga, isso fazia com que a espiã conseguisse dormir melhor, tendo duas armas ao seu alcance para um desfecho rápido a qualquer invasão que pudesse vir a ocorrer – não que elas de fato acontecessem agora, porém velhos hábitos raramente vão embora.  – Não lhe importava se estava de camisola, não precisava de uma roupa muito especial para deter alguém, contudo seus ombros relaxaram assim que viu quem era.

            - Acho que seria uma boa ideia colocar uma pequena câmera para que você veja quem está do lado de fora. Não quero levar um tiro! – Disse com um leve tom de falsa indignação misturado ao tom de humor que colocava em absolutamente quase tudo o que falava, mas sabia muito bem como a russa se sentia. Esta que deixou a arma de lado, podendo agora relaxar, revirou os olhos com um leve sorriso nos lábios, e pronunciou.

            - Boa noite para você também, Tony...



Notas Finais

Bom esse foi um Prólogo contando um pouco, eu pensei em começar de uma vez, mas não ficou bom então coloquei breves cenas para poder começar de fato a história apropriadamente em 2010.

Espero que tenham gostado.
Comentários sempre são bem vindos! :)

Sweet Poison - An IronWidow FanficHistórias para pegar e não largar. Descubra agora