Que mulher

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Hey, pessoal. Eu postava o protótipo dessa fic no social, há um tempo eu decidi melhorar ela para enfim re-postar de uma forma satisfatória para mim. Então, aí vai. Espero que gostem. Se algum old leitor passar por aqui, manda um "hi"

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Camila POV
A brisa do fim de tarde de Miami Beach entrava pela janela do carro tornando aquele domingo fresco e acolhedor. Eu mal acreditava que estava trocando a minha deliciosa cama, que há tempos não me via por mais de seis horas, para rolar para o norte da cidade atrás de uma banda que eu não conhecia uma mísera música. Mas vejam bem, eu não estou reclamando de ter uma vida social. Jamais!

Minha amiga e vizinha, Ally, é super fã de uma banda de rock alternativo local. Eu particularmente não entendo nada sobre eles e esse universo rocker, visto que, aparentemente, o público alvo são as groupies universitárias. Totalmente diferente dos pops que costumam tocar nas poucas festas adolescente quais eu frequento. Não sei bem quando foi que eu aceitei, mas neste momento, seguia para um barzinho onde teria show dessa tal banda chamada The neighbourhood ou the neighbors.. Algo assim.

Sou tirada dos meus pensamentos com a suave parada do carro que junto arrastava as silenciosas janelas para cima.

"Vamos, Mila. Chegamos!" A baixinha chamada Ally falou.

À minha direita, eu tinha a visão do céu cor-de-rosa que contrastava com a água verdinha do mar. Do outro lado jovens na melhor diversidade que há. Ah, eu amo isso.

Fomos andando até um pequeno estabelecimento pintado de preto, completamente recluso. Eu não conseguia ter ideia de como poderia ser lá dentro.

Pegamos uma pequena fila, entregamos nossos ingressos e identidades. Uma merda. Apenas para me fazer receber uma pulseira diferente dos demais, que provavelmente me faria sentir mil vezes mais deslocada do que já estava, apenas por não ter 21 anos.

De cara me encantei com o local. Aparentemente, ele era separado em locais, pois assim que passamos pela pequena porta, caímos em uma salinha coberta por cartazes de rockeiros famosos, vivos e mortos; contendo uns sofás de couro vermelho que caía muito bem com a decoração. Logo a frente, havia um bar. Mesas e cadeiras de madeira; chão preto e branco; paredes pretas riscada de giz; placas de led piscavam o nome de cervejas patrocinadoras. Era tudo muito pequenos, mas muito aconchegante.

O público alvo me intimidou um pouco. As roupas pretas contrastava com o meu jeans escuro e cropped de tecido detalhado cor de gelo. Eu não estava feia, apenas não estava como eles.

"Mila, a banda não começou você quer sentar por aqui até dar o horário ou prefere conhecer o resto do local e quem sabe.." foi diminuindo gradativamente o tom "desencalhar?!"

Revirei os olhos para aquela calúnia

"Vamos ao banheiro" Rapidamente a caixa do bar nos instruiu como chegar.

Uma outra porta com um grande adesivo de espiral, dessa vez muito pesada, era o que separava do que parecia ser o último ambiente local. Esse lugar, bem maior, tinha um outro bar estilo clean. O local era completamente preto, apenas o bar decorado com detalhes de metal era iluminado, mais na frente tinha um pequeno palco e logo à direita ficava o banheiro.
O local definitivamente era bem elaborado. No banheiro, rapidamente retoquei o gloss, arrumei meu franjão e voltamos para sentar no primeiro bar.

Cerca de vinte minutos conversando sobre como estava achando o local legal e como o ambiente era confortável, foi o suficiente para os nossos celulares vibrar pela primeira vez

[ bonde das tripé ]
Mani: 17:27 - Cheguei!! Tão aonde?

Mani: 17:27 - Achei iwueoajska

When We FallStories to obsess over. Discover now