Prólogo

5.7K 567 1.9K
                                        

Olá meu povo, venho aqui na humildade pedir desculpas por não tirar as formigas no meu cu e ficar postando histórias quando nem finalizei a principal... MAAAAAS em minha defesa eu já havia postado essa história aqui há muito tempo! Só estou repostando depois de uma revisão porca, porque eu ainda cometo erros grotescos de português 😃💔

Mas aqui está ela, minha filha minsung prometendo entregar um draminha, humor duvidoso, boiolice e estresse dosado!

Espero de verdade que gostem! Não esqueçam de seus queridos e preciosos comentários, além da estrelinha que não pode faltar! 😌 Acendam uma vela para os espíritos obsessores que apenas lêem e vambora!

Boa leitura!

~

Autora

Pratos eram quebrados, copos eram arremessados contra a parede, e as vozes dos adultos assustavam o garoto de apenas doze anos, que não fazia ideia do que havia feito de errado para merecer um tapa tão forte no rosto.

Suas irmãs estavam bravas com ele, sua mãe e seu pai estavam, e ninguém explicou o motivo, e por isso não podia entender porque um papel de teste de gênero que havia trazido da escola poderia fazê-los brigar tanto.

— É vergonhoso! O que eu vou dizer quando me perguntarem o que ele é? — Jisung ouvia seu pai gritando em cima de sua mãe. — Que meu filho é a porra de um ômega?!

O som de uma pessoa caindo e coisas se quebrando foram ouvidas, e logo em seguida, os gritos de sua mãe chegaram aos ouvidos do garoto, o fazendo soluçar de tanto chorar por ouvi-la implorar para que seu marido não a batesse, pois estava grávida.

Jisung estava no quarto que dividia com as irmãs, sentado na cama com as mãos juntas no colo, as apertando nervosamente enquanto lágrimas impiedosos desciam por suas bochechas. 

Ele se perguntava por que sua mãe não largava de uma vez seu pai, e também se perguntava por que ele sempre era tão mau para eles quando não haviam feito nada para merecer tudo aquilo. 

— A culpa é TODA SUA!! — Rael segurava a mulher pelo cabelo, jogando ela de um lado para o outro. — Um filho ômega! Eu te falei o que ia acontecer se ele fosse ômega! EU AVISEI!

— PARA RAEL! OLHA O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO! — Elena, mãe de Jisung, gritava, implorava para que seu marido a solte e parasse com as agressões. Ele estava assustando suas filhas.

Jisung podia ver a briga pela brecha da porta entreaberta. Eles estavam brigando bem na frente, e a cena de sua mãe chorando, toda machucada enquanto seu marido a agredia, marcaria para sempre sua vida.

Ele sempre ouviu Rael dizer que amava sua mãe, então por que ele estava batendo nela? Ele não entendia, tudo era muito confuso na cabeça de uma criança.

— Eu nunca pedi esse filho, quanto mais um ômega! Agora será que esse bastardinho que está nessa sua barriga é um ômega também? Hum? SERÁ QUE ELE AO MENOS É MEU!? — Rael andava de um lado para o outro, fazendo seus passos serem ouvidos pela casa toda enquanto seus filhos estavam escondidos no quarto, morrendo de medo do pai. 

— Para Rael! E-Eu não sei... Eu não sei... — Elena chorava passando os pulsos nos olhos, buscando não chorar enquanto segurava a barriga. — É nosso bebê, e Jisung é nosso filho! 

— SEU FILHO! — Rael se voltou para a mulher, a assustando pelo grito. — Jisung é SEU filho! Não é meu! Eu não tenho filho vadio! Uma PUTA! Um VAGABUNDO que vai se oferecer para o primeiro que aparecer!! — Seu ódio pelo gênero ômega transparência nas veias saltando e voz estridente. 

My Destiny [ Minsung ] ABOStories to obsess over. Discover now