Invadindo essa história!

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Oi, aqui é a Sarah. Sim, aquela Sarah. Se você está lendo isso, provavelmente já assistiu a série original sobre a minha cidade, Elmore. É, aquela versão animada, cheia de cores malucas, situações sem sentido e humor que fazia até as coisas mais bizarras parecerem normais. Pois é, eu sei de tudo isso porque eu também assisti. E sim, é estranho saber que existe uma “série” sobre a sua vida e a dos seus amigos, mas... deixa pra lá.

O que você vai ler agora não é canônico. Repito: não é. Não vá achar que algum produtor secreto de TV está por trás disso. É só uma fanfic — escrita por mim(e uma garota estranha). O que significa que vou contar a história do meu jeito. E também significa que eu espero que você deixe um comentário no final, porque eu amo ler comentários. Sério. Não me decepcione.

Enfim, vamos ao que interessa.

O mundo que você conhece em “O Incrível Mundo de Gumball” existe aqui também, mas não exatamente igual. Em vez de todos serem formas animadas de animais, objetos e sei-lá-mais-o-quê, aqui as pessoas são… humanas. Meio humanas, na verdade. Meio humanas e meio o que elas já eram. Confuso? Relaxa, eu explico.

Eu, por exemplo, sou uma meio-humana meio-sorvete. Minha pele é branca, como porcelana, mas meu cabelo é amarelo, com um brilho cremoso que às vezes derrete e escorre pelas pontas quando o sol está forte demais. Se eu quiser, posso virar sorvete por inteiro, derreter no chão ou me transformar numa casquinha viva. Legal, né? Bom, às vezes dá problema. Já imaginou estudar matemática com o cabelo escorrendo no caderno? É, não é tão divertido quanto parece. Ah, e antes que perguntem: eu tenho 17 anos.

Agora, vamos falar dos outros, porque eu sei que é isso que você quer.

O Gumball. Ele cresceu, óbvio. Agora é um adolescente com pele clara, cabelo azul que vive bagunçado, orelhas de gato em cima da cabeça e um rabo felpudo que ele nunca consegue controlar direito. É engraçado ver como ele tenta parecer descolado quando a cauda dele denuncia cada emoção. Ele pode assumir a forma completa de gato se quiser, igual ao desenho, mas… tem uma regra.

O presidente decretou que todo mundo deve ficar em forma humana em locais públicos, por questões de segurança. Sabe como é: manter a cidade mais “normal”. Mas eles liberaram a versão meio a meio, tipo a do Gumball — ele pode andar com orelhas de gato e cauda, sem problema. Virar gato inteiro no meio da rua? Aí já dá multa.

O Darwin… ah, o Darwin. Ele também mudou. Agora é um garoto negro, de pele bonita, cabelo castanho curto e olhos verdes brilhantes. Sempre veste o mesmo casaco laranja, que parece meio bobo, mas todo mundo já sabe que é a marca registrada dele. Mesmo nessa forma humana, ainda tem aquele ar doce, quase inocente, que faz qualquer um confiar nele. Só que, se quiser, ele pode virar peixe de novo. Sim, nadadeiras, bracinhos curtos e tudo o mais. Mas como já disse, em público, nada de transformações completas.

A Anais é a mais pequena da família, claro. Uma garotinha com pele que fica entre o claro e o moreno, cabelo rosa fofinho, orelhas de coelho no topo da cabeça e uma inteligência que deixa qualquer adulto desconfortável. Ela pode virar coelhinha de quatro patas quando bem entende, mas imagina só o caos que seria se ela resolvesse fazer isso durante uma reunião de pais e mestres.

E o resto da galera? Bom, são quase os mesmos de sempre, só que… diferentes. O Tobias, por exemplo, agora parece um humano com pele morena, e cabelo colorido em tons que mudam conforme o humor. A Penny pode alternar entre uma forma humana graciosa e aquela fada, o que é meio que permitido, mas na escola todo mundo já se acostumou. Até o Banana Joe é humano — meio banana, claro, mas com pernas normais e cara de quem ainda faz piada sem graça o tempo inteiro.

Você já percebeu o padrão, né? Todo mundo carrega uma versão humana e uma versão original, mas as regras ditam como e quando usar. É meio estranho viver assim, mas para nós é rotina.

Agora, antes de começar a verdadeira história, deixa eu te dizer uma coisa: nada do que vai acontecer aqui segue o “roteiro oficial” da série. Isso é o que eu vi, o que eu vivi e, talvez, um pouco do que eu imaginei. Mas não se preocupe, prometo que vai valer a pena.

Então, sente-se, prepare-se para ver Elmore como você nunca viu antes, e não esqueça — eu vou conferir os comentários depois.

Fim da introdução. Agora, a história começa.

Teu Coração Se Quebrando...Stories to obsess over. Discover now