Jogado em seu sofá, bufava mais uma vez ao sentir aquele cheiro desgostoso fumacento. Seu vizinho já estava no terceiro baseado do dia e Han já estava na terceira tentativa de se segurar para não bater àquela porta e mandar ele fumar dentro de casa, e não na varanda.
Talvez estivesse um pouco emburrado e sonolento por conta das lágrimas que derramara a algumas horas, mas culpava a fumaça que estava cheirando desde cedo por estar amuado assim.
De repente, uma das palavras de seu antigo amigo veio à mente. Talvez seu próprio inconsciente estivesse tentando tirá-lo daquela situação que já era decrépita.
"Mulheres são uma benção, sabia?", disse o amigo segurando sua garrafa de soju transparente. "O jeitinho delas, o corpo, a beleza... resolve todos os problemas", dizia como se suas palavras fossem lei.
"Está falando de sexo, não é?", Han indagou nada convencido.
"Você me conhece mesmo. Mas não é mentira o que eu disse: é sempre bom fazer isso, se sentir amado, sabe?", Pelo menos dizia isso ainda um pouco sóbrio, Han podia dar-lhe um pouco de sua credibilidade.
"Você está bêbado."
Pensou e repensou nas palavras. Metade de seu cérebro convencia-o de que a ideia era errada, já o outro, dizia foda-se.
Não tinha ninguém em mente, nunca tivera muitas amigas mulheres, pelo menos nunca alguém que pudesse revê-lo depois de anos para fazer sexo casual num domingo à tarde. O mais fácil seria contratar alguém. Né?
Seu cérebro já estava meio desligado, ignorando a parte que dizia que contratar profissionais do sexo era errado e que, talvez, a pessoa nem estivesse ali por vontade própria. Alguns cliques e já estava num daqueles sites com nomes como "Gata da Meia-noite" e "Seu Menu de Safadinhos". Ridículo.
Rolou por alguns nomes no artigo masculino do site e achou dois nomes interessantes: Your Black Cat e Torta de Algodão. Eram claramente os melhores, comparados à "Cascavel Safadinho" e "Relaxx Mode". As fotos também não deixavam a desejar.
Mandou mensagens para os dois primeiros. Your Black Cat respondeu depois de quinze minutos e Torta de Algodão nem apareceu. Han só desistiu da segunda opção quando viu que o usuário estava off-line desde o ano passado.
Bom dia!!
Como posso melhorar seu dia, docinho?
Poderia informar-me se teria algum horário
disponível hoje?
Quanta formalidade, flor
Hoje estou livre só pra você!
Ok
Você vai fazer algum pedido especial, gatinho?
Pedido especial?
Sim!! Qual vai ser o dominante durante o ato
Se gosta de brinquedos...
Não tenho pedidos.
Tudo bem! Então vai ficar com o preço normal
mesmo
Você manda o Uber ok? Te vejo em uma hora.
Não passaram dez minutos e Han já encolhia-se em sua cama novamente derramando algumas lágrimas. Não era pelo mesmo motivo de mais cedo, sentia culpa por ter chamado aquele cara, ele chorava por tudo. Contorcia-se frustrado: Eu tenho a porra de um problema?!, pensou.
Aquele total desconhecido chegaria em algumas horas e Han não sabia o que fazer. Como deveria cumprimentá-lo? Como dizer que já estava pronto para começarem? E se ele fosse assassinado no próprio apê?
Afastou os pensamentos, cantarolando nervosamente uma música qualquer enquanto organizava as almofadas do sofá.
Olhou o celular enquanto arrumava sua cama vendo pelo aplicativo que o Uber chegaria em quinze minutos.
Ligou o ventilador para tirar o cheiro de fumaça de sua sala e preparou uma jarra com água na mesa de centro da sala. Sua casa nunca ficava desorganizada, aprendeu que deveria ter o hábito de arrumação na marra.
A campainha tocou aguda e se Han não estivesse sentado naquele momento, teria caído duro no chão. Foi tremendo até a porta e engoliu seco ao ver metade de um cabelo tingido de ruivo bem escuro no olho mágico.
Abriu a porta e a visita foi adentrando como se já fosse de casa, soltando um "oooolá". Aquele homem devia ser um pouco mais alto que Han e ser mais novo. Han viu-o apenas de costas. Ele usava uma roupa comum: uma camisa preta larga com uma estampa simples e um shorts folgado que não escondia muita coisa.
— Com licença? - Han indagou vendo a visita futricar com os olhos cada cantinho de sua casa, ele já encontrava-se perto das cortinas da sala.
— Bom dia - disse, nem prestando atenção no que dizia. - Você tem uma casa bonita! - Virou-se para Han.
Era a pessoa mais bela que ele já vira. Tinha os olhos arredondados e felinos ao lado de um nariz afilado, pontudo e bem anguloso, era lindo. A foto de perfil dele no site com qualidade péssima não valorizava-o nem um pouco. Seus lábios estavam numa curva curiosa enquanto suas pupilas reluzentes passeavam pela primeira vez na face de Han.
— Sinceramente, achei que você fosse mais um daqueles velhos pelo seu jeito de escrever. Daqueles tímidos, sabe? - disse, como se Han também entendesse tudo sobre aquilo.
— E você é...? - Inclinou a cabeça.
— O que? Será que entrei no apartamento errado? - o mais alto disse pensativo, olhando num ponto inexistente.
— Não, não! Só queria saber seu nome, a não ser que você se chame Your Black Cat de verdade - Han brincou.
— Ah! Esqueça esse nome, o site não permite que usemos nomes verdadeiros, então coloquei um aleatório - disse rindo de si mesmo. - Sou Lee Minho, mas você pode me chamar do que quiser! - Piscou para o outro de um jeito forçado, mas rotineiro. A boca de Jisung secou.
Han tentou processar a situação enquanto se movia até Lee e sentando ao lado dele no sofá, ele estava parado ao lado da porta desde que o visitante entrou.
— É a sua primeira vez, né? - disse, servindo-se da água na mesinha de centro.
— Como?
— Contratando uma pessoa de programa. É sua primeira vez?
— Ah, é sim... - murmurou, envergonhado. - É tão óbvio?
— Uhum! - disse, engolindo a água. - Geralmente, as pessoas alugam quartos ou me chamam para motéis, e não para a casa delas. Isso é coisa de gente rica - esclareceu Lee.
— Desculpa, fiz tudo com tanta pressa que mal pensei direito. Sinceramente, estou começando a me arrepender...
— Hmm...
Han estendeu seu braço para servir-se um pouco d'água para tentar acalmar seu coração que estava voltando a acelerar. Durante o alcançar da jarra, sua blusa deixou a mostra um pouco mais de seu antebraço, revelando algumas quase-cicatrizes grossas e profundas que tinha ali. Elas ainda estavam avermelhadas e protegidas por alguns band-aids mal colocados.
— Cara... o seu braço... - Minho arregalou os olhos vendo aquilo.
— Ah... eu... - Han cobriu o pulso com a manga e levantou-se rapidamente do sofá numa tentativa de afastar-se de Minho.
— Calma! - Levantou-se também. - Respira. Quer conversar um pouco, hm?
— Melhor não. Eu...
Foi surpreendido por um abraço repentino. As mãos de Minho afagavam suas costas aconchegantemente, sentindo a volta que seus braços davam no tronco do mais baixo. Não demorou muito para que Jisung não conseguisse mais segurar-se e chorou barulhentamente, escondendo-se no ombro de Lee.
— Me fala, hein? O que aconteceu?
— Meu namorado... meu ex. Me t-traiu na minha própria casa - dizia interrompido por soluços.
Minho continuou lá apertando o abraço para fazer os soluços diminuírem.
— Tentei fazer coisas para eu ficar melhor... mas nada adianta! As coisas que eu gostava de tornaram chatas, as pessoas se tornaram chatas. Nada mais tem graça sabendo que você não foi o suficiente para alguém, sabe? Caralho faz quatro meses! - disse manhoso. - Eu já aceitei que ele é um filho da puta, mas é difícil processar tudo isso.
— Que bom que já aceitou. Um desafio à menos - disse numa tentativa não muito falha de consolá-lo.
— Aí... eu te chamei aqui porque estava me sentindo sozinho, sabe? Sobre esses cortes, já não fazem mais o efeito de antes, acho que não preciso mais fazer isso. Espero que eles cicatrizem logo. - Fez uma longa pausa. - Desculpa ter feito você ter vindo aqui à toa. Desculpa...
— Não me incomodo, eu teria vindo aqui mesmo se você dissesse que só queria conversar - disse num sorriso, soltando o abraço. - Sinceramente, teria ido para qualquer lugar com qualquer motivo para escapar lá de casa - falou como se pensasse alto.
— Está com problemas? - indagou Han curioso.
— Sim... É a minha irmã, ela que nos colocou nessa merda de negócio de prostituição. Me levou junto com ela quando precisávamos de dinheiro.
— Então, você não faz isso por vontade própria?
— Ninguém faz. Mas estou mais aliviado agora que consegui juntar uma boa grana para pelo menos pegar um avião, só não sei para onde.
— Deve ser chato se forçar a algo assim.
— Sim, não é algo que você se acostuma, sabe? - Fez uma pausa varrendo seus olhos pelo amplo apartamento. - Você tem uma bela coleção de livros... - disse Minho tentando mudar de assunto.
E foi sobre isso que conversaram por uma coleção de minutos: livros.
Quem diria que Lee Minho atravessaria a cidade para consolar um desconhecido que foi traído? Não tinha nada melhor para fazer mesmo.
A conversa prolongara-se tanto que Han já estava mostrando à Minho sua lista de filmes favoritos na Netflix. Reclamava de muitos e recomendava poucos, tagarelando sobre cada um deles.
— Você tem que assistir esse um dia desses - disse sobre um dos filmes -, é o melhor da trilogia! - Lee estava feliz que o garoto estava tendo algum tipo de entretenimento com ele, talvez só precisasse de companhia.
— Um dia desses... Sabe, esqueci sei seu nome - disse entre uma risada.
— Sou Han Jisung, Lee Minho.
— Que nome legal! - Fez uma pequena pausa. - Acho que é um nome gemível... - pensou alto.
Jisung olhou para Lee surpreendido. Tinha corado muito com o que o outro disse, até perdeu uma batida de seu coração.
— Jisung... - ele sussurrou, mas Han podia jurar que ele estava gemendo, provocando-o.
Minho olhou Jisung na mesma intensidade. Seu olhar relaxou quando desceu-o pelo corpo de Han e percebeu que uma nova elevação em sua calça de moletom fazia-se presente. Parecia pulsar.
Lee aproximou-se com os olhos indecifráveis fixos nos de Han e puxou o controle da mão do mais baixo, desligando a TV.
— V-você não precisa... isso não é nada... - Tentou esconder sua ereção com uma das mãos.
Minho apenas silenciou-o com um ósculo leve, pressionando bem os lábios de Han, este que demorou para aderir ao beijo, só depois de alguns selinhos deixou-se levar, fechando os olhos. Minho deixou o controle de lado e deitou um pouco mais o corpo de Jisung no sofá, substituindo a mão de Han - que estava escondendo o próprio membro - pela sua. Apertou um pouco a ereção tendo como resposta um arfar quente de Jisung, que deixou seus olhos entreabrirem por alguns segundos durante o beijo.
— Sensível, é? - Minho murmurou quase inaudível.
Lee anunciava a presença de sua outra mão passando-a pelo peitoral elevado de Jisung. Usou a outra mão para abaixar o moletom largo que Han usava até metade das coxas. Minho desprendeu-se dos lábios do outro e desceu até seu ventre, no qual passou a mão pelos poucos pêlos acumulados ali, fazendo Jisung sentir arrepios prazerosos.
— S-se n-não quiser, você não precisa fazer isso... - disse Han tentando ser compreensivo, achou que o mais alto só estava fazendo aquilo pois ele ficou duro do nada. E estava.
Novamente, Han foi silenciado mas, desta vez, pelo próprio gemido ao sentir a língua úmida de Lee passear por sua roupa íntima, surfando pela curva aparente que seu membro fez. Foi lambido com força e ganhou leves mordidas pelo local, já sentindo-se pulsar e deixar o pré-sêmem escorrer algumas gotas.
Lee, assim que percebeu que o lugar ficou mais úmido, tratou de puxar sem hesitação a boxer para baixo e abocanhar o pau quase por inteiro, arrancando um gemido alto e quase fino do mais baixo. Fazia movimentos simples, lambia e forçava a cabeça no céu de sua boca, enquanto apertava com força a parte de baixo das coxas, coisas simples que já estava deixando Han com as costas arqueadas.
— Ah... você... por favor, Minho...
Os quadris de Jisung impulsionavam para cima, perseguindo o prazer e afundando cada vez mais seu pau na boca de Lee.
— Jisung... - Chupou a glande de baixo para cima. - Ah, o seu... gosto é tão bom...
Minho estava beirando a loucura também, ouvir aqueles gemidos, uns baixos e outros altos, davam-no um enorme tesão. Surpreendeu-se quando percebeu que estava enrijecido também. Era raro isso acontecer com algum cliente, muito. Talvez ele não visse mais Jisung como um cliente.
O ápice de Lee foi quando colocou o membro inteiro dentro da boca e viu pelo canto dos olhos o rosto de Jisung, este que estava corado de olhos lacrimejantes e com as pupilas lá em cima de prazer. Queria sentir o que Han estava sentindo, pelo menos um pouco.
— Ah, ah, a-ah, ah - gemeu em sequência. - Minho! Porra, eu vou gozar! - gritou.
Minho abaixou rapidamente e com dificuldades o próprio shorts e peça íntima, colocando-se em cima de Jisung em seguida. Pressionou-se entre o membro de Han com facilidade, pois já estava bem molhado. Jisung sentou-se no sofá, ficando cara-a-cara com Lee. Minho começou seus movimentos em cima de Jisung e pôs-se a tirar a blusa dele. Estavam com os corpos praticamente colados um de frente para o outro.
Ainda com o membro dentro de si, Lee puxou levemente a mandíbula de Han para baixo e inseriu sua língua na boca. Serpenteava entre a cavidade durante o beijo, explorando mais um dos gostos que Han guardava em seu corpo pulcro. O ósculo tornou-se mais rápido quando Han sentiu Minho rebolar em cima de si, causando um frio na barriga indescritivelmente deleitoso.
Lee subiu e desceu rapidamente seu quadril no membro, arrancando de Jisung arfares quentes que desaguavam nos ombros.
Era como se minutos fossem eternidades, eternidades que ambos passariam fazendo aquela mesma coisa, se não possuíssem limites.
Han sentiu que Minho também precisava sentir o prazer que sentia, não sabia se o outro estava satisfazendo-se também (ele estava). Um tanto timidamente, Jisung levantou Lee de seu colo pela cintura e deitou-o em sua frente no sofá, logo aproximando seu rosto do membro exposto. Chupou toda a extensão, enquanto o copo de Lee ia se contorcendo no sofá conforme o prazer que sentia enfraquecia-o, o prazer era em sentir o rosto macio encostar levemente em sua virilha, o prazer estava em ouvir os próprios gemidos satisfeitos do que sentia, o prazer estava em sentir Han pressionar a língua no pau dele.
Minho levou a destra até os cabelos lisos de Han, fazendo-o, delicadamente, posicionar a boca em cima do seu membro e depois engoli-lo por completo. Jisung sentia o membro ir e voltar no início de sua garganta, nem precisava da ajuda da mão de Minho.
— Ah, porra - Lee murmurou num sorriso ladino percebendo que estava próximo de seu ápice. - Você é incrível, Jisung, porra! Ah, hmmm... eu preciso de você, ah! Jisung!
— Fala de novo. - Han levantou um pouco para falar, nunca parando de chupar.
— Jisung! - Apoiou as pernas nos ombros dele. - Deixa eu te foder, Jisung...
Tirou com dificuldade o rosto de Han de perto de seu ventre e empurrou-o pelos ombros para que ambos deitassem no sofá, tendo Minho em cima.
Sentiu o próprio sabor enquanto, mais uma vez, quando inseriu sua língua nos lábios cheios de curvas de Han. A atenção de Jisung estava focada apenas no ósculo, então Minho passou despercebido ao dobrar uma das pernas de Han e colá-la na barriga do mesmo, deixando-o aberto e exposto, totalmente à sua mercê.
Minho largou dos lábios e abaixou para chupar o cu de Jisung, lambeu e cuspiu ali, inserindo sua língua conforme a bunda dele rebolava em seu rosto. Minho levantou-se rápido e introduziu seu pau com precisão e força no cu logo no começo do ato, fazendo com que ambos os corpos movimentassem de acordo com a força.
As mãos de Lee passeavam pelo abdômen pouco definido de Jisung, o tamanho de seu peitoral fazia jus ao volume que sua camisa tinha na parte de cima quando. O peito dele era lindo, bronzeado e tonificado pelos músculos. Usou o polegar para apertar a cintura fininha que ele tinha, descendo até o início de suas ancas, na qual sentiu o grande calor concentrado na região. Mesmo investindo em forçar seu membro dentro do cu dele, Minho posicionou sua mão no pau do outro e masturbou-o na mesma velocidade que fodia ele.
— O-os dois não... - murmurou Jisung. - Ah, meu... Os dois não! - ele gritava.
Jisung foi ignorado enquanto Lee aumentava a velocidade de seus movimentos no membro e na entrada de Han. Jisung gozou no próprio abdômen e na mão de Minho, não cessando os gemidos.
Mesmo que já tivesse atingido seu limite, Lee não parou com nenhum de seus movimentos, ainda masturbava o pau extremamente sensível e comia o cu que ousava apertar o pau de Minho.
O redor de Jisung já estava girando e Lee não parava de foder. Seu corpo todo tremia em espasmos incontroláveis. Seu membro estava ardendo em sensibilidade, mas Minho estava adorando ver Jisung contorcer-se em prazer e gemer seu nome, mesmo que já estivesse no seu limite.
Quanto mais os pedidos para que fosse devagar saiam dos lábios úmidos de Han, mais Minho aumentava a velocidade com o desejo desesperado de gozar e, assim que o fez dentro de Jisung, deitou-se em cima dele, por fim.
Estava exausto, as pernas de Han tremiam para tentarem fechar, estava sensível demais na região. Suas mãos tremelicavam em cima dos ombros de Minho.
— Você... gozou duas vezes - Lee disse recuperando o ar enquanto levantava-se.
— U-uhum... - murmurou. - Minho, v-você ainda está dentro... - disse sentindo uma dor desconfortável do local.
— Ah, sim. - Olhou para Jisung com os olhos redondos que tinha. - Vamos de novo, gatinho?
— N-não sei se aguento...
— Sensível! - Soltou um risinho. - É sua primeira vez, né?
— Claro que não...
— Bem, não pareceu mesmo. Você já deve saber que não é a minha primeira vez. Mas... sabe - Tentou achar as palavras -, é a primeira vez que eu gozo com um cliente.
— Isso é... - disse esperando que o outro completasse-o.
— Bom. Quer dizer que você é especial, gatinho. - Fez uma pausa buscando por seus shorts pelo sofá. - Você concordando ou não, já tenho uma ideia para onde vou gastar as passagens de avião.
— "As passagens"? - indagou.
— Você concordando, ou não - repetiu.
"눈부셔 baby
이 조명 shining
We're in love with this carnival
사실 무서워 난 (ah)
출렁이는 잔 속 이 취한 세계
그 끝엔 목이 타는 내 맘 (ah)
But I just wanna stay"
Drunk-Dazed - ENHYPEN
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Types of Medicines - MinSung | One Shot
FanfictionMais uma vez, Han chorava baixinho pelas recordações angustiosas do passado. As lágrimas cessaram-se quando uma memória de um ensinamento amigo veio repentinamente, era algo que melhoraria seu humor e, talvez, tiraria-o daquele sentimento dolorido...
