Alissa Argent ou Hale, só que ela ainda não sabe que é uma Hale.
Vou contar a história de uma menina que foi criada em uma família de caçadores, ela sabe quem é o pai mas ele não sabe da existência dela, Kate Argent não quis contar ao Derek Hale que...
Sou Alissa Argent, filha da Kate Argent, tenho 16 anos. Eu estou morando em Londres mas estou indo pra Beacon Hills, minha mãe foi morta e agora vou para o enterro. Eu não estou muito triste porquê sei que minha mãe não era uma pessoa muito boa, eu também sei que ela foi morta por um lobisomen, e sim eu sei sobre o sobrenatural. Já sou treinada, sei usar todas as armas mas a minha favorita é o arco e flechas.
—Chegamos. –Diz meu avô.
—Pode ir na frente, eu preciso de um tempo.
—Tá bom, vou deixar dois seguranças com você. - concordo com a cabeça e ele sai.
Eu estava sozinha no carro pensando na minha mãe, ela é uma assassina mas ainda é minha mãe. Eu não sei oque fazer, como que eu vou vingar minha mãe se ela também matou uma família inteira? ‐percebo meu rosto molhado e logo seco ele.
—Alissa Argent, pare de chorar você não é uma menininha que chora por tudo. –Digo pra mim mesma e termino de secar minha lágrimas. Bebo um pouco de água, respiro e saio do carro.
—Srt.Argent, não se preocupe não vamos deixar que nenhum repórter tente falar ou gravar a senhorita. –Diz algum segurança ou capanga do meu avô.
—Obrigado.
Os dois seguranças ficaram do meu lado e com a ajuda dos policiais não deixaram nenhum repórter falar comigo. Vou em direção ao o túmulo da minha mãe onde minha família estava.
—Tio Chris. –Digo com a voz baixa e indo em sua direção para abraçá-lo.
—Eu sinto muito pela a sua mãe Alissa.
—Eu também sinto.
Dou um beijo na bochecha da minha tia e vou em direção a minha prima. Não nos vamos muito mas somos muito amigas, sempre conversamos pelo o telefone.
—Ali, e tão bom te ver pessoalmente de novo. –Digo.
—Eu estava com muita saudades de você, só não queria que fosse nessas condições. –Responde.
—Eu também não, mas infelizmente foi.
Quebra de tempo*
Já era umas 8 da noite, o enterro já tinha acabado. Meu avô decidiu caçar e eu infelizmente tenho que ir junto com ele, então peguei minha arma e fui. Já estávamos na floresta e alguém ficou preso na armadilha, corremos pra onde a ela estava e tinha um homem lá, acho que era um sem teto.
—Senhores olhem só, uma rara visão. ‐ Grita Gerard. –Conta pra eles oque pegamos. –Diz olhando pro Chris.
—Um ômega.
—O lobo solitário, talvez chutado do próprio grupo, ou um sobrevivente de uma alcateia que foi caçada, talvez até assassinada, possivelmente sozinho por escolha, certamente uma péssima escolha. –Diz retirando uma espada que estava em um pano. –Porque eu vou demonstrar que um ômega raramente sobrevive sozinho. –Ele corta o lobisomen no meio.
Quando o Gerard cortou aquele lobisomen no meio eu só consegui fechar meus olhos com a maior força que eu tinha.
—Temos um código.–Escuto a voz do meu tio.
—Não quando mataram minha filha. Sem código, não mais, aparti de agora eles serão todos cortados ao meio. Entendeu? Eu não me importo se estão feridos ou fracos, ou se parecem inofensivos, implorando pela a vida, prometendo nunca mais machucar ninguém, ou se é uma alma desesperada e perdida sem ideia de onde se meteu. Nos os achamos, nos os matamos. Matamos todos. –Responde Gerard.
Depois do discurso dele nos fomos embora pra casa. Quando cheguei só tomei um banho e fui dormir.
No outro dia*
Acordei 9 da manhã, meu vô me deixou começar a escola só amanhã. Levanto, tomo um banho e visto uma roupa.
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Visto uma roupa mais confortável porque eu ia arrumar o quarto da minha mãe, doaria as roupas dela. Eu não estava com fome então não ia descer pra comer alguma coisa.
Começo pela a maior parte do guarda-roupas. Depois de um tempo arrumando, eu percebi um cofre na parede, minha mãe deve esconder alguma coisa lá e como ela sempre coloca a mesma senha em todos os cofres e me fala, eu fui em direção a ele. Ao abrir o cofre me deparo com uma carta,pego ela e começo a ler.
*Carta*
Meu amor, se você tá lendo esta carta e porque alguma coisa deu errado.
Primeiramente saiba que eu te amo.
Alissa, por 16 anos eu escondi de você e de todos quem era seu pai. Mas eu fiz isso por medo, medo do Gerard te fazer alguma coisa com você. Certamente você é seu avô estão em Beacon Hills, seu pai também está e eu quero que você tente falar com ele. Ele é um lobisomen por isso quando descobri que estava grávida sai da cidade. O nome dele é Derek Hale, quero que você procure ele é seja feliz com seu pai. Te amo minha pequena.
Ass: Kate Argent
*Fim da carta*
Pera, eu estou na mesma cidade do meu pai? Ele é lobisomen? Como que eu vou achar ele? Mesmo se eu achar ele não vai acreditar em mim.
Meus pensamentos estão a milhão, sento no chão e começo a chorar, eu não sabia oque fazer.
Depois de uns 20 minutos chorando, eu consigo me acalmar. Vou em direção ao banheiro para lavar meu rosto, volto pro quarto termino de arrumar as coisas e desço pra cozinha.
—Oi tia. –Falo sentando em uma cadeira.
—Alissa, achei que não ia descer nunca, vou pegar o bolo pra você comer, mas come pouco porque o jantar é daqui a pouco.
—Obrigado.
Ela coloca o bolo na mesa e sai. Depois de comer vou em direção ao quarto da Allison.
—Allison? Posso entrar? –Bato na porta.
—Pode sim, tá tudo bem? Precisa de alguma coisa? –Pergunta.
—Na verdade preciso dos seus cadernos, pra mim estudar um pouco sobre as matérias.
—Ah claro, toma pode pegar. –Diz me dando seus cadernos.
—Obrigado Ali. –Saio do quarto.
Eu entro para o meu quarto e começo a estudar até dormir.