A Filha da Empregada - FINALI...

By nicolelimaofc

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Caio Sherman é um rapaz de 18 anos que vive em um mundo completamente conturbado. Seu pai, o empresario mais... More

Prólogo
Capítulo 01
Capítulo 02
Capítulo 03
Capítulo 04
Capítulo 05
Capítulo 06
Capítulo 07
Capítulo 09
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Capítulo 19
Capítulo 20
Capítulo 21
Capítulo 22
Capítulo 23
Capítulo 24
Capítulo 25
Capítulo 26
Capítulo 27
Capítulo 28
Capítulo 29
Capítulo 30
Capítulo 31
Capítulo 32
Capítulo 33
Capítulo 34
Capítulo 35
Capítulo 36
Capítulo 37
Capítulo 38
Capítulo 39
Capítulo 40
Capítulo 41
Capítulo 42
Capítulo 43
Capítulo 44
Capítulo 45
Capítulo 46
Capítulo 47
Capítulo 48
Capítulo 49
Capítulo 50
Capítulo 51
Capítulo 52
Capítulo 53 (PENÚLTIMO CAPÍTULO)
Capítulo 54 (ÚLTIMO CAPÍTULO)
Agradecimentos e AVISO
A FILHA DA EMPREGADA 2

Capítulo 08

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By nicolelimaofc

CLARISSA FORTUNATO

– Pretos! - Gabriela berrou vindo nos abraçar.

– Oi amiga. - sorri.

– Oi Gabizinha. - Gabe beijou seu rosto.

– Oi Gabi. - Guilherme disse meio sem jeito.

– Bom deixa eu apresentar, gente essa a minha melhor amiga Clarissa. E Clari esses são Caio, Tomás e Flávia.

– Já conheço os meninos. - eu disse, eles riram.

– Ah! Menos mal. - deu de ombros.

– Oi Clari. - Caio disse, enquanto eu o cumprimentava com um beijo no rosto.

– Oi. - sorri, fui até Tomás - Oi Tomás.

– Oi gatinha. - piscou.

Fui até a tal Flávia, que fez uma careta de nojo. Que ridícula.

– Oi. - eu disse.

Voltei até o outro lado me sentando perto de Gabriela.

– E ai o que vamos fazer nessa bagaça? - Caio perguntou.

– Borá ligar um som, pedir pizza, fazer um brigadeiro de panela? Depois vemos algo a mais pra fazer. - disse Daniela.

– Boa ideia. - sorri.

– Af! - Flávia bufou, todos nós á encaramos.

– O que foi Flávia? Não gostou? É uma ótima ideia, afinal viemos todos nos divertir. - Guilherme disse.

– Tudo o que vocês disseram engorda.

– Simples gata, é só não comer. - Gabi deu uma piscada.

Nos seguramos para não rir.

A garota não disse mais nada, continuou enrolando com o seu copo de uísque.

Os meninos foram pedir pizza e ligar o som, fui com as meninas para cozinha fazer nosso brigadeiro.

– Quem é ela? - perguntei.

Prendi meu cabelo em um coque, enquanto elas pegavam as coisas. Pois é, eu iria fazer.

– Amiga dos meninos, na verdade eu não vou muito com a cara dela. Só que o Tomás trouxe ela. - Gabriela revirou os olhos.

– Ela é frescurenta demais, sabe amiga? - Dani me encarou.

– Sei, deu pra perceber.

Após elas pegarem as coisas comecei a fazer, enquanto elas duas sentaram no banco do balcão começando a fofocar.

Quando o brigadeiro estava pronto, o levei para a geladeira e as meninas foram lavar a louça e guardar. Voltamos para a sala onde estavam apenas, Gabriel, Tomás e Flávia.

– Oxi, cadê o Guilherme e o Caio? - Gabriela perguntou.

– Desceram para pegar as pizzas. - Gabriel respondeu.

– Ah, sim. - sorriu.

Nos sentamos nós três no mesmo sofá, dobrando as pernas em forma de índio com a almofada em cima.

– E ai loira, já pensou na gente? - Tomás sussurrou.

– Na gente? E existe a gente?

Minhas amigas e Gabriel riram.

– Claro que existe. Somos feitos um para o outro, loiros e gostosos. Só falta você me querer. - piscou.

Antes que eu respondesse, ouvimos tossidas forçadas.

Tomás bufou e eu me aliviei, ele estava tão perto que pensei que iria me agarrar ali mesmo.

Caio e Guilherme haviam voltado e as pizzas estavam na mesa de centro com refrigerantes, e bebidas alcoólicas.

Tudo estava bom, exceto a chatice que era a tal da Flávia, a garota reclamava de tudo.

Fez o maior teatro quando os meninos estavam brincando e deixaram cair um pouco da bebida na saia dela, que mais parecia um pedaço de pano. Fora isso estava agradável, aproveitei para dar um força para que Gabriel fosse conversar e se pegar com Daniela. Quando me dei conta até Guilherme e Gabriela foram em direção aos quartos, que safados.

– Caio por que não vamos ali? - Flávia apontou para a varanda.

– Pra quê? Tô bem aqui. - disse sem dar muita atenção.

– Mas lá podemos ter mais privacidade. - ela beijou seu pescoço.

– Privacidade pra quê? E me solta, não tô afim de ficar com o cheiro desse seu perfume. - ele á afastou.

– O que tem o meu perfume? É Victoria Secrets! - ela berrou, levando ás mãos na cintura.

– Do que adianta ser de marca, se você não sabe escolher? Desencana vai.

Ele se levantou do sofá que estava, se sentando no mesmo que eu.

– Hãn? Você não me quer? Isso é um absurdo, Caio Sherman!

– Me deixa Flávia! Meu lance com você já era, acabou.

– Não, não acabou! - ela se aproximou novamente.

Essa garota não sabe o que é amor próprio?

– Amorzinho, vamos lá em casa vamos? - ela segurou a mão dele entrelaçando seus dedos.

– Não perdi nada lá! E me deixa vai caralho! - ele se soltou tomando mais um gole de sua bebida.

–Droga, Caio! - gritou - Eu vou embora e não quero saber de você mais.

Ela pegou sua bolsa e o encarou, aquele nariz empinado á deixava mais ridícula.

Caio ao menos se mexeu.

Tomás já nem estava mais ali para pelo menos me distrair, depois de ir pegar não sei o quê no carro do Caio, ele encontrou uma garota no elevador. Deu perdido na certa.

– Caio, eu vou embora.

– A porta é ali, depois você chama o elevador, desce até o térreo, sai pela portaria. Ai você entra em um táxi e segue teu rumo.

Levei a mão na boca, para não rir.

– Arg!!!

Ela saiu batendo os pés com tanta força, que eu cheguei a pensar que iria abrir uma cratera no chão. E ainda bateu a coitada na porta, que não tinha nada a ver com raiva dela.

– Garota chata. - murmurou.

– Posso rir agora?

Caio assentiu, e eu comecei a rir.

– Bobona, fica rindo dos outros.

– Chorar que não vai ser, querido.

– Calma, sem patadas. - nós rimos - Mas e você, por que não ficou com o Tomás?

– Ele é muito lindo, mas não curto garotos convencidos como ele, que acha que vai ganhar qualquer uma fácil , fácil. Comigo sinceramente não é assim.

– Primeira menina que vejo falando isso.

– Sou diferente. - disse em um tom brincalhão.

– Eu sei. - ele me encarou todo sério.

– Hãn... Que tal você ir na cozinha comigo pegar mais uma cerveja? - mudei de assunto.

– Medo? - riu.

– Não, porque está tudo claro. - rimos - Preguiça mesmo, e você pode muito bem me levar nas costas. - pisquei.

– Que folgada.

– Vai Caiozinho, please. - fiz minha melhor cara de anjo.

– Tá, vai logo chata. - ele se levantou.

Como já estava descalça a muito tempo, fiquei em pé no sofá.

– Abaixa, Caio!

Ao invés de subir em suas costas fui em seus ombros, era muito divertido, mas eu morria de medo das gracinhas dele.

– Para! Não faz isso! - lhe dei um tapa de leve na cabeça.

– Que tal uma foto pro Insta? Sei que você quer uma com o gostosão aqui - ele piscou.

Estávamos no corredor, em frente á um espelho enorme ao lado da porta.

– Você que quer, uma foto comigo, querido. - pisquei.

– Clari sonhando. - ele riu, pegou seu Iphone no bolso da bermuda e me entregou - Tira ai, vai.

– Ok. - respondi.

Soltei meu cabelo que estava preso e tirei a foto.

Caio pegou o celular, um tempinho depois ele me mostrou a legenda. Tosca, que nem ele.

"Ridícula "

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Fomos pra cozinha.

Caio me colocou em cima do balcão e me fitou daquela forma que eu esquecia até como se respirava, depois de alguns segundos silenciosos ele respirou fundo tirando seu olhar de mim.

– E então, o que vai querer? - perguntou indo até a geladeira.

– Uma latinha de Skol, por favor. - pedi.

– Se Kendra souber o quanto você é cachaceira, ela morre.

– Certas coisas minha mãe não precisa saber. - sorri, abrindo a latinha.

– É, mas eu posso contar.

– Está afim de morrer?

– Quem disse, que iria contar mesmo?

Rimos alto.

– Que horas que é em? - perguntei á ele, que estava sentado no banco ao meu lado.

– São uma e vinte dois da manhã. - respondeu olhando em seu celular.

– Cacete! Preciso ir embora. - saltei do balcão indo em direção a sala.

– Sozinha? Não. Eu te levo.

– Não precisa Caio, e além do mais minha casa é um pouco longe. - fiz uma careta, enquanto calçava minha rasteirinha.

– Mais um motivo pra te levar.

– Sério, não precisa. - pisquei, pegando minha bolsa.

– Vamos logo, Clarissa!

Ele praticamente mandou, enquanto me aguardava na porta já aberta, com as chaves na mão.

– Ok, então. - bufei passando por ele, que riu sarcástico.

Apertei o botão do elevador, que não demorou para chegar. Entramos e descemos até o primeiro sub-solo, fomos até o carro do Caio que era incrivel, se não me controlasse iria ficar como uma idiota com a boca aberta.

– Madame! - ele disse ao abrir a porta do carro para mim.

– Obrigado. - sorri.

– E então, tu me guia beleza? - ele disse, enquanto saia do prédio.

– Uhum. - sorri - Ai caramba, preciso avisar as meninas. - peguei meu celular.

– Era meio chato quebrar o clima daqueles casais, devem estar se comendo á essa hora.

– Caio! - o repreendi rindo - Não fala assim dos meus nenéns.

– Mais é sério. Guilherme e Gabi principalmente, nem tiveram vergonha foram diretamente pro quarto.

– Realmente.

Mandei a mensagem no grupo no WhatsApp, o qual tinha apenas eu, Gabriela e Daniela.

– Não sei porque, eles estão separados. - suspirei.

– É os barracos da Gabi, você conhece o Guilherme tanto quanto eu e sabe que ele não gosta dessas crises dela, acho que nem eu aguentaria.

– Pois é, falta de conselhos não é.

– Ela precisa de um psicólogo, isso sim. - nós rimos.

Fomos o caminho todo conversando, rindo e em algum momento discutindo.

Caio era muito legal, mas sabia que por dentro ele não era uma pessoa tão feliz assim. Eu sentia.

Ao chegar em frente a minha casa, me virei para ele que sorria.

– Obrigado, e desculpa o incômodo.

– Para com isso menina, jamais deixaria você vir embora á essa hora. Do jeito que tem esses maníacos por ai.

– Que imaginação. - revirei os olhos, e ele riu - Bom tenho que entrar, acordo ás cinco e meia para ir pro colégio. - torci o lábio - Tchau, Caiozinho. - beijei seu rosto.

– Tchau, Clari gostosa. - riu, eu lhe dei um tapa - Qual é? Tô mentindo?

– Nunca me provou, pra sair falando isso.

– Não sabemos o dia de amanhã. - me encarou.

– Ok Caio, tchau!

O palhaço apenas riu.

Sai do carro e mandei um beijo no ar, ele mandou outro e me esperou entrar para seguir seu caminho.

Entrei em total silêncio, subi até o meu quarto tirando a sandália, peguei minha toalha e fui até o banheiro tomar um banho rápido e escovar os dentes.

Vesti uma calcinha e o um baby doll vermelho, deixei meu cabelo solto e me deitei, coloquei o celular debaixo do travesseiro e logo adormeci.

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