Capítulo bônus.

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—O jeito como ele te olha é estranho, não confio nele!

—Como assim?– pergunto e tomo um gole do meu refrigerante.

—Uma vez quando estava assistindo o seu treino percebi o olhar dele no seu corpo enquanto você bebia água.

—O meu foguinho está com ciúmes!– começo a provocá-lo.

—Estou, mas com razão!– olho divertido para ele, enquanto termino o meu sanduíche, jogando fora a garrafa vazia quando termino no lixo ao meu lado.

—Amor, só tenho olhos para ti!

—Já disse que amo quando você fala essas coisas?

—Sim, e muito!

Sinto uma mordida em minha bochecha e segundos depois o lóbulo de minha orelha é atacado por Thomas, me fazendo arrepiar com cada movimento.

—Vamos para casa?– ele sussurra rente ao meu ouvido.

—Vamos!

Sua mão busca a minha, entrelaçando os nossos dedos e sorrindo para mim, me dando confiança. Ele guia o caminho dentre as pessoas ao nosso redor e meu cérebro começa a questionar do porquê ainda estou nervoso.

Não preciso ficar assim, pois é o que eu quero!

Seguro a mão dele com mais firmeza enquanto se distanciamos da praça, a casa do Thomas não fica distante da praça, com alguns passos iremos chegar até ela. Sem precisar dos postes de iluminação, a lua cheia ilumina cada canto dessa alcateia, ao olhar para cima, ela parece mais próxima da terra, com o seu tamanho maior do que de costume, prestes a começar o eclipse, que a tornará mais escura, com sua tonalidade avermelhada, deixando os seres, filhos de Selene, afetados por ela, mas de uma maneira espetacular, os tornando mais confiantes e animados, e talvez, mais desejáveis.

Mordo o meu lábio inferior assim que entramos dentro de casa, sem saber o que fazer, ou como agir diante o olhar penetrante do Thomas, que se aproxima cada vez mais de mim, me prensando contra a parede de sua sala. Respiro fundo e taco um foda-se para as minhas incertezas, ansiedade e nervosismo.

Com uma mão, puxo o seu rosto para perto, iniciando um beijo com um pouco de pressa e intensidade, meus dedos puxão os fios de sua nuca, enquanto suas mãos apertam minha cintura, colando os nossos corpos cada vez mais. Um gemido quase inaudível sai entre meus lábios quando ele os separa e aperta uma de minhas coxas, me impussionando para cima, fazendo com que minhas pernas fiquem ao redor de sua cintura.

Modiscando e chupando a pele do meu pescoço, ele começa a subir comigo em seu colo para o seu quarto. Sinto uma ardência prazerosa quando suas pressas morde com calma a minha pele, sem fazer nenhum dano, apenas o suficiente para um filete de sangue apareça, mas logo é eliminado pela sua língua que passa pelo local, beijando logo em seguida.

—Estou ansiando para te marcar bem nesse lugar!– mais uma mordida no mesmo local.

Sorrio para ele enquanto sou posto em cima da cama, o seu olhar analisa todo o meu rosto em admiração, fazendo com que eu sinta o meu rosto queimando. Ele rir de leve e beija o lado direito da minha bochecha, descendo para os meus lábios, onde ele morde antes de iniciar um beijo.

Minhas mãos percorrem pelo seu peitoral até chegar na ponta de sua camisa, onde eu subo lentamente, retirando essa peça por completo do seu corpo, fazendo questão de tocar cada parte dele. Olhando nos meus olhos, ele começa a retirar minha blusa com cuidado, sorrindo ao retirar ela e apertando minha cintura sem nenhum pano a cobrindo.

No meio de mais um beijo, retiro a minha calça com a ajuda do Thomas e logo retiro a dele também, ficando apenas com uma peça no corpo.

Com ele no meio das minhas pernas, estremesso ao sentir os nossos membros se encostarem, mandando uma corrente elétrica pelos nossos corpos, me fazendo querer sentir mais do toque, e confirmo que ele também quer, pois sua mão se posiciona na minha última peça do corpo, a tirando com delicadeza enquanto mantém contato visual comigo.

Meu Companheiro Inesperado I (EM REVISÃO)Where stories live. Discover now