Oi pessoal. Aqui é a Ana. É muito bom estar de volta, dessa vez com a ajuda do meu namorado @ Pablo. Voltamos para dar continuidade a história anterior, dessa vez unicamente pela perspectiva da Margot. Espero que gostem. Vou assinar como #Moon 🌙 . . . . "Eram 23:45 e chovia muito. Era véspera do meu aniversário de doze anos. Eu fui para o meu quarto dormir, estava super animado com a minha festa na tarde do dia seguinte. Estava deitado na minha cama, mas não conseguia dormir. Era uma mistura de euforia e medo. Desde meus 3 anos, sempre que chovia eu costumava ir dormir na cama da minha mãe. Então lá fui eu. Por aquele corredor assustadoramente escuro entre raios e trovões. Cheguei na porta do quarto mas estava trancada. Bati mas ninguém abriu. Resolvi sair para o quintal e olhar pela janela. Depois do que vi, senti que nunca mais dormiria novamente. Vi minha mãe ensanguentada no chão e o meu padrasto em cima dela. Primeiro pensei que tinha acontecido alguma coisa e que ele estava tentando ajudá - lá. Mas depois de algum tempo observando, notei que ele havia matado a minha mãe e estava, mesmo com ela morta, usando seu corpo para fins sexuais.
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Meses depois, decidiram que eu moraria com meus avós no Canadá. Fui pra lá em janeiro do ano seguinte, viajei sozinho e aquilo de certo modo significava algo pra mim. Meus avós foram me buscar no aeroporto. Eles eram muito parecidos com a minha mãe e aquilo me causava um certo incômodo, mas acabei me acostumando. Quando completei 15 anos, fui com a minha avó em um museu de arte moderna bem conhecido por lá. Viajamos três dias até chegar lá. A viajem estava indo muito bem até chegarmos ao hotel e receber uma notícia terrível: - Senhora Montgomery, sinto muito, mas o senhor Tom sofreu um gravíssimo acidente de carro e não resistiu. Eu realmente sinto muito.
Tudo veio à tona novamente, a imagem da minha mãe morta no quarto dela. A imagem do meu avô morto no nosso carro. ... Eu e a minha avó conversávamos sobre um possível intercâmbio antes da morte do meu avô, mas depois de tudo, essa idéia foi esquecida porque ela precisava de mim aqui. Comecei a trabalhar em um bar que ficava na esquina da nossa casa, mas ele acabou falindo. Demorei meses pra consegui um emprego e agora trabalho no Host Restaurant. Não é o melhor emprego do mundo mas é onde me mantém vivo.
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Depois disso tudo acabei entrando em algumas brigas e quase fui preso, mas o dono do restaurante felizmente gosta muito de mim e me livrou disso. Ele é como um pai agora." - Minha nossa Dan. Quer dizer, isso é tudo tão "UAU"! - É. digo sorrindo. Tão "UAU". - Você é incrível, mesmo depois disso tudo ainda consegue ser uma pessoa encantadora. - Bondade sua, Suzy. - Aí, tem uma prima minha chegando na cidade, quero que conheça ela. - AÍ MEU DEUS! - O que foi? - Você novamente agindo como cupido, geralmente essas histórias acabam mal, Su. - Não, não. Só quero que sejam amigos. diz Suzy sorrindo de forma suspeita. - Ok. digo sorrindo.
Dias depois estou no restaurante e ouço o senhor Jack me chamar: - Dan, filho. Estou precisando de uma nova garçonete, a Olivia não está dando conta sozinha, conhece alguém? - Não consigo pensar em ninguém agora. Mas vou avisar a algumas pessoas senhor Jack. - Você é essa mania de "senhor Jack". diz ele revirando os olhos.
Chego em casa 21:12. Tomo banho e janto com a minha avó quando recebo uma ligação: -Dannnn, minha priminha chegou. Vou levá - lá para conhecer a parte divertida de Vancouver. Vamos com a gente? -Ãn, agora? Estou jantando com a minha avó, faz tempo que não fico com ela. -Hm. Que horas ela vai dormir? - Lá pelas 23:00 hrs. - Perfeito, te espero aqui. Tchau. - Beijo Su.
Pego o meu carro e vou até a casa dela. Lá está ela, me esperando no portão. - Linda como sempre. Garanto que não vão resistir a você. - Diz isso porque somos amigos. - É, é verdade. - Vamos buscar minha prima, aqui está o endereço. diz me entregando um papel. -Hm. Ela é de onde? - Do Brasil. Um dia temos que ir lá. O Brasil é lindo Dan. -Ãn. É de-deve ser. -Tudo bem? -Sim.